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Doença mão-pé-boca: o que é, diagnóstico, sintomas e tratamento

síndrome mão-pé-boca é causada pelo vírus Coxsackie, que ataca o aparelho digestivo. Ela é altamente contagiosa. Sua principal característica é a formação de pequenas bolhas na pele desses três locais do corpo – daí o nome da doença.

Pode acometer adultos, mas é mais frequente em crianças, principalmente nos menores de 5 anos. Os sintomas duram cerca de uma semana.

“A transmissão pode ocorrer dias antes do início da manifestação da doença até semanas após a infecção. O vírus transita por via respiratória ou pelas fezes da pessoa infectada”, explica Maíra Mastrocola de Campos Leite, pediatra e alergologista e imunologista pediátrica das clínicas Espaço Médico Descomplicado e Eludicar.

Vale lembrar que a falta de higiene das mãos pode contaminar superfícies, facilitando a transmissão também pelo contato com certos objetos.

Causada por um vírus, ela provoca pequenas bolhas pelo corpo e é mais frequente em crianças, principalmente as menores de 5 anos

Doença mão-pé-boca: o que é, diagnóstico, sintomas e tratamento

publicado originalmente em Veja saúde

Sinais …por Mágica Mistura

“A velocidade da nossa evolução espiritual está intimamente ligada a nossa busca interna pela verdade pessoal…nunca será rápida demais, nem lenta em demasia. Nosso espírito sente e sabe quando e como despertaremos, a missão então, é estarmos sensíveis e atentos às nossas sutis necessidades de conhecimento e Luz , aproveitando cada momento que o Universo nos proporciona.”

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Assista a “DERRETE NA BOCA! ESSE BISCOITO VOCÊ NUNCA FEZ! FÁCIL! RÁPIDO! ECONÔMICO! DELICIOSO! Isamara Amâncio” no YouTube

Café com biscoitinhos…quem nunca?!

De canela então…

Isamara Amâncio aqui!

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Assista a “OS DEGRAUS PARA A SABEDORIA: A VOZ DO SILÊNCIO! Prof. Ana Cristina Machado da Nova Acrópole” no YouTube

A imortal Helena Blavatsky revista em sua obra pela Professora Ana Cristina Machado, um legado atemporal que nunca cansamos de revisitar.

Nova Acrópole aqui!

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Assista a “Os vilarejos engolidos pelo aumento do nível do mar na Índia” no YouTube

Mudanças climáticas ou o Oceano simplesmente tomando de volta seu lugar?

A população litorânea na Índia têm sofrido na pele com essas mudanças no mar.

BBC NEWS aqui!

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Caos…por Mágica Mistura

“O caos é importante para o nosso crescimento pessoal, assim como a poda para o crescimento saudável das plantas.”

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Vacina do HPV reduz pra valer a incidência de câncer de colo de útero

Vacinar crianças e adolescentes contra o HPV é uma estratégia de saúde pública. A recomendação, chancelada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem como missão reduzir a circulação desse vírus que é sexualmente transmissível e causador de diversos tipos de câncer, com destaque para o tumor de colo de útero – o terceiro mais frequente na população feminina, atrás dos de mama e colorretal.

E um estudo publicado recentemente no jornal científico The Lancet mostra a magnitude do benefício. Com base em dados de um monte de mulheres, cientistas da Universidade King’s College, no Reino Unido – onde a campanha começou em 2008 –, investigaram o impacto do imunizante entre vacinadas e não vacinadas.

Eles concluíram que quem recebeu a injeção com 12 ou 13 anos apresentou, na fase adulta, uma redução de 87% no risco de desenvolver o câncer de colo de útero em comparação com quem não havia se vacinado.

“Há países, como a Austrália, que já sentem os efeitos dessa estratégia e esperam erradicar os casos de câncer de colo de útero até 2030”, relata a oncologista Marcela Bonalumi, do CPO Oncoclínicas e do Hospital Pérola Byington, em São Paulo.

Com a imunização de crianças e adolescentes, um dos tumores que mais matam mulheres pode virar coisa do passado

Vacina do HPV reduz pra valer a incidência de câncer de colo de útero

publicado originalmente em Veja saúde

“Divórcios” entre albatrozes aumentam com aquecimento do mar, indica estudo

Uma equipe de pesquisadores investigou albatrozes-de-sobrancelha (Thalassarche melanophris) que vivem nas Ilhas Maldivas por um período de 15 anos e percebeu que as taxas de “divórcio” entre esses pássaros aumentam junto com a temperatura da superfície do mar. Os albatrozes praticam a monogamia, regra entre 90% dos pássaros. Em algumas espécies, os relacionamentos podem se estender por décadas.

Mas a separação também é uma realidade no mundo animal, geralmente desencadeada por questões relacionadas à reprodução: o casal pode enfrentar problemas de fertilidade ou não se dar muito bem garantindo a sobrevivência de seus filhotes. Condições adversas do meio ambiente também podem levar à quebra do vínculo, como mostrou o novo estudo, publicado na revista Proceedings of the Royal Society B.

Separações são uma realidade no mundo animal, geralmente desencadeadas por problemas de reprodução. Mas condições adversas do meio ambiente também podem levar à quebra do vínculo.

“Divórcios” entre albatrozes aumentam com aquecimento do mar, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante