Existem outros animais, além do ser humano, que podem ser destros ou canhotos?

Sim. Muitos animais preferem uma ou outra pata, e você pode testar seu gato ou cachorro observando qual membro eles usam para cutucar aqueles brinquedinhos que escondem um pedaço de ração.

Ao contrário da maioria destra de humanos e chimpanzés, cães e bichanos parecem ser canhotos e destros com a mesma frequência – e cangurus, ao que tudo indica, são quase todos canhotos.

(A título de comparação, só 10% da população mundial é canhota.)

Esse fenômeno, chamado de lateralização, provavelmente é um subproduto da divisão de tarefas entre os dois hemisférios do cérebro, mas os biólogos ainda não sabem o que exatamente explica as preferências observadas em cada espécie.

Pergunta de Gustavo Zambon, Piracicaba, SP

Hora de descobrir com qual pata o seu pet escrev… Quer dizer, tem mais facilidade.

Existem outros animais, além do ser humano, que podem ser destros ou canhotos?

publicado originalmente em superinteressante

Falésias em Marte revelam que antigo rio marciano era turbulento

Marte é frio e extremamente árido. Atualmente, não há água líquida no Planeta Vermelho, mas há cerca de 3,7 bilhões de anos o cenário era bastante diferente. A cratera Jezero, por exemplo, localizada no hemisfério norte de Marte, abrigava um grande lago, alimentado por um rio cujo delta desaguava ali. 

Sabemos pouco sobre o lago, mas imagens de alta resolução fornecidas pelo robozinho Perseverance, da NASA, podem ajudar os cientistas. Elas revelam como a água ajudou a moldar a paisagem da cratera há bilhões de anos, além de fornecer pistas que podem guiar a busca por evidências de vida no planeta.

O Perseverance registrou imagens de falésias (paredões de rocha) que antigamente eram as margens do rio, hoje completamente seco. Uma equipe de pesquisadores analisou as imagens em um novo estudo e percebeu afloramentos de rochas que registram a evolução do fluxo de água por ali.

Imagens feitas pelo rover Perseverance mostram que a cratera Jezero era originalmente um lago abastecido por um rio, e que o fluxo nesse rio aumentou muito em algum ponto do passado.

Falésias em Marte revelam que antigo rio marciano era turbulento

publicado originalmente em superinteressante

O que você precisa saber sobre a primeira vacina contra a malária recomendada pela OMS

Na última quarta-feira (06), a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou o uso em larga escala da primeira vacina aprovada contra a malária, chamada RTS,S/AS01 – ou Mosquirix. A decisão chega após um programa-piloto de vacinação conduzido desde 2019 em três países africanos: Quênia, Malawi e Gana.

A malária é uma doença parasitária que mata meio milhão de pessoas todos os anos, praticamente todos residentes da África Subsaariana. Dentre as vítimas, 260 mil são crianças com menos de cinco anos de idade. 

Segundo Pedro Alonso, diretor do programa de malária da OMS, essa é uma decisão histórica. A primeira vacina contra a malária (e contra qualquer doença parasitária) foi desenvolvida pela farmacêutica britânica GlaxoSmithKline. Ela treina o sistema imune da criança para combater o Plasmodium falciparum, um dos cinco parasitas causadores da malária. O falciparum é o mais letal e é o que predomina na África.

O imunizante levou 34 anos para ser desenvolvido – e é o primeiro aprovado para uma doença parasitária.

O que você precisa saber sobre a primeira vacina contra a malária recomendada pela OMS

publicado originalmente em superinteressante

Estudo relaciona hábito de andar 7 mil passos diários a menor mortalidade

A quantidade da passos diários e a intensidade na qual eles são dados estão associadas à mortalidade prematura entre mulheres e homens de meia-idade?

Esta pergunta foi feita por pesquisadores da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos. Após dez anos de estudo, eles concluíram que andar pelo menos 7 mil passos por dia reduz de 50% a 70% a mortalidade por todas as causas.

Para isso, 2 110 adultos com idades entre 38 e 50 anos foram divididos em três grupos de acordo com a quantidade de passos diários: baixa (menos de 7 mil), moderada (entre 7 mil e 10 mil) e alta (mais de 10 mil).

Os participantes que deram pelo menos 7 mil passos por dia, medidos por um acelerômetro, apresentaram a menor taxa de risco de mortalidade, que não variou em relação àqueles que andaram mais de 10 mil passos.

