O Sol pode ter tido “anéis” antes da existência de outros planetas, diz estudo

Saturno é um dos planetas mais memoráveis do Sistema Solar. O motivo são as rochas e poeira que orbitam o planeta, formando os conhecidos anéis de Saturno. Um estudo da Universidade Rice, nos Estados Unidos, sugere que estruturas semelhantes também orbitavam o Sol no passado, antes do surgimento dos planetas que constituem o Sistema Solar.

A existência desses anéis poderia explicar a formação da Terra e outros planetas do Sistema Solar. O pesquisador brasileiro André Izidoro e colegas criaram um modelo computacional para simular a formação dos primórdios do Sistema Solar e, dessa forma, descobriram a possibilidade de existirem os anéis.

Anéis de poeira e gás, como os de Saturno, podem ter existido ao redor do Sol. Segundo uma simulação feita pela Universidade Rice, eles teriam contribuído para a formação do Sistema Solar como conhecemos hoje.

O Sol pode ter tido “anéis” antes da existência de outros planetas, diz estudo

publicado originalmente em superinteressante

Telescópio James Webb poderá (quase) enxergar o começo do Universo

Na manhã do último dia 25, o lançamento bem sucedido do Telescópio Espacial James Webb (JWST) marcou o início de uma das missões da Nasa mais esperadas das últimas décadas. Considerado o sucessor do Telescópio Espacial Hubble, lançado em 1990, o JWST promete transformar a forma como estudamos o Universo.

O James Webb será capaz de detectar radiação infravermelha que viajou no espaço por 13,6 bilhões de anos-luz. Assim, poderá investigar eventos que aconteceram logo após o Big Bang, há cerca de 13,8 bilhões de anos – observando como eram algumas das primeiras galáxias e estrelas.

Com o telescópio, os cientistas pretendem estudar como as galáxias e os sistemas planetários se formaram e evoluíram. Ele também poderá observar buracos negros, supernovas e todo tipo de objeto cósmico distante. Thomas Zurbuchen, da Diretoria de Missões Científicas da NASA, não descarta a possibilidade de encontrarmos eventos e objetos inesperados. “Sem dúvida, veremos surpresas… do tipo com que só podemos sonhar agora”, afirmou ao site The Verge.

O James Webb decolou a bordo de um foguete Ariane 5, da Agência Espacial Europeia (ESA), a partir de uma base espacial na Guiana Francesa. Com espelho principal de 6,5 metros de diâmetro, ele é o maior telescópio já lançado ao espaço – e grande demais para caber em um foguete. Por isso, ele viaja dobrado ao espaço e vai se desdobrando lentamente até atingir sua configuração final, quando estiver a 1,5 milhão de quilômetros de nós.

O novo telescópio espacial da Nasa, que foi lançado com sucesso no último dia 25, será capaz de detectar radiação infravermelha que viajou por 13,6 bilhões de anos-luz – e investigar eventos que aconteceram logo após o Big Bang, há cerca de 13,8 bilhões de anos

Telescópio James Webb poderá (quase) enxergar o começo do Universo

publicado originalmente em superinteressante

Cientistas descobrem bebê dinossauro dentro de fóssil de ovo

Um embrião de dinossauro perfeitamente preservado, com cerca de 66 milhões de anos, mostra que o comportamento de algumas aves tem origem no passado distante. Apelidado pelos pesquisadores de Baby Yingliang, o animal estava se preparando para sair do ovo. O fóssil foi descoberto em Ganzhou, no sul do país, e pertencia a um dinossauro terópode desdentado, ou oviraptorossauro.

“É um dos melhores embriões de dinossauro já encontrados na história”, disse à agência France Presse Fion Waisum Ma, pesquisador da Universidade de Birmingham e coautor de um artigo sobre o assunto publicado nesta terça-feira, 21, na revista iScience. Ma e seus colegas descobriram que a cabeça de Baby Yingliang estava abaixo de seu corpo, com os pés de cada lado e as costas curvados.

É um comportamento adotado pelos pássaros. Quando os pintinhos se preparam para chocar, enfiam a cabeça sob a asa direita para estabilizá-la enquanto quebram a casca com o bico. “Isso indica que esse comportamento nos pássaros modernos evoluiu e se originou entre seus ancestrais dinossauros”, disse Ma.

Oviraptorossauro, que significa “lagartos ladrões de ovos”, eram dinossauros com penas que viveram no que hoje é a Ásia e a América do Norte durante o período do Cretáceo Superior. Eles tinham formas de bico e dietas variadas, além de diversos tamanhos. Baby Yingliang mede cerca de 27 centímetros de comprimento, da cabeça à cauda, e fica dentro de um ovo de 17 centímetros no Museu de História Natural da Pedra de Yingliang.

Fóssil do embrião oviraptorossauro ‘Baby Yingliang’ encontrado em Ganzhou, província de Jiangxi, sul da China –

Apelidado pelos pesquisadores de Baby Yingliang, o animal estava se preparando para chocar

Cientistas descobrem bebê dinossauro dentro de fóssil de ovo

publicado originalmente em Veja

Cientistas brasileiros em estado de choque após cortes orçamentários feitos por Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro aprovou um projeto de lei que canaliza dinheiro da ciência para outras áreas do governo, frustrando propostas de pesquisa e frustrando esperanças. O presidente brasileiro Jair Bolsonaro, mostrado aqui em uma cerimônia nacional, assinou recentemente um projeto de lei enviando dinheiro destinado à ciência para outros departamentos do governo. Crédito: Evaristo […]

Cientistas brasileiros em estado de choque após cortes orçamentários feitos por Jair Bolsonaro

publicado originalmente em blog do pedlowski

Assista a “Cientistas norte americanos desenvolvem vacina adesiva através de impressoras 3D” no YouTube

Olha que novidade legal!

Ciência e tecnologia a serviço da saúde e de um mundo melhor e mais saudável.

Canal Supren por aqui!

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Contato visual com robô influencia tomada de decisões humana, indica estudo

O olhar pode ser muito representativo para a comunicação humana e indicar, por exemplo, as intenções das pessoas com quem interagimos. Em situações de tomada de decisão, é comum a tentativa de prever o comportamento dos outros por meio da interpretação de seu olhar – assim também podemos definir nossas próprias ações.

Tendo isso em mente, pesquisadores do Instituto Italiano de Tecnologia (IIT) decidiram investigar o que aconteceria quando um humano e um robô humanoide interagissem olhando um para o outro. Eles queriam descobrir se o olhar de um robô poderia influenciar a maneira como as pessoas raciocinam em uma tomada de decisão.

Cientistas observaram a relação entre humanos e um robô durante um jogo; voluntários agiam como se estivessem olhando não para uma máquina, mas para outra pessoa

Contato visual com robô influencia tomada de decisões humana, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “O QUE DIZ O NOVO RELATÓRIO SOBRE AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS” no YouTube

O que esperar do futuro próximo?

Cada dia mais o cerco se fecha e a humanidade em geral, fazendo hora cara de espanto,hora cara de paisagem,jura que é o centro do Universo e que está no controle… hã hã 😌

Vamos acompanhar esse interessante e instrutivo vídeo do Meteoro Brasil.

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Cientistas percebem maior “renovação” do cérebro durante o sono REM

O sono é um momento de descanso e recuperação. Mas o que ainda não está claro para os cientistas é como o fluxo sanguíneo cerebral, importante para remover resíduos e fornecer oxigênio e nutrientes, muda enquanto estamos dormindo. Uma equipe liderada por pesquisadores da Universidade de Tsukuba, no Japão, se dedicou a investigar isso. Em seu estudo, eles encontraram novas evidências de aumento do fluxo sanguíneo e renovação cerebral durante o sono REM: a fase em que acontecem os sonhos.

A equipe estudou camundongos durante os estados de vigília e sono, visualizando o movimento dos glóbulos vermelhos do sangue nos capilares cerebrais – vasos sanguíneos muito finos responsáveis pela distribuição e recolhimento do sangue nas células.

Em estudo com camundongos, o fluxo sanguíneo cerebral, importante para fornecer oxigênio e nutrientes, aumentou durante essa fase do sono, em que acontecem os sonhos.

Cientistas percebem maior “renovação” do cérebro durante o sono REM

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Processando traumas: o lado bom dos pesadelos” no YouTube

Cultura e informação com a BBC NEWS.

Vamos conhecer a visão científica do lado bom dos pesadelos!

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Girafas têm vidas sociais complexas, similares às dos elefantes

“Uma espécie mal compreendida”. É assim que cientistas da Universidade de Bristol (Inglaterra) se referem às girafas no título de seu novo estudo. Isso porque tradicionalmente (até cerca do ano 2000), acreditava-se que esse mamífero não era muito chegado em estabelecer laços com seus semelhantes. Mas o que esses pesquisadores procuraram mostrar é que as girafas, na verdade, apresentam uma estrutura social complexa.

pesquisa publicada na revista Mammal Review representa um esforço de Zoe Muller e Stephen Harris em revisar mais de quatrocentos artigos científicos sobre o comportamento e a organização social de girafas – abrangendo populações que vivem livremente em ambiente selvagem ou em cativeiro.

Pesquisadores revisaram mais de 400 estudos científicos para entender melhor o comportamento social das girafas. Eles defendem que o animal apresenta uma estrutura social pronta para ser desvendada.

Girafas têm vidas sociais complexas, similares às dos elefantes

publicado originalmente em superinteressante