Nenhuma gota a mais!!! — Existe Guarani em São Paulo

O mote é impactante: “Sangue Indígena, Nenhuma gota a mais”, e pretende chamar a atenção para o etnocídio em curso no Brasil. Um genocídio cultural que se tem estado a traduzir num crescente número de ataques e conflitos violentos em territórios indígenas, deixando um rasto de mortes. Muitos dos mortos são líderes indígenas e activistas ambientais. Gaia […] […]

Nenhuma gota a mais!!! — Existe Guarani em São Paulo

publicado em Bárbara Crane Navarro

Com general, com Congresso, com tudo: Brasil esquece a COP26 e abre a porteira ao garimpo na Amazônia — Antropofagista

El País – General Heleno autoriza projeto para explorar ouro na região mais protegida da floresta, enquanto o vice-presidente Mourão, do Conselho da Amazônia Legal, assiste aos piores índices em 15 anos. “O Governo levou um Brasil que não existe à COP26”, critica Greenpeace. “Inaceitáveis”, definiu o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, ao comentar… Com […]

Com general, com Congresso, com tudo: Brasil esquece a COP26 e abre a porteira ao garimpo na Amazônia — Antropofagista

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Assista a “Os cientistas que tentam ‘recriar o sol’ para gerar energia limpa” no YouTube

Avanços tecnológicos a serviço da humanidade… interessante!

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Assista a “Repórter Eco | 23/01/2022” no YouTube

A semana começa bem.

Ecologia, ativismo e natureza…

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Esta floresta na Austrália está queimando há 6 mil anos

Por Maria Clara Rossini

A Austrália está repleta de reservas florestais. Os moradores de Sydney viajam quatro horas de carro até um parque nacional famoso, onde aproveitam para caminhar, fazer piqueniques e observar pássaros. Com um detalhe: esse parque vive um incêndio que já dura 6 mil anos. Não à toa, a região ganhou o apelido de Burning Mountain– “montanha que queima”.

O incêndio não preocupa os visitantes. Tudo acontece a 30 metros de profundidade do solo, onde existe uma camada de carvão que ocorre naturalmente em todo o planeta. Não há chamas, e sim carvão em brasa que lembra uma churrasqueira em final de festa.

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Há evidências do que está acontecendo debaixo da terra: o chão quente, a fumaça que sai do solo, as cinzas brancas, as rochas vermelhas e amarelas, além de um cheiro de enxofre – resultado da queima dos minerais da montanha. Acima do incêndio não há planta que sobreviva.

O incêndio não ocupa toda a reserva. O pesquisador Guillermo Rein, do Imperial College de Londres, estima que a área queimada tenha cinco e dez metros de diâmetro, e que a temperatura da brasa fique em torno de 1.000 ºC. Ele se move a uma velocidade de um metro por ano, cada vez consumindo mais carvão.

“Onde o incêndio ainda não chegou você vê uma floresta de eucalipto. Onde o incêndio está agora não há nada vivo, nem grama”, disse Rein à ScienceAlert. “E onde o incêndio estava entre 20 e 30 anos atrás, a floresta voltou, mas está diferente. O incêndio moldou a paisagem”.

Como começou o incêndio?

Quando um incêndio desse tipo começa, é quase impossível apagá-lo. Ele se espalha por onde tiver carvão. Há exemplos mais recentes ao redor do mundo: a cidade de Centralia, nos Estados Unidos, foi abandonada devido a um incêndio subterrâneo que se alastra desde 1962. A maioria deles é causado devido à ação humana, como acidentes de mineração.

Burning Mountain é um caso à parte. O incêndio foi descoberto em 1828, quando um morador local confundiu o fenômeno com vulcanismo. No ano seguinte, o geólogo Charles Wilton percebeu que se tratava de um incêndio de carvão subterrâneo. As medições mostram que a brasa se alastrou por 6,5 quilômetros – o que equivale a 6 mil anos de incêndio.

