Nos Estados Unidos, o Dia dos Povos Indígenas evoluiu como uma alternativa ao « dia da invasão » – o Dia de Colombo – que celebrava a chegada de Cristóvão Colombo ao Novo Mundo em 12 de outubro de 1492 e o início da colonização da América do Norte. Os nativos americanos protestaram contra a ideia de […]
O dia 12 de outubro é conhecido como Dia de Cristóvão Colombo: foi nesta data que, em 1492, o navegador italiano chegou à América – e abriu caminho para um período de colonização do chamado “novo mundo” pelos europeus.
É comum a ideia de que o explorador alcançou o continente por acaso – quando queria, a princípio, chegar à Índia. Mas talvez não tenha sido bem assim. Um novo estudo indica que navegadores italianos já tinham conhecimento sobre a existência da América do Norte 150 anos antes de Colombo.
O estudo consistiu na análise de um documento chamado “Cronica universalis”, escrito em 1345 pelo italiano Galvaneus Flamma, mas que só foi descoberto em 2013. No documento, Galvaneus menciona histórias de navegadores islandeses sobre “Markland” (ou “Marckalada”), uma terra no noroeste do Atlântico que seria hoje Terra Nova e Labrador, no Canadá.
Os historiadores já sabiam que as viagens de Colombo aconteceram depois das expedições escandinavas ao Canadá, no século 11 – o que se contrapõe à ideia de que Colombo foi o primeiro europeu a pisar por aqui. Mas a nova hipótese proposta pela pesquisa é que informações sobre a América já circulavam no norte da Itália antes mesmo de Colombo nascer.
“Estamos na presença da primeira referência ao continente americano, ainda que de forma embrionária, na região do Mediterrâneo”, afirma Paolo Chiesa, pesquisador da Universidade de Milão e responsável pelo estudo.
Galvaneus era um frade que vivia em Milão e estava relacionado a uma família que governava a cidade. Ele é autor de muitas obras em latim, principalmente registros históricos como este.
A conclusão veio após a análise de uma obra de 1345. O estudo indica que marinheiros de Gênova, na Itália, já sabiam da existência da América do Norte.
O Brasil foi um dos 21 países que participou do levantamento. Os primeiros dados divulgados apontam que 22% dos adolescentes e jovens brasileiros de 15 a 24 anos se sentem deprimidos ou têm pouco interesse em fazer as coisas.
Além disso, a entidade afirma que subiram os casos de transtornos mentais nesse período, e as sequelas nesses grupos podem reverberar por muitos anos. Por isso, a entidade faz um apelo para que governos, educadores e familiares criem uma cultura de escutá-los com mais empatia.
Os mais novos foram prejudicados pelo tempo que ficaram longe da escola e dos espaços de convivência, e, no Brasil, muitos não tiveram nem a tecnologia como aliada para manter os estudos e a troca social em dia.
“Crianças e adolescentes viram a renda familiar sendo diminuída, sentiram insegurança alimentar e o luto de perder alguém próximo. Passaram, então, a ter dificuldade de planejar o futuro”, avalia Gabriela Goulart Mora, oficial do Unicef do Brasil na área de desenvolvimento de adolescentes.
Levantamento feito pela entidade aponta que pandemia aumentou casos de transtornos mentais entre mais jovens; é urgente criar um ambiente de acolhimento
Onde estiveres, não percas a oportunidade de semear o bem.Se a conversa gira em torno de uma pessoa, destaca-lhe as virtudes, recordando que todos ainda nos encontramos muito longe da perfeição.Se o assunto descamba para comentários maliciosos, à cerca de certos acontecimentos, procura, discretamente, imprimir um novo rumo ao diálogo, sem te julgares superior a […]