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A COP26, conferência da ONU sobre a emergência climática realizada em Glasgow, na Escócia, terminou com a aprovação de um documento que registra alguns avanços históricos no enfrentamento do problema. No entanto, os êxitos ainda estão bem aquém do necessário para garantir que a humanidade escapará dos efeitos mais arriscados do aquecimento global.
Entre outros pontos modestamente positivos, o texto aprovado em Glasgow por representantes diplomáticos de quase 200 países cita de maneira direta a diminuição do uso de carvão mineral (proporcionalmente, o mais poluente dos combustíveis fósseis) e o corte de subsídios para os combustíveis fósseis como um todo. Parece algo básico, mas o fato é que o carvão e os combustíveis fósseis nunca tinham sido citados “pelo nome” em nenhum documento das 25 COPs anteriores.
Após um final dramático, último documento da Conferência de Mudanças Climáticas da ONU também enfatiza o corte gradual do uso do carvão.
COP26 aprova documento que pede redução de subsídios a combustíveis fósseis
publicado originalmente em superinteressante
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Ao final da primeira semana da COP26, a Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas, a realidade vai se assentando de que os compromissos climáticos (salvo algumas boas promessas) por ora ainda deixam a desejar, com poucas soluções práticas e imediatas.
Em meio a isso, começou neste domingo (7) em Glasgow, onde ocorre a COP26, um encontro climático alternativo, que propõe trazer soluções e propostas negligenciadas entre as delegações internacionais.
O Encontro das Pessoas por Justiça Climática (People’s Summit for Climate Justice) é organizado pela Coalizão COP26, também responsável pelos protestos realizados globalmente no sábado. “Estamos criando um ‘movimento de movimentos’ para aprofundar e remoldar a compreensão da crise climática no norte global através de uma lente de justiça climática”, disse Asad Rehman, cofundador da coalizão e diretor da ONG War on Want.
O Encontro das Pessoas tem uma programação que vai até o dia 10, com eventos online e presenciais (realizados em Glasgow), e qualquer um pode se registrar para acompanhar . O objetivo é trazer vozes e ideias que os organizadores julgam estar ausentes da COP26: a discussão de um novo pacto verde global, o chamado “green new deal”; a responsabilização dos poluidores; a exploração do conhecimento ecológico indígena e o contraste entre a chamada neutralidade de carbono (que envolve promover ações para compensar o que se emite) e o real carbono zero (com o fim das emissões).
O Encontro das Pessoas por Justiça Climática apresenta propostas e soluções negligenciadas pelas delegações internacionais. Entenda.
COP26: Evento alternativo exerce pressão sobre países em Glasgow
publicado originalmente em superinteressante

A concentração de renda está entre os grandes vilões da crise do clima, indica um estudo divulgado nesta sexta (05/11) durante a COP26, conferência climática da ONU que acontece em Glasgow, na Escócia.
Dos anos 1990 para cá, as emissões de gases causadores do aquecimento global ficaram ainda mais concentradas no 1% mais rico da população mundial. Hoje, elas são 30 vezes mais altas do que deveriam ser se a humanidade quiser evitar mudanças climáticas perigosas (limitando o aumento da temperatura a menos de 1,5 ºC em relação aos níveis históricos).
Os dados vêm de um estudo feito pelo Instituto de Política Ambiental Europeia e o Instituto do Ambiente de Estocolmo (Suécia), a pedido da ONG Oxfam. Até 2030, o 1% mais rico estará emitindo 16% do total de CO2 produzido pela espécie humana. Em 1990, eles concentravam 13% das emissões.
Cada indivíduo desse grupo seleto de poluidores estará lançando no ar cerca de 70 toneladas de CO2 anualmente. Já as emissões dos 50% mais pobres da população ficarão em torno de 1 tonelada de gás carbônico por pessoa, por ano. “Uma elite minúscula parece ter ganhado passe livre para poluir”, declarou Nafkote Dabi, coordenadora de política climática da Oxfam.
A situação é preocupante mesmo quando são levados em conta os 10% mais ricos da população mundial. Se eles não restringirem seus padrões de consumo, o limite de emissões necessário para evitar um aquecimento superior a 1,5ºC poderá ser ultrapassado independentemente das ações dos outros 90% da humanidade. Os autores do relatório afirmam que é preciso impor restrições severas aos excessos do padrão de vida dos mais ricos, em setores como os voos particulares de avião e o uso de iates.
A conclusão é de uma pesquisa apresentada hoje (5) na COP26. Cada indivíduo da elite econômica mundial emite 70 toneladas de gases de efeito estufa anualmente.
1% mais rico emite 30 vezes mais que o necessário para conter aquecimento global
publicado originalmente em superinteressante

