Aproveite seu pãozinho até o último pedaço.
Isamara Amâncio por aqui!

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Parte dessa droga é excretada na urina humana – e as estações de tratamento de esgoto não são equipadas para retirar a substância, que acaba indo parar em rios e córregos. Cientistas da República Tcheca fizeram uma experiência (1): dividiram um grupo de 120 trutas em dois tanques e colocaram metanfetamina num deles (na mesma concentração encontrada em rios do país).
Dois meses depois, os peixes expostos à droga foram retirados e colocados em outro tanque – onde só havia metanfetamina em um dos compartimentos. Eles imediatamente nadaram em direção à droga, demonstrando vício – e então, sob efeito da substância, ficaram letárgicos.
Fonte 1. Methamphetamine pollution elicits addiction in wild fish. T Randál e outros, 2021.
Depois de ser usada por humanos, substância vai parar em rios – onde continua agindo
Peixes também podem se viciar em metanfetamina
publicado originalmente em superinteressante

O Supremo Tribunal Federal proibiu hoje o uso de mercúrio no garimpo em Roraima. O programa Criança e Natureza atuou no caso em defesa da vida e da saúde das crianças indígenas Terminou hoje, 15 de setembro, o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade n. 30 more words Defender as crianças indígenas e seus territórios é defender […]
Defender as crianças indígenas e seus territórios é defender o patrimônio de toda a humanidade — Ecoamazônia
publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro
Sim,essa pessoa faz tudo que pode para dar vexame internacional…
Não,o Brasil não precisa dar bom exemplo na ONU.
Cada dia um flash…esse é nosso país,hoje.
Meteoro Brasil!

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Toda a beleza e profundidade da educação na ótica do Mestre Paulo Freire…
Um Professor com P maiúsculo,com um currículo verdadeiro e que honra a profissão de docente.
Cem anos que valem a pena,não é Tia Rita?
Rita von Hunty em um extraordinário vídeo!

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Gelo fino em frente às geleiras das ilhas do arquipélago Prince Georg Land no Oceano Ártico. Foto: AFP Por Susanne Aigner para o Neues Deutschland O Ártico está esquentando três vezes mais rápido do que outras regiões. De acordo com cientistas dinamarqueses, neste verão as temperaturas na Groenlândia subiram para mais de 20 graus no início de […]
As geleiras estão derretendo
publicado originalmente em blog do pedlowski
Escrevo porque vivo…
…ou vivo para escrever
Escrevo porque é o que quero
Descrevo o verde,o som,a luta
Absorvo o clima,os astros,a Lua
Escrevo pois preciso,
Desbancar ansiedades,curar feridas
Escrevo se quero,e quando quero
Sobre a lagoa,o país,as pessoas
Sobre eu e minhas angústias
Minhas alegrias e buscas ,escrevo
Descrevo retomadas, amanhãs
Tons, pincéis, fadas, anéis
Escrevo para quem quiser ler
Ou para guardar pro jantar
Escrevo palavras, frases ou poesia
Cousas e lousas…
Só não escrevo com a alma fria
Escrevo porquê gosto, preciso e creio
No poder da arte,no processo da vida
Na beleza e humano pensamento
Escrevo porque para estar aqui
E estar presente ,este é meu meio…
🌷

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“Quero para mim o espírito desta frase, transformada a forma para a casar com o que eu sou: Viver não é necessário; o que é necessário é criar.”
✏️Fernando Pessoa

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No mundo muçulmano, não existe nenhuma cerimônia que possa ser comparada ao Hajj, a gigantesca peregrinação rumo à cidade santa de Meca, na Arábia Saudita. Os fiéis se juntam a procissões com mais de 2 milhões de pessoas, dão sete voltas em torno da Kaaba (o local mais sagrado da fé islâmica) e fazem vigílias. No final das festividades, os homens devem raspar a cabeça ou, ao menos, cortar o cabelo, enquanto as mulheres aparam as pontas.
Quem se deixa guiar apenas pelos estereótipos negativos a respeito da natureza do Islã talvez veja o Hajj como uma fábrica de radicais fundamentalistas, como o povo do Talibã. Só que não. Estudos de psicologia social mostram que o efeito da peregrinação é aumentar a tolerância dos fiéis em relação a muçulmanos de grupos étnicos e religiosos diferentes dos deles.
Estranhou esse dado? Calma, a coisa fica ainda mais complicada. A frequência com que os seguidores dessa fé fazem suas orações em casa tem correlação negativa com seu apoio ao terrorismo islâmico – ou seja, o sujeito que mais reza é o que menos apoia ações armadas em nome da religião. Por outro lado, um maior número de idas a mesquitas ao longo do ano está correlacionado com maior aprovação à violência de cunho religioso.
De fato: disputas religiosas criam e turbinam conflitos armados, como as que vemos no Afeganistão. Mas a fé está longe de ser a principal causa das guerras ao longo da história.
A real sobre o elo entre religião e violência
publicado originalmente em superinteressante

Uma das primeiras expedições ao Polo Sul resultou no episódio mais trágico da exploração antártica. Em 1912, o explorador Robert Falcon Scott e outros quatro homens partiram em direção ao centro do continente, com temperaturas que mesmo no verão batem em -30 ºC. Depois de 33 dias de caminhada, eles chegaram ao polo. Mas todos os cinco morreram no retorno. Os corpos foram encontrados na geleira Ross por uma equipe de resgate.
Cada um carregava mais de 60 quilos de equipamentos e mantimentos nas costas. Durante a viagem de volta, deixaram para trás tudo o que não fosse essencial, para aliviar a carga. Mesmo assim, Scott se recusou a abandonar um conjunto de rochas – inclusive um fóssil com a impressão detalhada de um caule e folhas. Ele não sabia, mas aquela era uma planta do gênero Glossopteris.
Durante a maior parte de sua história, a Antártida abrigou florestas e contou com uma biodiversidade pulsante. Entenda por que o pedaço de terra mais inóspito do planeta é essencial para estudar a evolução da vida na Terra (e possivelmente fora dela).
Quando a Antártida era verde: conheça o passado do continente gelado
publicado originalmente em superinteressante