A Deusa…por Mágica Mistura

“Da floresta mágica, do mais encantado dos reinos, surgiu uma Deusa dourada. Seus negros cabelos e seu olhar de estrelas, encheram o mundo de magia, fazendo que para sempre, todos que provaram seu amor , nunca mais se sentissem sós.”

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Assista a “01- AMOR Segundo Gibran – Série “O Profeta” – Lúcia Helena Galvão” no YouTube

Khalil Gibran…uma análise da Professora Lúcia Helena Galvão … incrível!

Nova Acrópole aqui!

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Gratidão…por Mágica Mistura

“Ela ergueu as mãos e agradeceu …pelas dúvidas, pelas dificuldades, pelas pedras e espinhos. Agradeceu porque agora, decidida, plena e feliz, poderia finalmente iniciar seu caminho rumo ao desenvolvimento espiritual.”

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Mágicas Imagens ✨✨

Templo Polimata Caieiras SP Brasil

Historinha…por Mágica Mistura

Bem prá lá da amoreira, depois do riacho dourado

Mora um gnomo bondoso

Que cuida de um jardim encantado

Quem dera eu pudesse habitar

Na casinha ao lado dele

Cantar suas canções delicadas

Ouvir os sinos a soar…

Assoviar ao nascer da aurora

Dançar ao cair do dia…

De vizinhos , a Fada Rosa

Duende verde e Bruxa da Colina

Todos felizes e animados

Com cada semente que ali germina…

Visito ali de quando em quando

Sempre que o sono me domina

Volto porque os amo

Aqui encontro amigos

Que sabem levar a vida!

Mágica Mistura

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Papa critica redução de investimentos em educação e aumento em armas

Em mensagem divulgada para o Dia Mundial da Paz, celebrado em 1º de janeiro, o papa Francisco lamentou nesta terça-feira, 21, a redução dos investimentos em educação em muitos países e a ampliação do orçamento para a compra de armas. A equação, segundo ele, “aumenta o ruído ensurdecedor de guerras e conflitos”. 

“A busca por um processo genuíno de desarmamento internacional só pode ser benéfica para o desenvolvimento dos povos e nações liberando recursos financeiros mais bem usados ​​para saúde, escolas, infraestrutura, cuidado da terra e assim por diante”, afirmou. 

Ele dedicou cerca de um terço da mensagem de quatro páginas à educação, dizendo que houve uma “redução significativa” nos gastos com educação e treinamento em todo o mundo. Já os gastos militares aumentaram além dos níveis do final da Guerra Fria. 

“É chegada a hora, então, de os governos desenvolverem políticas econômicas destinadas a inverter a proporção dos recursos públicos gastos em educação e em armamentos”, observa Francisco na mensagem enviada aos chefes de Estado e organismos internacionais. 

As proporções dos gastos militares e com educação variam de país para país, mas as posições sobre o que aumentar e o que cortar costumam seguir linhas partidárias. Uma pesquisa do Pew Research Center em 2019 mostrou que, nos Estados Unidos, 84% dos democratas eram a favor de mais gastos com educação contra 56% dos republicanos e que 56% dos republicanos queriam mais gastos militares, contra 26% dos democratas.

O pontífice lamentou que, apesar dos inúmeros esforços, “agrava-se o drama da fome e da sede e continua a predominar um modelo econômico mais baseado no individualismo do que na partilha solidária”.

No discurso, que o papa costuma entregar aos chefes de Estado quando o visitam no Vaticano, Francisco propôs três maneiras de “construir uma paz duradoura”. Para ele, é preciso “diálogo entre gerações; a educação como fator de liberdade, responsabilidade e desenvolvimento; e, por fim, o trabalho para a plena realização da dignidade humana”.

Francisco também pediu um melhor equilíbrio entre uma economia de mercado livre e a necessidade de ajudar os necessitados e proteger o meio ambiente. “É preciso haver equilíbrio entre a liberdade econômica e a justiça social, como defende a doutrina social da Igreja”, afirma.

