O estado nutricional faz diferença para se recuperar da Covid-19

desnutrição integra a lista de ameaças a quem é internado pela Covid-19 — e, pior, pode comprometer a recuperação. Pesquisas independentes que fazem parte do projeto internacional NutriCOVer, da Danone, demonstram que é significativo o índice de pessoas que apresentam dificuldades para se alimentar, perda de peso e carência de nutrientes nesse contexto.

E indicam que a avaliação nutricional e a suplementação adequada não só auxiliam a minimizar os riscos como encurtam o tempo de hospital. O Brasil faz parte da iniciativa por meio de um estudo coordenado pelos médicos Dan Waitzberg, da Universidade de São Paulo (USP), e Paulo César Ribeiro, do Hospital Sírio-Libanês (SP).

Eles acompanharam 357 pacientes internados e constataram que cerca de seis em cada dez apresentaram manifestações sensoriais ou gastrointestinais que geraram prejuízos à ingestão de comida.

Segundo Waitzberg, a Covid-19 pode deflagrar um estado de inflamação sistêmica, que exige esforço e reservas de energia do corpo para ser controlada. Sem combustível suficiente, o organismo tem um trabalho bem mais árduo pela frente.

Por isso, a pesquisa também testou o uso de um suplemento altamente energético e proteico em pacientes com essa demanda. “Ele teve ótima aceitação e ajudou a alcançar as necessidades nutricionais, o que potencialmente contribui para a recuperação”, resume o professor da USP.

Estudo brasileiro aponta benefícios do apoio especializado e da suplementação no hospital

O estado nutricional faz diferença para se recuperar da Covid-19

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “ESSE BOLO PÃO DE MEL VAI TE SURPREENDER DE TÃO FÁCIL E DELICIOSO! FOFINHO E RÁPIDO – Isamara Amâncio” no YouTube

Chocolate e mel…quem nunca?

Um bolo para deixar a dieta de lado. Tragam um cafezinho!

Isamara Amâncio aqui!

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Assista a “FRATERNIDADE: Sobre como forjar laços e quebrar barreiras – Lúcia Helena Galvão da Nova Acrópole.” no YouTube

Começando o dia com questionamentos e descobertas, não é uma dádiva?

Professora Lúcia Helena Galvão, uma mestra e tanto.

Nova Acrópole aqui!

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Metamorfose…por Rubem Alves

“A alma é uma borboleta…
há um instante em que uma voz nos diz que chegou o momento de uma grande metamorfose…”

🦋Rubem Alves

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Mágicas Imagens ✨✨

Camboriú SC Brasil

Exército dos EUA testa droga antienvelhecimento

A quantidade de NAD+ vai caindo ao longo da vida, e isso contribui para a degradação dos tecidos do organismo. Logo, repor essa substância pode ajudar a frear o envelhecimento. Só que as moléculas dela são grandes demais para atravessar a membrana celular, então não adiantaria ingeri-la ou injetá-la.

Mas a MetroBiotech diz ter encontrado uma maneira de elevar a produção natural de NAD+ com sua nova droga. Ela está sendo testada pelas Forças Armadas dos EUA, que já concluíram a primeira fase de ensaios clínicos (cujo objetivo é apenas verificar se um medicamento é seguro). A Fase 2, que irá avaliar a eficácia, deverá estar concluída até setembro de 2022.

Remédio tenta aumentar o nível de uma coenzima – e passou no primeiro teste.

Exército dos EUA testa droga antienvelhecimento

publicado originalmente em superinteressante

O fim do uso de máscaras ao ar livre – e as possíveis consequências disso

Sabe quando você está andando na rua e vê uma pessoa sem máscara, ou com ela pendurada no queixo, e fica horrorizado? Nas próximas semanas, vai ter cada vez mais gente sem máscara por aí. Inclusive você. A mudança começou no dia 28 de outubro, quando o Rio de Janeiro implantou uma lei dispensando o uso de máscara em locais abertos. Depois veio o Distrito Federal, onde a máscara deixou de ser obrigatória – ao ar livre, que fique claro – a partir de 3 de novembro.

Enquanto este texto era escrito, várias cidades e Estados brasileiros cogitavam medidas similares (em São Paulo, a liberação estava prevista para o começo de dezembro). A tendência é que, a partir das próximas semanas, passemos a só usar máscara em locais fechados. As autoridades dizem que tudo bem, pois a cobertura vacinal alcançou um nível razoável (na primeira semana de novembro, 54,8% dos brasileiros estavam totalmente imunizados) e os casos de Covid seguem em queda.

Elas estão deixando de ser obrigatórias em locais abertos. Isso pode gerar novos surtos de Covid no Brasil? Qual o risco individual envolvido na mudança? Veja as respostas.

O fim do uso de máscaras ao ar livre – e as possíveis consequências disso

publicado originalmente em superinteressante

6 bons documentários musicais para ver no streaming

1971: O Ano em que a Música Mudou Tudo

Onde? Apple TV+

Qual foi o ano mais importante da história da música? Com relatos e registros poderosos, a série de Asif Kapadia (diretor do documentário de 2010 sobre Ayrton Senna) faz um panorama sociopolítico de 1971 e o relaciona com o que lendas como John Lennon, Marvin Gaye, Joni Mitchell e David Bowie estavam criando na época.

This Is Pop

Para ver (e ouvir): “The Beatles: Get Back”, dirigido por Peter Jackson, chega ao Disney+ em 25 de novembro. Saiba o que assistir depois.

6 bons documentários musicais para ver no streaming

publicado originalmente em superinteressante

O mito das gerações

O embate entre millennials (nascidos entre 1981 e 1996) e jovens da geração Z, que nasceram a partir de 1997, tomou conta da internet – e de tudo quanto é conversa. Começou com uma lista inofensiva de atitudes millennials consideradas vergonhosas pelos mais novos: ser fã de Harry Potter, usar emojis (e calça skinny). A discussão saturou tão rápido, aliás, que começar um texto com ela hoje já é algo cringe (inglês abrasileirado para o termo “constrangedor”; o correto é cringe worthy).

Seja como for, o recente episódio trouxe à tona algo que há tempos está arraigado – a ideia de dividir as pessoas em caixinhas geracionais, de acordo com o ano de nascimento. Você as conhece: existem os baby boomers (1946-1964), um termo criado nos EUA para descrever aqueles que nasceram na explosão demográfica pós-Segunda Guerra (o baby boom); a geração X (1965-1980), a Y (os millennials) e a Z, dos tiktokers.

Por décadas, a divisão geracional é tratada como algo sacrossanto. Consultores a utilizam para classificar e analisar funcionários de uma empresa. Profissionais do marketing fazem pesquisas com base nela para detectar padrões de consumo. Meios de comunicação estampam as classificações geracionais em suas manchetes, na tentativa de antecipar a próxima tendência.

Millennials, X, Z. A ideia de classificar a sociedade em caixinhas geracionais ganhou aura científica. Mas trata-se de algo tão sem fundamento quanto a astrologia. Entenda por quê.

O mito das gerações

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Como Fazer um Bobó de Camarão BEM GOSTOSO! Bobó de Camarão Baiano!! 🍤” no YouTube

Não sei vocês, mas eu amooooo camarão…

Esse Bobó está com uma cara de delicioso que ele só!

Já pra cozinha fazer …

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