É pouco provável que ele tenha sido causado pela ação humana. Entre as hipóteses estão a queda de um raio e combustão espontânea. Essa última ocorre quando o carvão está perto da superfície, exposto ao oxigênio e ao Sol. A temperatura necessária para iniciar a combustão do carvão varia entre 35ºC e 140ºC.

O incêndio subterrâneo na “Burning Mountain” é considerado o mais antigo da história. Entenda o fenômeno por trás da combustão quase impossível de apagar.

Esta floresta na Austrália está queimando há 6 mil anos

publicado originalmente em superinteressante

Garimpo ilegal: barro escurece águas do ‘Caribe Amazônico’ em Alter do Chão  — Brasdangola Blogue

Moradores e turistas do balneário de Alter do Chão, localizado em Santarém, veem crescimento da mineração como causa do fenômeno Fonte: Garimpo ilegal: barro escurece águas do ‘Caribe Amazônico’ em Alter do Chão – Rede Brasil Atual Garimpo ilegal: barro escurece águas do ‘Caribe Amazônico’ em Alter do Chão  — Brasdangola Blogue

Garimpo ilegal: barro escurece águas do ‘Caribe Amazônico’ em Alter do Chão  — Brasdangola Blogue

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Pajé também é mulher — Existe Guarani em São Paulo

Natural da aldeia de Mutum, no interior do Acre, Hushahu Yawanawá sempre teve vontade de experimentar o uní, nome indígena para a ayahuasca. No entanto, seu povo dizia que as mulheres podiam morrer ou enlouquecer após consumir a bebida. “Percebi que isso era só um discurso dos homens para evitar que fizéssemos parte do ritual”, […] […]

Pajé também é mulher — Existe Guarani em São Paulo

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Com mudanças climáticas, tubarões se afastam de áreas de proteção no Atlântico

O ano de 2021 marcou um novo recorde: pelo sexto ano consecutivo, as temperaturas dos oceanos aumentaram. Esse fenômeno é um dos protagonistas quando se fala em mudanças climáticas e tem uma porção de consequências preocupantes. Uma das principais é o aumento do nível dos oceanos, que acontece a partir da expansão térmica: à medida que as águas absorvem calor, elas aumentam de volume.

O aquecimento também pode levar ao derretimento mais acelerado das geleiras e a mudanças nos padrões de ventos e chuvas ao redor do planeta (que podem intensificar furacões e tufões), além de dificultar a absorção de carbono da atmosfera pelos oceanos.

Mas não para por aí. As mudanças de temperatura podem alterar diretamente o comportamento de espécies marinhas e, assim, bagunçar ecossistemas ao redor do mundo. Um exemplo recém-descoberto é o caso dos tubarões-tigre (Galeocerdo cuvier) no Oceano Atlântico – próximo à costa nordeste dos Estados Unidos.

Uma equipe de pesquisadores combinou quase dez anos de dados de satélites com 40 anos de dados de rastreamento desses animais. Assim, descobriu que as mudanças de temperatura das águas provocam mudanças nos padrões migratórios da espécie. As descobertas foram publicadas na última quinta-feira (13), no periódico científico Global Change Biology.

Para realizar o estudo, os cientistas capturaram 47 tubarões entre a Flórida (nos Estados Unidos) e o norte de Bahamas, para equipá-los com dispositivos de rastreamento por satélite e monitorar as migrações dos animais – algo que rolou entre 2010 e 2019.

Pesquisadores combinaram dados de satélites com dados de rastreamento dos tubarões e descobriram que o aquecimento das águas provoca mudanças em padrões migratórios.

Com mudanças climáticas, tubarões se afastam de áreas de proteção no Atlântico

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Repórter Eco | 16/01/20222” no YouTube

Ecologia, beleza e preservação…

A esperança do planeta em nossas mãos.

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Assista a “CANGURUS – COMO É O SEU NASCIMENTO? E O CRESCIMENTO DENTRO DA BOLSA? QUANTO TEMPO LEVA PARA SAIR?” no YouTube

O símbolo da Austrália é uma gracinha, não é mesmo?

Vamos conhecer melhor o canguru?

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