Berçário com 60 milhões de ninhos de peixes é descoberto na Antártida

Imagine ter um sangue tão transparente quanto vodca. Os peixes da família Channichthyidae – conhecidos em inglês como icefish ou “peixes do gelo” – não carregam uma única molécula de hemoglobina no sangue. Em humanos, essa proteína presente nas hemácias é responsável por transportar oxigênio e dar a cor avermelhada ao sangue. 

Os “peixes de gelo” não precisam de hemoglobina ou hemácias, já que toda sua pele funciona como um grande pulmão, absorvendo oxigênio diretamente da água ao redor. Isso permite que eles suportem temperaturas em torno de 1 ºC – apenas o suficiente para a água não congelar. Nessas temperaturas, os glóbulos vermelhos se tornam mais difíceis de bombear, e poderiam congelar facilmente.

hack adaptativo deu certo. Esses peixes vivem relativamente escondidos dos humanos no mar da Antártida. Pesquisadores do Instituto Alfred Wegener, na Alemanha, descobriram um berçário de icefish no fundo do Mar de Wenddell, próximo à península antártica. Estima-se que a área esteja coberta com mais de 60 milhões de ninhos – caracterizando-o como o maior berçário de peixes já descoberto. A pesquisa foi publicada no periódico Current Biology.

A colônia de peixes foi encontrada pela primeira vez em fevereiro de 2021. A embarcação RV Polarstern filmou o fundo do Mar Wenddell enquanto enviava as imagens à equipe de pesquisadores. A embarcação encontrou mais de 16 mil ninhos durante quatro horas de navegação. Após mais duas pesquisas de campo, os cientistas estimaram uma área de 240 quilômetros quadrados coberta por ninhos – separados por apenas 25 centímetros entre si.

Cada ninho tem 1,7 mil ovos e é protegido por um peixe adulto. Até então, pesquisadores só haviam encontrado berçários com, no máximo, 40 ninhos dessa espécie. Os cientistas acreditam que a abundância de ninhos tenha a ver com a temperatura da água no local, que é 2 ºC mais alta do que os arredores. Essa porção de água também tem muitos plânctons, que servem de comida aos filhotes quando os ovos racham.

Localizado no Mar de Wenddell, esse pode ser o maior berçário de peixes já descoberto. Entenda como esses animais sobrevivem às temperaturas congelantes.

Berçário com 60 milhões de ninhos de peixes é descoberto na Antártida

publicado originalmente em superinteressante

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Ai que coisinha linda!

Sim, os morcegos são fofos, eu me rendo!

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Sim, o clima está respondendo à altura todos os ataques à Mãe Terra.

Que possamos despertar e começar a mudança que o Universo espera de nós.

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Imagens extraordinárias que mostram a beleza submersa da maior planície alagada do mundo.

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O que esperar de 2022 na área ambiental no Brasil — Ecoamazônia

O ano de 2021 foi muito difícil para nosso país, em vários aspectos. Não só pela pandemia da covid-19, mas, principalmente, pela forte degradação econômica, social e política que estamos vivenciando. Na área ambiental, observamos a degradação crescente e acelerada dos biomas brasileiros, além da contaminação das águas, solos e atmosfera. De modo mais geral,… O […]

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publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Alasca registra recorde de 20ºC em pleno inverno

O estado americano do Alasca, que tem parte do seu território dentro do Círculo Polar Ártico, foi surpreendido nesta semana com temperaturas de 19.5ºC.

Segundo meteorologistas dos Estados Unidos, a marca jamais foi registrada durante o inverno, quando as temperaturas na região chegam a cair a até 50ºC negativos.

A onda de calor vem sendo classificada por climatologistas como “absurda” para esta época do ano, em que o frio costuma atingir seu auge. De acordo com estudiosos do clima, o episódio provavelmente está relacionado ao aquecimento global.

Na comunidade de Cold Bay, os termômetros marcaram oito dias de temperatura dos 10ºC, enquanto que o vilarejo de Unalaska registrou 13,3ºC no dia 25, o dia de Natal mais quente da história do Alasca.

Estado americano também é atingido por chuvas torrenciais

Alasca registra recorde de 20ºC em pleno inverno

publicado originalmente em Veja

Garimpo na Amazônia: “O coração da floresta e suas veias são impactados” — Ecoamazônia

Imagens das fileiras de balsas de garimpo no Rio Madeira, perto do município de Autazes, no Amazonas, percorreram o Brasil e o mundo desde o começo da semana. Diretora de Ciência no IPAM e coordenadora do MapBiomas Fogo, Ane Alencar lembra que a atividade garimpeira na Amazônia “sempre existiu, mas nunca com estas proporções”: segundo… Garimpo […]

Garimpo na Amazônia: “O coração da floresta e suas veias são impactados” — Ecoamazônia

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

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Começar a semana com notícias da ecologia e natureza é necessário…vamos tomar consciência!

Caatinga a ser preservada, animais ameaçados,biomas e muito mais…

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Árvores tropicais crescem menos em anos mais quentes, mostra estudo

As árvores nas florestas tropicais crescem menos em anos mais quentes, segundo um novo estudo publicado no periódico Journal of Geophysical Research. Isso sugere que, com o aumento de temperatura provocado pelas mudanças climáticas, essas florestas podem passar a absorver menos gás carbônico da atmosfera.

Deborah e David Clark – um casal de pesquisadores da Universidade de Missouri-St Louis, nos Estados Unidos – passaram décadas na Estação Biológica La Selva, um local no nordeste da Costa Rica em que cientistas do mundo todo se dedicam à investigação da floresta tropical.

De 1997 a 2018, eles fizeram medições detalhadas da floresta, avaliando a produção de madeira das árvores, seu crescimento e o acúmulo de folhas, galhos e outros materiais orgânicos no solo.

Pesquisadores analisaram a floresta tropical da Costa Rica por 21 anos e perceberam possível declínio de produtividade – que pode significar menos absorção de CO2 pelas árvores.

Árvores tropicais crescem menos em anos mais quentes, mostra estudo

publicado originalmente em superinteressante

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Um passeio pela história natural e pela vida que pulsa neste nosso Planeta Terra…

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