Você mesmo 🦋

Experimente pisar na bruma

Ande aonde ninguém foi

Veja o que ninguém viu,

Solte-se com a fé que só você tem

Num mirabolante e fantástico salto

Um desses de perder o fôlego…

Então voe como um pássaro

Soberano, livre e belo

Sentindo o poder do Cosmos

Que pulsa e habita em ti

Vença o bom combate com teu ego

Sinta o desejo da tua alma

Aquilo que é mais precioso pra ti

… e dê-se esse presente..

Porque ninguém vai pisar por você

Nenhum outro andará por ti

E com teus olhos, só tu vês

Sintonize o que de mais profundo

Em teu íntimo reside e vive

E dali extraia tudo

Todo bem,sabedoria e verdade

Tudo que precisas para ser livre …

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A flor…por Carlos Drummond de Andrade

“Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que uma flor nasceu.
É feia. Mas é flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio.”

🌻Carlos Drummond de Andrade

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Assista a “PARA ENTENDER O MARCO TEMPORAL” no YouTube

Em meio a manifestações dos povos originários pelos seus direitos , talvez fiquem algumas dúvidas sobre o que estes irmãos já passaram e continuam passando.

Meteoro Brasil dá uma aula de história , são fatos e fotos reais que nos dão uma dimensão da crueldade com que foram dizimados nossos antepassados ,sim, nossos antepassados…pois quem não têm sangue indígena ( como eu ) com certeza é humano ,e faz parte da mesma saga.

Que nos sirva de alerta e lição… ninguém nunca deveria ter de abrir mão de sua cultura, crenças e terras na base do facão, arma de fogo e todo tipo de barbaridade.

Sem mais …

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Assista a “BOLO DE TAPIOCA MAIS RÁPIDO QUE JÁ FIZ – É SÓ MEXER – SEM FORNO – FÁCIL E DELICIOSO -Isamara Amâncio” no YouTube

Tire um tempo e já preparar essa delícia!

Isamara Amâncio aqui 💝

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Pato australiano aprende a pronunciar insulto – como se fosse um papagaio

Na natureza, os patos almiscarados (Biziura lobata) aprendem a emitir assobios agudos com as aves mais velhas do bando. Ripper, um integrante da espécie criado em cativeiro na Austrália, teve um método de ensino diferente. Sem veteranos para ensiná-lo os barulhos característicos da espécie, ele acabou reproduzindo os sons que escutava no ambiente ao seu redor – o que envolvia desde xingamentos utilizados pelos humanos até a bateção de portas do aviário. 

O comportamento de Ripper foi notado pela primeira vez há mais de 30 anos, mas ainda não havia sido descrito em revistas científicas. Agora, um pesquisador da Universidade de Leiden, nos Países Baixos, resolveu mudar esse cenário. O etólogo Carel Ten Cate resgatou áudios antigos e redigiu um artigo sobre a aprendizagem vocal de patos almiscarados, que foi publicado no jornal Philosophical Transactions of the Royal Society B.

Estudo recém-publicado descreve comportamento do animal, que não é comum na espécie; vocalizações estão relacionadas à criação em cativeiro

Pato australiano aprende a pronunciar insulto – como se fosse um papagaio

publicado originalmente em superinteressante

Antes do T. Rex, este dinossauro estava no topo da cadeia alimentar

O Tiranossauro Rex nem sempre foi o rei dos dinossauros. Na verdade, durante a maior parte da existência dos dinossauros, ele nem estava lá (os primeiros dinos surgiram há 230 milhões de anos, e o T. Rex só apareceu há 70 milhões de anos). Antes dele, um dos répteis que botava medo dos outros bichos era o Ulughbegsaurus uzbekistanensis, uma espécie de ​​carcarodontossauro descrita recentemente.

Carcharodontosaurus é um gênero de dinossauro que viveu há cerca de 100 milhões de anos. O nome vem do latim e significa “lagarto com dente de tubarão”, justamente pelos dentes afiados característicos desses animais. Ele andava nas duas patas traseiras e tinha braços curtinhos. Os tiranossauros já existiam nessa época, mas eram bem menores quando comparados aos carcarodontossauros ou mesmo ao T. Rex, que surgiu depois.

O Ulughbegsaurus uzbekistanensis era duas vezes maior que os tiranossauros da sua época. Sua extinção abriu espaço para que a concorrência aumentasse de tamanho.