Sentir palpitação ou o coração acelerar tende a provocar um pensamento imediato: “será que é algum problema cardíaco?” Acontece que o aumento da frequência cardíaca pode ser também um sintoma de um episódio de ansiedade, algo que ficou mais comum em meio à pandemia do coronavírus. Só que diferenciar uma coisa da outra não é tão simples assim. Portanto, não dá para negligenciar essa tremedeira no peito.
Muitas vezes, o coração acelerado aparece junto a outros indícios, como sensação de desmaio, tontura, mal-estar e vista escura.
Caso ocorra de fato um desmaio, significa que falta oxigenação no cérebro e o coração está bombeando mais forte para tentar acelerar o processo e suprir essa carência. É preciso buscar ajuda o mais rápido possível, porque há risco de ser grave.
“Esse quadro é mais relacionado a taquicardias ventriculares, que atingem as câmaras inferiores do coração”, descreve o médico cardiologista Marcos Valério Coimbra de Resende, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp). Trata-se de um tipo de arritmia cardíaca.
Quando se trata de um problema supraventricular, que ocorre nos átrios, parte de cima do órgão, o perigo é menor. “Essa situação costuma ser frequente nos mais jovens, mas não afeta a estrutura do coração. É mais difícil de ser diagnosticada porque não se consegue documentá-la no pronto-socorro”, esclarece Resende. É que quando a pessoa chega ao atendimento, o ritmo cardíaco já está normal. Então, é preciso investigar com exames, como o eletrocardiograma, o ecocardiograma e até o holter 24 horas.
“Se a sensação for corriqueira, é preciso fazer o tratamento. Esse tipo de problema cardíaco não mata, mas incomoda, e a incidência é elevada”, relata o médico da Socesp.
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Já os mais velhos correm mais risco de ter umafibrilação atrial. Ela acomete a parte do coração onde se inicia o estímulo do batimento. “Há palpitação junto com tontura e sensação de desmaio. Como acontece mais em idosos, isso pode estar relacionado a outras doenças. Nessa fase da vida, é sempre indicado buscar ajuda imediata”, explica Resende.
Não é tão simples distinguir as duas situações e, por isso, faz sentido buscar auxílio médico
Coração acelerado: como saber se é ansiedade ou doença cardíaca?
publicado originalmente em Veja saúde

Uma coalizão formada por mais de 40 países se comprometeu a retirar totalmente o carvão mineral (o mais poluente dos combustíveis fósseis) da sua matriz energética ao longo das décadas de 2030 e 2040. A iniciativa foi anunciada durante a COP26, conferência da ONU sobre a crise climática que acontece na Escócia.
“Nações de todos os cantos do mundo se uniram em Glasgow para declarar que o carvão não terá papel algum no futuro da nossa geração de energia. Os compromissos ambiciosos adotados por nossos parceiros internacionais demonstram que o fim do carvão já está à vista”, declarou Kwasi Kwarteng, secretário de negócios do Reino Unido, país anfitrião da conferência.
Assim como acontece no caso dos demais combustíveis fósseis, a queima do carvão leva a emissões de CO2 (dióxido de carbono), gás que retém o calor perto da superfície da Terra. A questão é que as usinas de carvão mineral possuem alta intensidade de emissões mesmo quando comparadas às que usam gás natural, outra fonte de energia de origem fóssil.
O carvão é o mais poluente dos combustíveis fósseis, com alta intensidade de emissões de CO2. EUA e China ficaram de fora do acordo.
COP26: Grupo com mais de 40 países se compromete a eliminar uso do carvão mineral nas próximas décadas
publicado originalmente em superinteressante

Em um dos primeiros resultados significativos da COP26, a Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas, que começou no domingo (31), em Glasgow, representantes de mais de cem países assinaram um acordo com o objetivo de zerar o desmatamento global até 2030. Chamada de Forest Deal, a iniciativa tem apoio de vários países do mundo desenvolvido e a adesão de China e Brasil.
A negociação prevê o investimento de US$ 19,2 bilhões em recursos públicos e privados em ações de preservação de florestas, combate a incêndios, reflorestamento e proteção de territórios indígenas.
A adesão do Brasil é especialmente relevante, considerando que a maior parte da Amazônia, maior floresta tropical do planeta, está localizada em seu território. Também vale dizer que os termos do acordo contrastam com a política recente adotada pelo governo brasileiro, que afrouxou controles, fiscalização e punição de desmatamento ilegal.
De acordo com o embaixador brasileiro Paulino Franco de Carvalho Neto, que chefia as tratativas da delegação brasileira na COP26, a adesão traz uma “nova postura” do governo na área ambiental.
Dos US$ 19,2 bilhões destinados à proteção de florestas, algo como US$ 12 bilhões virão de 12 países, dentre os quais se destacam Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, França e Alemanha. Eles serão distribuídos para países em desenvolvimento entre 2021 e 2025. Há a expectativa de que o Brasil seja um destino importante dos recursos, ao lado de outros países com vastas florestas tropicais, como Indonésia e Congo.
Negociação prevê o investimento de US$ 19,2 bilhões. O Brasil faz parte da iniciativa, e deve receber uma parte considerável dos recursos.
Acordo entre mais de 100 países prevê zerar desmatamento global até 2030
publicado originalmente em superinteressante