Temperaturas anormais levam a 5 milhões de mortes por ano, indica estudo

Temperaturas anormais relacionadas às mudanças climáticas podem ser a causa de mais de 5 milhões de mortes por ano em todo o mundo, segundo estudo liderado pela Universidade Monash, na Austrália, e publicado na revista The Lancet Planetary Health.

A equipe internacional de pesquisadores analisou dados de 2000 a 2019 – um período em que as temperaturas globais aumentaram 0,26 °C por década – e constatou que as mortes por temperaturas elevadas aumentaram em todas as regiões estudadas. Não só as temperaturas quentes levaram às mortes: o frio fora do comum também se mostrou fatal.

Pesquisadores analisaram dados de 750 locais ao redor do mundo referentes ao período de 2000 a 2019 para medir o impacto das variações climáticas nas taxas de mortalidade.

Temperaturas anormais levam a 5 milhões de mortes por ano, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante

Salmão de cativeiro liberou vírus no mar

O vírus PRV-1, que ataca os rins e o fígado dos salmões que vivem na costa do Canadá, se originou numa “fazenda aquática” de criação de peixes na Noruega, de onde ele escapou três décadas atrás.

Isso foi comprovado por um estudo (1) que sequenciou o código genético de 86 amostras do PRV-1 coletadas em vários pontos do Pacífico e do Atlântico nos últimos 35 anos e conseguiu reconstruir a história evolutiva do vírus.

Vírus PRV-1, que infecta e mata peixes no litoral do Canadá, se originou bem longe dali: em uma criação na Noruega

Salmão de cativeiro liberou vírus no mar

publicado originalmente em superinteressante

Agronegócio como vetor de surto de COVID-19 em Campos dos Goytacazes

As evidências de que o chamado “agronegócio” (cujo nome verdadeiro é latifúndio agro-exportador) é um dos principais responsáveis pela ampla circulação do Sars-Cov-2 no Brasil são inúmeras e já estão sendo documentadas pelos pesquisadores brasileiras sob a forma de artigos científicos.  Mas agora uma reportagem do Portal Viu mostra que mesmo aqui na planície dos […]

Agronegócio como vetor de surto de COVID-19 em Campos dos Goytacazes

publicado originalmente em blog do pedlowski

Assista a “O problema das queimadas” no YouTube

O problema abrangente e destruidor das queimadas…

Doutor Drauzio Varella e especialistas trazem esse assunto à tona.

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« Você não entende por que queremos proteger nossa floresta? Me pergunte, eu vou te responder! »

Homens Yanomami com arcos e flechas, pintura corporal e enfeites de penas, Amazonas, Venezuela – foto: Barbara Brändli

« Você não entende por que queremos proteger nossa floresta? Me pergunte, eu vou te responder! Nossos ancestrais foram criados com ele no início dos tempos. Desde então, nosso povo comeu sua caça e seus frutos. Queremos que […]

« Você não entende por que queremos proteger nossa floresta? Me pergunte, eu vou te responder! »

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Lobos criados por humanos não entendem as pessoas tão bem quanto os cães, indica estudo

Não é por acaso que o cão é conhecido como o melhor amigo do homem. Se você tem um companheiro de quatro patas, provavelmente sente que ele te entende apenas com um olhar (ou alguns poucos gestos). Essa aptidão dos cães para se comunicar e interagir conosco remete ao passado evolutivo do animal – e um estudo acaba de oferecer as maiores evidências para isso até agora.

A teoria que o estudo buscou confirmar é de que as habilidades que permitem aos cães entenderem gestos humanos – o que nós sentimos e queremos dizer em algumas situações – vem do processo milenar de domesticação.

Pesquisadores compararam filhotes de cachorro e de lobo em testes e desafios. Os cães foram 30 vezes mais propensos a se aproximar de um humano desconhecido, confirmando uma hipótese evolutiva.

Lobos criados por humanos não entendem as pessoas tão bem quanto os cães, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Repórter Eco | 11/07/2021” no YouTube

As onças pintadas na Reserva Mamirauá que sobrevivem sobre as árvores…

A jornalista Kátia Brasil e a agência Amazônia Real,em um trabalho magnífico na divulgação e defesa da floresta…

Isso tudo e muito mais no Repórter Eco desta semana…

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Forças Armadas atuarão em 26 municípios para coibir desmatamento — Ecoamazônia

O Conselho Nacional da Amazônia Legal, comandado pelo vice-presidente Hamilton Mourão, apresentou nesta terça-feira (6) uma lista de 26 municípios que serão o foco da atuação das Forças Armadas na prevenção e repressão a delitos ambientais. As localidades estão situadas em quatro estados: Amazônia, Rondônia, Pará e Mato Grosso. Os detalhes da Operação Samaúma, como… Forças […]

Forças Armadas atuarão em 26 municípios para coibir desmatamento — Ecoamazônia

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

A sabedoria indígena é crucial para a sobrevivência da humanidade — Ecoamazônia

Em um momento em que todos são desafiados a repensar sua existência para reconstruir um mundo melhor após a pandemia, o conhecimento tradicional dos povos indígenas tem muito a contribuir – e isso vai além da conservação das florestas. “A gente tem uma tendência a pensar nos indígenas como ‘guarda-parques’, porque onde eles estão o… A […]

A sabedoria indígena é crucial para a sobrevivência da humanidade — Ecoamazônia

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

O genocídio colonial na Amazônia pode ser medido?

 Foto: Darrell Posey / Archive Suchanek

Quantas pessoas viviam nas Américas antes da chegada de Colombo? E quantos deles na Amazônia? E em que medida a colonização europeia levou ao genocídio, ou seja, ao despovoamento desta maior região de floresta tropical? Essas são duas questões na ciência histórica que foram altamente controversas por décadas. Dependendo da abordagem da pesquisa, as estimativas da população pré-colombiana da região amazônica variam de 500.000 a 20 milhões de pessoas. De acordo com um estudo publicado em 2019 (“Quaternary Science Reviews”, vol. 207, p. 13), a colonização da América do Norte e do Sul pelos europeus nos séculos 15 e 16 levou a um genocídio massivo com um declínio populacional estimado em 90 para 95%. 

[…]

O genocídio colonial na Amazônia pode ser medido?

publicado originalmente em blog do pedlowski