Em mensagem divulgada para o Dia Mundial da Paz, pontífice ressaltou que equação ‘aumenta o ruído ensurdecedor de guerras e conflitos’

Papa critica redução de investimentos em educação e aumento em armas

publicado originalmente em Veja

O terror psicológico do Natal

Lágrimas, expressão de pânico, tentativa de se desvencilhar e fugir. Não há um dia num shopping center em dezembro em que essa cena não se repita com crianças pequenas, colocadas contra a vontade no colo de uma espécie peculiar de bicho-papão: o Papai Noel. Ou melhor: o profissional simpático (espera-se) contratado para representar o ídolo de menininhas e menininhos mais sociáveis.

Mas esse medo irracional não é exclusividade dos pequerruchos. Adultos podem sofrer de transtornos mentais associados ao Natal, incluindo um conjunto de fobias que tornam esse período de festas a época mais atormentadora do ano. 

Fobias são medos desproporcionais aos riscos que ameaçam nossa integridade física ou psicológica. Mas que riscos maiores que encontrar uva passa no seu arroz podem estar relacionados ao Natal? Bem, os que podem bagunçar sua estabilidade emocional são muitos. 

Uma pesquisa feita na Austrália, pelo Exército da Salvação, mostrou que, para quase 30% dos adultos no país, a época do Natal é o período mais estressante do ano. Faz sentido: compras de presentes em lojas lotadas e em tempo de inflação nas alturas, encontros com tios politicamente intragáveis, os arranjos para o evento (se a festa for na sua casa)… O que não falta é motivo para estresse.

Já o Coaching Club, da Espanha, que atua nas áreas de orientação profissional e terapia, fez um levantamento que apontou um aumento de 25% no número de pessoas que procuram psicólogos para tratar de distúrbios emocionais associados especificamente a essa data comemorativa. 

“Esse fechamento de ciclo [representado pelo Natal] pode nos levar a uma avaliação inevitável do tempo decorrido e, como consequência, ansiedade, frustração ou tristeza motivada pela insatisfação pessoal com objetivos não cumpridos”, apontou Veronica Rodriguez, diretora da organização. 

E a Covid está contribuindo para esse estado sombrio da mente. Uma pesquisa apresentada dia 2 de dezembro pelo Instituto Francês de Opinião Pública (Ifop) revelou que um terço dos franceses agora se sente triste ou ansioso com a perspectiva da festa de Natal. Essa melancolia tem ligação com o medo de empobrecer por causa da incerteza econômica que vem na esteira do coronavírus.

Está aumentando o número de pessoas com transtornos mentais relacionados a essa data festiva. Ansiedade, depressão e até fobias estão na mesa antes mesmo de a ceia ser servida.

O terror psicológico do Natal

publicado originalmente em superinteressante

Perder 15% do peso impede evolução do diabetes e suas complicações

Um novo estudo publicado na revista científica The Lancet reúne evidências da importância da perda de peso no controle da diabetes tipo 2.

O levantamento aponta que reduzir os dígitos da balança em 15% pode impedir a evolução da doença e até reverter complicações metabólicas. Daí porque essa abordagem deveria ser priorizada entre pacientes com o quadro.

Isso ocorre porque a perda de peso está diretamente ligada à diminuição dos níveis de glicose no sangue, segundo um dos autores do estudo, o cirurgião Ricardo Cohen, que é coordenador do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM).

O elo entre obesidade e o diabetes do tipo 2

Para assimilar melhor esse achado, é importante voltar alguns passos e entender como uma situação está ligada à outra.

A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas e que tem como função colocar o açúcar vindo dos alimentos dentro das células, o que culmina na geração de energia.

No contexto do diabetes do tipo 2, a produção desse hormônio até acontece, mas ele não consegue fazer sua tarefa direito – é o que se chama de resistência à insulina. Como consequência, sobra açúcar na circulação, situação que abre brecha para uma série de encrencas, de perda de visão a infarto.

