Por trás do suco em caixinha

Você já reparou como muitas vezes o que é repetido ao longo do tempo acaba sendo considerado verdade absoluta? Ovo aumenta o colesterol, manga com leite faz mal à saúde, o consumo de alimentos gelados provoca dor de garganta e por aí vai. Essas e outras crenças foram levadas a sério durante muito tempo, até que a ciência provou serem apenas mitos.

Outra informação que acabou se tornando um senso comum é a de que todos os sucos em caixinha precisam ter conservantes. Para refletir melhor sobre essa ideia e desconstruir esse conceito, mostramos aqui o caminho para a produção dos sucos, desde a escolha das frutas até a tecnologia por trás das embalagens longa vida, que dispensa a adição de conservantes e mantém o sabor e o valor nutricional do produto por mais tempo, até chegar à sua mesa.

De acordo comCarolina Pimentel, nutricionista especialista em Medicina do Estilo de Vida, é muito importante entender que a caixinha é simplesmente uma embalagem com tecnologia asséptica capaz de garantir a segurança do alimento, tanto em relação aos nutrientes como também aos fatores microbiológicos. “Sempre alerto que é preciso observar o que está dentro da embalagem. Ler o rótulo, priorizar os alimentos que tenham uma lista de ingredientes mais enxuta e, ao mesmo tempo, sejam ricos em fibras, vitaminas e minerais”, aconselha.

Tecnologia, segurança e qualidade permitem que sucos em caixinha façam parte da alimentação diária como uma alternativa nutritiva e sem conservantes

Por trás do suco em caixinha

publicado originalmente em Veja saúde

Vacina nasal para Alzheimer será testada em humanos pela primeira vez

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 50 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem algum tipo de demência, sendo o Alzheimer o problema mais comum. A doença neurodegenerativa, conhecida por causar perda de memória e confusão, não tem cura. Por enquanto, há apenas tratamentos medicamentosos que controlam os sintomas por tempo limitado. 

Não foi por falta de tentativas. Grandes farmacêuticas tentam produzir remédios que interrompam a progressão da doença há décadas, mas nenhuma obteve sucesso. Agora, a história pode começar a mudar.

Howard L. Weiner, professor de neurologia na Escola de Medicina de Harvard e líder em pesquisas sobre o Alzheimer há quase 20 anos, se prepara para iniciar os testes clínicos de uma vacina em formato de spray nasal desenvolvida pelo seu grupo de estudo. O objetivo é prevenir ou retardar a progressão da doença. 

O ensaio clínico acontecerá em um hospital da Universidade Harvard, nos EUA, e deve analisar, principalmente, a segurança e a dose ideal do composto.

Vacina nasal para Alzheimer será testada em humanos pela primeira vez

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “O fotógrafo que registra a vida selvagem na cidade grande” no YouTube

A natureza resiste…e isso nos dá esperança.

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Alma…por William Blake

“O homem não tem um corpo separado da alma. Aquilo que chamamos de corpo é a parte da alma que se distingue pelos seus cinco sentidos.”

🌻William Blake

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Assista a “AS DOENÇAS NA ESPIRITUALIDADE | PARTE 02” no YouTube

Todo sofrimento no corpo, inicia no espírito.

Explicações para refletirmos sobre nossas emoções.

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Quase 50% dos brasileiros não doam sangue por medo ou falta de informação

Apenas 19% dos brasileiros doam sangue regularmente. Esse é um dos dados colhidos em um levantamento feito pela farmacêutica Abbott no início deste ano.

Os números servem de reflexão para o Dia Nacional do Doador de Sangue, comemorado hoje, que visa mobilizar mais pessoas nessa causa. Medo do processo ou simplesmente falta de informação são os principais impeditivos para que 48% dos brasileiros não tenham o costume de visitar hemocentros.

A pesquisa ouviu 1 052 homens e mulheres entre 16 e 54 anos de todas as regiões do Brasil.

Sem sangue, pacientes graves em hospitais e pessoas com doenças crônicas correm risco de morte.  “Não há substituto para o sangue. Na falta de estoque adequado, pacientes oncológicos têm seu tratamento adiado e cirurgias eletivas são canceladas ou adiadas para priorizarmos o atendimento de urgência, entre outras consequências”, afirma a médica Carlei Heckert Godinho, responsável pelo Hemocentro da Santa Casa de São Paulo.

O pior de tudo é que, segundo Carlei, é comum ver os bancos esvaziados. Se a situação já é naturalmente crítica, a pandemia piorou o cenário. De acordo com a pesquisa da Abbott, apenas 21% daqueles que doam afirmam ter mantido o hábito no período.

Comum no Brasil, falta de sangue nos bancos coloca a vida de muita gente em risco. Entenda como a doação funciona e o que acontece com o material coletado

Quase 50% dos brasileiros não doam sangue por medo ou falta de informação

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Assista a “Os vilarejos engolidos pelo aumento do nível do mar na Índia” no YouTube

Mudanças climáticas ou o Oceano simplesmente tomando de volta seu lugar?

A população litorânea na Índia têm sofrido na pele com essas mudanças no mar.

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