Deslocamentos ao longo do dia promovem o condicionamento saudável do corpo, protegendo-o de problemas graves

Estudo relaciona hábito de andar 7 mil passos diários a menor mortalidade

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “Enya – The Celts (Official 4k video)” no YouTube

🍁The Celts

Hi-ri, hi-ro, hi-ri
Hi-ri, hi-ro, hi-ri

Hoireann é O, ha hi, ra ha, ra ho ra
Hoireann is O, ha hi, ra ha, ra ho ra

Hoireann é O, ha hi, ra ha, ra ha ra
Hoireann is O, ha hi, ra ha, ra ha ra

Hi-ri, Hi-ra
Hi-ri, hi-ra

Hi-ri, Hi-ra
Hi-ri, hi-ra

Vida de vidas
Saol na saol

Do começo ao fim
Tús go deireadh

Estamos vivos
Tá muid beo

Para sempre
Go deo

Vida de vidas
Saol na saol

Do começo ao fim
Tús go deireadh

Estamos vivos
Tá muid beo

Para sempre
Go deo

Hoireann é O, ha hi, ra ha, ra ho ra
Hoireann is O, ha hi, ra ha, ra ho ra

Hoireann é O, ha hi, ra ha, ra ha ra
Hoireann is O, ha hi, ra ha, ra ha ra

Hi-ri, Hi-ra
Hi-ri, hi-ra

Hi-ri, Hi-ra
Hi-ri, hi-ra

Hi-ri, o mundo das vidas
Hi-ri, saol na saol

Oi-ri para sempre
Hi-ri, go deo

🍁Fonte: Musixmatch

Compositores: Nick Ryan / Eith Ni-bhraonain / Roma Shane Ryan

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Assista a “PICOLÉ CASEIRO FEITO NA CAIXINHA DE LEITE!! SEM TER FORMINHAS! FÁCIL-SUPER CREMOSO – Isamara Amâncio” no YouTube

Receita de picolé deliciosa e fácil?

Isamara Amâncio tem!

O cafezinho é por minha conta, afinal café vai bem com tudo…

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Asteroide com potência de mil bombas de Hiroshima destruiu cidade há 3,6 mil anos

Telel Hamã era uma cidade em ascensão durante a Idade do Bronze. Ela estava localizada próxima ao Mar Morto, no Oriente Médio, e era dez vezes maior que Jerusalém na época. Mas, no ano 1.650 a.C., um asteroide atingiu a cidade a uma velocidade de 61.000 quilômetros por hora. A rocha espacial explodiu no ar, a 4 quilômetros do chão, com 1.000 vezes a potência da Little Boy, a bomba atômica que destruiu Hiroshima em 1945.

Essa é a conclusão de um estudo publicado no periódico Scientific Reports. A pesquisa conta com a participação de 21 autores, entre arqueólogos, geólogos, especialistas em sedimentologia e pesquisadores de outras áreas. Hoje, Telel Hamã é um importante sítio arqueológico. Após 15 anos de escavações no local, os cientistas reconstruíram a história de como a cidade foi arrasada.

O pesquisador Christopher Moore escreve que quem estivesse olhando para o céu no momento da explosão teria ficado cego instantaneamente. A temperatura do ar rapidamente atingiu 2 mil ºC. Metais e cerâmica começaram a derreter, e a cidade ficou em chamas. A onda de choque gerada pela explosão atingiu 1.200 quilômetros por hora, demolindo todas as construções. Nenhum dos 8 mil habitantes sobreviveu – fragmentos de ossos são encontrados por toda a cidade.

A descoberta foi feita no sítio arqueológico de Telel Hamã, Oriente Médio. Segundo os autores, a explosão pode ter inspirado a história bíblica de Sodoma.

Asteroide com potência de mil bombas de Hiroshima destruiu cidade há 3,6 mil anos

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “ESCRAVIDÃO & DÍVIDA HISTÓRICA” no YouTube

Um assunto triste e delicado,que merece e precisa ser abordado com seriedade e lucidez.

Meteoro Brasil na área.

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Mulheres nativas, mulheres originais: « Reflorestar espíritos para a cura da Terra! »

De 7 a 11 de setembro, vários milhares de mulheres de 150 nações indígenas se reuniram para marchar juntas em Brasília em favor dos direitos garantidos a elas na Constituição do Brasil e contra o limite do « marco temporal » e outras políticas anti-nativos do Presidente Bolsonaro. « Procuramos garantir nossos territórios para as gerações presentes e […]

Mulheres nativas, mulheres originais: « Reflorestar espíritos para a cura da Terra! »

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

De cortes a queimaduras: inovação à flor da pele

Poucos assuntos são tão badalados quanto os cuidados com a pele. Cremes, pomadas, sprays e tantos cosméticos que prometem reforçar a hidratação ou trazer uma solução para espinhas e rugas surgem com regularidade no mercado, tornando a estética uma das áreas campeãs de audiência.

Só que há outro lado, bem menos glamouroso mas nem por isso menos vital, que pede nossa atenção quando falamos em saúde da pele: a luta contra feridas e lesões crônicas, de difícil cicatrização e capazes de expor o corpo a várias complicações, e tantas vezes relegadas às quatro paredes dos hospitais. A boa notícia é que os especialistas nesse front vêm ganhando novas armas para vencer os antigos tormentos.

As feridas crônicas surgem de diversas formas. Podem começar, digamos, por dentro, a partir de doenças circulatórias ou do diabetes mal controlado, que atrapalham a cicatrização de qualquer corte ou picada de inseto, por exemplo. Assim como podem vir de fora, causadas por traumas físicos ou mesmo infecções.

Cortes, queimaduras, problemas circulatórios e diabetes estão entre as principais causas de feridas que não cicatrizam. Mas há um novo arsenal para sará-las

De cortes a queimaduras: inovação à flor da pele

publicado originalmente em Veja saúde