Uma das explicações para esse funcionamento capenga da insulina está na genética. Mas o grande fator que predispõe ao quadro mesmo é a obesidade.

+ LEIA TAMBÉM: Mais do que nunca, tratar o diabetes também protege o coração

Por isso, manejar o diabetes não significa simplesmente controlar a glicemia. “O tratamento da obesidade é que tem como efeito o equilíbrio do açúcar no sangue”, raciocina Cohen.

No fim das contas, perder peso representa uma proteção contra as piores complicações da doença, que são as doenças cardiovasculares e renais, cegueira e amputações.

“Muitas vezes o tratamento da obesidade deve envolver o uso de remédios ou cirurgia, já que, para alguns indivíduos, não é simples apostar apenas em dieta e exercícios físico”, completa o médico.

Colocar o tratamento da obesidade como prioridade tem como consequência a melhora da doença, segundo estudo

Perder 15% do peso impede evolução do diabetes e suas complicações

publicado originalmente em Veja saúde

Ranking avalia suporte dos países ao autocuidado

Federação Global de Autocuidado acaba de publicar o Self-Care Readiness Index, ferramenta inédita que analisa e ranqueia os países de acordo com seu suporte aos pilares do autocuidado — o que inclui alimentação balanceada, atividade física, práticas de higiene e uso consciente de remédios e produtos voltados à saúde.

Organização Mundial da Saúde (OMS) define autocuidado como “a capacidade de pessoas, famílias e comunidades promoverem e manterem a saúde, prevenirem doenças e lidarem com problemas e incapacidades com ou sem o suporte de um sistema provedor de saúde”.

O novo índice envolve dez nações, entre elas o Brasil, escolhidas após consultas à OMS, e leva em conta quatro critérios — presença de atores e estruturas que viabilizam o autocuidado, empoderamento dos cidadãos, políticas públicas e ambiente regulatório.

Após mergulhar em dados, pesquisas e entrevistas, o trabalho atribuiu notas aos países. “O Brasil obteve uma boa pontuação, ficando em quarto lugar no ranking, atrás apenas de Reino Unido, Estados Unidos e Tailândia”, conta Marli Sileci, vice-presidente executiva da Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip), uma das entidades que colaboraram com o mapeamento.

Primeiro índice que mensura o apoio das nações a um estilo de vida saudável mapeia dez países, entre eles o Brasil, e aponta o que precisa melhorar

Ranking avalia suporte dos países ao autocuidado

publicado originalmente em Veja saúde

PFAS, ‘produtos químicos eternos’,  circulam através do solo, ar e água, segundo estudo da Universidade de Estocolmo

Espuma PFAS se acumula na represa Van Etten Creek em Oscoda Township, Michigan. Fotografia: Jake May / AP

Por Tom Perkins para o “The Guardian”

“Produtos químicos para sempre” tóxicos de PFAS no oceano são transportados da água do mar para o ar quando as ondas atingem a praia. Esse fenômeno representa uma fonte significativa de poluição do ar, concluiu um novo estudo da Universidade de Estocolmo.

As descobertas, publicadas na Environmental Science & Technology, também explicam em parte como o PFAS chega à atmosfera e, eventualmente, precipita . O estudo, que recolheu amostras de dois sítios noruegueses, também conclui que a poluição “pode impactar grandes áreas do interior da Europa e outros continentes, além de zonas costeiras”.

O estudo da Universidade de Estocolmo destaca a mobilidade dos produtos químicos, que foram encontrados em ovos de pinguins e ursos polaresEspuma PFAS se acumula na represa Van Etten Creek em Oscoda Township, Michigan. Fotografia: Jake May / AP Por Tom Perkins para o “The Guardian” “Produtos químicos para sempre” tóxicos de PFAS no oceano […]

PFAS, ‘produtos químicos eternos’,  circulam através do solo, ar e água, segundo estudo da Universidade de Estocolmo

publicado originalmente em blog do pedlowski