Antes do T. Rex, este dinossauro estava no topo da cadeia alimentar

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Engenheiros do Hawaii – [1991] Herdeiro da Pampa Pobre (video clip)” no YouTube

🐴 Herdeiro da Pampa Pobre

Mas que pampa é essa que eu recebo agora
Com a missão de cultivar raízes
Se dessa pampa que me fala a história
Não me deixaram nem sequer matizes

Passam as mãos da minha geração
Heranças feitas de fortunas rotas
Campos desertos que não geram pão
Onde a ganância anda de rédeas soltas

Se for preciso, eu volto a ser caudilho
Por essa pampa que ficou prá trás
Porque eu não quero deixar pro meu filho
A pampa pobre que herdei de meu pai

Que pampa é essa que eu recebo agora
Com a missão de cultivar raízes
Se dessa pampa que me fala a história
Não me deixaram nem sequer matizes

Passam as mãos da minha geração
Heranças feitas de fortunas rotas
Campos desertos que não geram pão
Onde a ganância anda de rédeas soltas

Se for preciso, eu volto a ser caudilho
Por essa pampa que ficou prá trás
Porque eu não quero deixar pro meu filho
A pampa pobre que herdei de meu pai
Eu não quero deixar pro meu filho
A pampa pobre que herdei de meu pai

Herdei um campo onde o patrão é rei
Tendo poderes sobre o pão e as águas
Onde esquecido vive o peão sem lei
De pés descalços cabresteando mágoas

O que hoje herdo da minha grei chirua
É um desafio que a minha idade afronta
Pois me deixaram com a guaiaca nua
Para pagar uma porção de contas

Se for preciso, eu volto a ser caudilho
Por essa pampa que ficou prá trás
Porque eu não quero deixar pro meu filho
A pampa pobre que herdei de meu pai
Eu não quero deixar pro meu filho
A pampa pobre que herdei de meu pai

Se for preciso, eu volto a ser caudilho
Por essa pampa que ficou prá trás
Porque eu não quero deixar pro meu filho
A pampa pobre que herdei de meu pai
Não, não eu não quero deixar pro meu filho
A pampa pobre que herdei de meu pai
Não eu não quero deixar pro meu filho
A pampa pobre que herdei de meu pai

A pampa pobre que herdei de meu pai

🐴 Fonte: MusixmatchCompositores: Gaucho Da Fronteira / Vaine Darde

Letra de Herdeiro da Pampa Pobre © Latino Editora Musical Ltda

Tavares RS Brasil

*imagem destacada do Pinterest

Assista a “MATRIX: IMPACTO FILOSÓFICO” no YouTube

A saga Matrix trás consigo uma mensagem filosófica e instigante…

Meteoro Brasil em uma análise super legal!

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Assista ao primeiro (e único) vídeo colorido de um lobo-da-tasmânia.

O lobo-da-tasmânia foi uma espécie de mamífero que viveu na Austrália até 85 anos atrás. Em também é conhecido como “tigre-da-tasmânia” em outras línguas, graças às listras que carrega na parte inferior das costas. Assim como os cangurus e coalas, o lobo-da-tasmânia era um marsupial – ou seja, tinha uma bolsa no abdômen onde carregava os filhotes. O último animal em cativeiro, chamado Benjamin, morreu no dia 7 de setembro de 1936, e a espécie foi declarada extinta.

A maioria das pessoas vivas hoje não teve a sorte de conhecer a espécie. O que restou foram algumas gravações curtas do animal, que totalizam três minutos de vídeo. Todos foram filmados em preto e branco, é claro, mas o National Film and Sound Archive da Austrália (NFSA) submeteu um dos trechos à colorização e divulgou o primeiro vídeo colorido do animal. Veja abaixo.

A espécie foi extinta em 1936. O vídeo do último animal vivo foi gravado em preto e branco – e agora ganhou vida graças a técnicas de colorização

Assista ao primeiro (e único) vídeo colorido de um lobo-da-tasmânia.

publicado originalmente em superinteressante

Mulheres nativas, mulheres originais: « Reflorestar espíritos para a cura da Terra! »

De 7 a 11 de setembro, vários milhares de mulheres de 150 nações indígenas se reuniram para marchar juntas em Brasília em favor dos direitos garantidos a elas na Constituição do Brasil e contra o limite do « marco temporal » e outras políticas anti-nativos do Presidente Bolsonaro. « Procuramos garantir nossos territórios para as gerações presentes e […]

Mulheres nativas, mulheres originais: « Reflorestar espíritos para a cura da Terra! »

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro