Assista a “CULTURA HUMANISTA E TECNOLOGIA – Lúcia Helena Galvão da NOVA ACRÓPOLE” no YouTube

O dilema entre os sentimentos humanos e a modernidade tecnológica.

Professora Lúcia Helena Galvão em uma aula relevante e imperdível.

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O chamado…

Pare e ouça o chamado

Auscute a Terra, perceba o ar

Note a majestosa presença que tudo preenche

Delicie -se com a dádiva da vida

Prove o sabor,o tom , a luz e a cor

Ouça as palavras que os velhas árvores te oferecem

Palavras tão antigas quanto o Cosmos

Símbolos esquecidos de um reino fabuloso

Que de tão longe , tão perto está

Um lugar de magia cósmica

Beleza profunda e conhecimento milenar

Vamos … os Mestres nos aguardam

Cicerones desta jornada de Luz

E as fadas,elfos e duendes não tardam…

A Mãe Terra têm sede, têm saudade

Do teu respeito,do teu carinho

Do teu retorno às origens

Livre e solto feito folha ao vento

Criança dos céus envolta

No mar eterno da felicidade…

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Silêncio e música…por Fernando Sabino

“O ar não é silencioso? O vento não faz barulho? E que é o vento senão ar? A música é o silêncio em movimento.”

🦋 Fernando Sabino

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Fordlândia: o vilarejo mal-assombrado

No ano de 1927 um dos maiores magnatas da indústria automobilística, Henry Ford, precisava de novas formas de possuir borracha, um dos ingredientes mais importantes para a sua empresa, já que comprar dos britânicos e asiáticos estava saindo muito caro, e Ford não gostava de desvantagens.

Foi então que ele pensou em um projeto no Brasil, um país com muitas seringueiras, árvore onde o látex é extraído e que mais tarde se torna a borracha. Podendo extrair a matéria-prima diretamente da fonte, é muito mais barato.

Para realizar seu plano, construiu uma vila no estado do Pará com casas, escolas, hospitais e outros edifícios. Tudo construído com o modelo norte-americano.

O projeto não foi finalizado por diversos motivos, mas seu principal erro foi contratar engenheiros agrônomos que não estavam familiarizados com o clima amazônico, ou seja, as plantações sofreram ataques de pragas e o trabalho de anos foi perdido.

Além disso, com o tempo a tecnologia trouxe uma maneira muito mais fácil e barata de fabricar borracha, o petróleo.

A vila construída por Henry Ford que hoje é mal-assombrada

Fordlândia: o vilarejo mal-assombrado

publicado originalmente em psantinati

Assista a “Lixo eletrônico e restos de comida se tornam fonte de energia” no YouTube

Aproveitar tudo para não sobrecarregar o planeta…

Ótima ideia e iniciativa!

Acompanhem no Canal Supren.

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Teste de Covid-19 criado no Brasil detecta vírus na saliva e carga viral

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) registraram um novo teste para detecção do SARS-CoV-2 na saliva. Além de identificar a presença do vírus, o dispositivo também indica a carga viral da pessoa infectada por meio de um marcador com propriedade eletroquimioluminescente, que emite luz a partir de reações eletroquímicas. Assim, na presença do material genético do vírus, uma reação emite luz vermelha e aponta o resultado positivo para a infecção. A carga viral é detectada pela intensidade da luz vermelha. Caso o aparelho não acenda, é sinal de que o vírus não foi detectado e, portanto, a pessoa não está contaminada. “O teste tem as vantagens de ser portátil, conseguir analisar 20 amostras ao mesmo tempo e poder se conectar a um smartphone. Tudo com a mesma sensibilidade e precisão dos testes de RT-PCR”, disse Ronaldo Censi Faria, pesquisador do Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia da UFSCar e coordenador do projeto, fruto do trabalho de doutorado de Taise Helena Oliveira Leite, sob orientação do cientista.

