Tudo que nos chega aos sentidos é absorvido por nosso espírito.
Professora Lúcia Helena Galvão em uma conversa clara e concisa.
Nova Acrópole aqui!

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Tudo que nos chega aos sentidos é absorvido por nosso espírito.
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“No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha um dia o próprio vento…”
🦋Mario Quintana

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Neurocientista adverte: as telas são um perigo para os nossos filhos
“Constante bombardeio perceptivo; desmoronamento das trocas interpessoais (especialmente intrafamiliares); perturbação tanto quantitativa quanto qualitativa do sono; amplificação das condutas sedentárias; e insuficiência de estimulação intelectual crônica…”. Eis um resumo do que as telas podem fazer com as crianças nas palavras do neurocientista francês Michel Desmurget, autor do recém-lançado A Fábrica de Cretinos Digitais (Vestígio).
Como o título anuncia, aguarde pedradas — cada uma delas embalada em diversos estudos — contra a onipresença de celulares, tablets, videogames, internet e redes sociais na rotina dos mais jovens. O autor, que é diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França, recorre à sua experiência na neurociência cognitiva e a centenas de trabalhos feitos com crianças e adolescentes mundo afora para construir a tese de que o uso abusivo de telas está piorando o desenvolvimento físico, psíquico e emocional da nova geração.

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A Fábrica de Cretinos Digitais
Autor: Michel Desmurget
Editora: Vestígio
Páginas: 352
E digamos que ele é bem convincente! Como pai de um bebê de 6 meses, fiquei assustado com o impacto de algumas horas diárias de vídeos ou joguinhos pelo celular na cabeça e no corpo da criançada. Desmurget não é um luddista que prega a destruição de smartphones e companhia. Ele reconhece o lado bom da tecnologia. Mas, e aí soa o alerta, as famílias (e as corporações da área) perderam a noção.
Em livro lançado no país, pesquisador francês rebate noções como a de “nativos digitais” e elenca os impactos do uso de telas no desenvolvimento infantil
Neurocientista adverte: as telas são um perigo para os nossos filhos
publicado originalmente em Veja saúde
Nossos amigos e guias espirituais.
Sempre tão amorosos com a humanidade, nos acompanham com carinho nesta jornada… outubro é o mês dos anjos…
Monica Buonfiglio nos trás mais sobre esse assunto que ela domina. 👼👼👼

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Olha que novidade legal!
Ciência e tecnologia a serviço da saúde e de um mundo melhor e mais saudável.
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Na última quinta-feira (7), o Congresso Nacional votaria um projeto de lei que previa liberação de R$ 690 milhões à ciência brasileira. O CNPq, principal órgão nacional de fomento à pesquisa, contava com esse dinheiro para pagar bolsas a pesquisadores. No entanto, após uma modificação na proposta, o dinheiro do CNPq desapareceu do dia para a noite.
O projeto de lei nº 16 (PLN 16) foi proposto em agosto deste ano. Originalmente, ele destinaria R$ 690 milhões ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Desse valor, R$ 655,4 milhões sairiam do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), que é subordinado ao MCTI.
Esse é um fundo para o qual os outros órgãos de ciência podem pedir financiamento quando as contas apertam. O CNPq, por exemplo, precisa pegar dinheiro desse fundo para pagar bolsas de pesquisa (já que o orçamento “garantido” do CNPq só daria para pagar 13% das bolsas aprovadas).
Os outros R$ 34,6 milhões viriam de créditos suplementares (um reforço no orçamento que estoura o teto de gastos e por isso precisa ser aprovado no Congresso) e iriam para a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), outro órgão subordinado ao MCTI. Esse dinheiro seria dedicado principalmente à produção de radiofármacos contra o câncer.
Recentemente o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) declarou que precisaria de 89,7 milhões para manter a produção de radiofármacos até dezembro – ou seja, os R$ 34,6 milhões não seriam suficientes. A produção desses medicamentos está interrompida desde o dia 20 de setembro, por falta de recursos.
Grande parte do dinheiro para pagamento de cientistas pelo CNPq, a maior agência de fomento do país, desapareceu da noite para o dia após canetada encomendada pelo Ministério da Economia.
Entenda o corte de R$ 600 milhões no orçamento da ciência brasileira
publicado originalmente em superinteressante





“Se em um instante se nasce e um instante se morre, um instante é o bastante pra vida inteira.”

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Desempenho « Escultura de fogo », La Miroiterie, Paris, França – 2006: Barbara Crane Navarro
« Os xamãs Yanomami que lutam contra a epidemia de xawara veem a imagem da doença aparecer forma de tiras de tecido escarlate. A epidemia de xawara está se aproximando e sua fumaça está vermelha brilhante! Ele transforma o céu em um fantasma […]
Yanomami e Árvores – Minas de Ouro e Ouro de luxo / COVID-19 propagado por garimpeiros… « Não – Pas de Cartier! » – A exibição: se estende para o próximo ano até 4 de dezembro de 2022
publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

O seu cachorro de estimação provavelmente identifica imediatamente (e com bastante alegria) a palavra “passear”. Talvez ele também conheça alguns comandos, como “sentar” ou “deitar” – mas talvez seja mais distraído quanto aos nomes de objetos do dia a dia, como os de seus brinquedos. Isso é comum entre os cães: de algum modo, eles têm maior facilidade com palavras associadas a ações.
Mas existem alguns cachorros excepcionalmente talentosos com palavras. Em um novo estudo, pesquisadores descobriram cães que podem aprender até 12 novos nomes de brinquedos em uma semana – e lembrar das palavras por pelo menos dois meses.
Os animais apresentaram suas habilidades ao Genius Dog Challenge (“desafio do cachorro gênio”, em inglês), realizado por pesquisadores da Hungria e que reúne aqueles que seriam os cães mais espertos do mundo. O desafio consiste em uma série de experimentos transmitidos ao vivo em redes sociais, nos quais os pets mostram suas habilidades, e faz parte de um projeto maior de pesquisa sobre aprendizagem e processamento de línguas em cachorros.
Uma nova pesquisa da Hungria descobriu pets com bastante talento para decorar nomes de objetos – um deles, inclusive, é brasileiro. Confira.
Estes cachorros “geniais” aprenderam o nome de até cem brinquedos
publicado originalmente em superinteressante