O dispositivo de baixo custo é portátil, pode ser ligado a um smartphone e tem a mesma sensibilidade do RT-PCR

Teste de Covid-19 criado no Brasil detecta vírus na saliva e carga viral

publicado originalmente em Veja

Assista a “Rita Lee – Balada Do Louco” no YouTube

🙂 Balada do louco

Dizem que sou louco por pensar assim
Se eu sou muito louco por eu ser feliz
Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz

Se eles são bonitos, sou Alain Delon
Se eles são famosos, sou Napoleão

Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu

Se eles têm três carros, eu posso voar
Se eles rezam muito, eu já estou no céu

Mas louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser o normal
Se eu posso pensar que Deus sou eu

Sim sou muito louco, não vou me curar
Já não sou o único que encontrou a paz

Mas louco é quem me diz
E não é feliz, eu sou feliz

🙂Fonte: LyricFind

Compositores: Arnaldo Baptista / Rita Lee Jones De Carvalho / Roger Ranson

Letra de Balada do louco © Warner Chappell Music, Inc, Tratore

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Solidão… por Clarice Lispector

“Que minha solidão me sirva de companhia.
que eu tenha a coragem de me enfrentar.
que eu saiba ficar com o nada
e mesmo assim me sentir
como se estivesse plena de tudo.”

🌹Clarice Lispector

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Cientistas descobrem como bactéria transforma plantas em “zumbis”

Os parasitas são seres vivos que dependem de outros para sobreviver, às vezes manipulando seus organismos de forma drástica. Um exemplo é o grupo de bactérias chamado Phytoplasma que faz algumas plantas de vítimas. Essas bactérias, também conhecidas como fitoplasmas, são capazes de reprogramar o desenvolvimento das plantas hospedeiras e transformá-las em “zumbis”.

As plantas infectadas podem desenvolver uma doença conhecida como aster yellows, que costuma ser devastadora para produções agrícolas, ficar com folhas em formatos estranhos, deixar de desenvolver sementes ou apresentar uma condição conhecida como “vassoura de bruxa” – em que um número excessivo de ramos crescem próximos uns aos outros (como você pode ver na imagem acima).

Esse crescimento anormal acontece porque os fitoplasmas impedem que a planta se reproduza normalmente e cumpra seu ciclo de vida. Ficando jovem para sempre, o hospedeiro zumbi pode atender continuamente às necessidades do parasita.

Os fitoplasmas são capazes de manipular o organismo de seus hospedeiros e impedir que cumpram seu ciclo de vida natural. Um estudo identificou como isso acontece – e como pode ser evitado.

Cientistas descobrem como bactéria transforma plantas em “zumbis”

publicado originalmente em superinteressante

Falta de saneamento básico causa 273 mil internações em um ano no Brasil

Em uma época de avanços notáveis na ciência, centenas de milhares de brasileiros ainda adoecem todos os anos por falta de acesso ao saneamento básico. Um novo levantamento do Instituto Trata Brasil aponta que, em 2019, foram 273 mil internações e 2 734 mortes provocadas por doenças de veiculação hídrica.

A categoria abrange as mazelas transmitidas por meio da água contaminada. É uma lista longa: diarreiasdengue, malária, hepatites, cólera, esquistossomose… Quase 35 milhões de pessoas vivem em locais sem acesso à água própria para consumo e 100 milhões sem coleta de esgoto. Portanto, estão em maior risco de ter uma dessas infecções.

Há anos, a incidência dessas doenças, que são um problema de saúde pública antigo, vinha diminuindo. O estudo, que usou dados do Ministério da Saúde e do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) indica uma reversão de tendência. Houve incremento de 30 mil internações entre 2018 e 2019.

Levantamento do Instituto Trata Brasil aponta ainda que, em 2019, mais de 2,3 mil pessoas morreram por não terem acesso à água tratada

Falta de saneamento básico causa 273 mil internações em um ano no Brasil