Os trabalhadores começaram escavando a montanha. Depois com a ajuda de cabos de ferro presos aos blocos de pedras, eles dinamitavam e perfuravam as rochas sob a instrução do escultor. Por fim soldaram as primeiras partes das cabeças nas rochas. Aos poucos foram acrescentando um a um os detalhes: as sobrancelhas, os […]
Seu nome surgiu da palavra “yeh teh” traduzido por: “animal desconhecido das montanhas”. Mas ficou conhecido para o resto do mundo como “o abominável homem das neves do Himalaia”. Segundo as lendas locais o Yeti é um gigante que caminha sobre duas pernas, possui o corpo recoberto de pêlo escuro, mas com […]
“Cada língua indígena é um reservatório único de conhecimento medicinal”. Assim escrevem os pesquisadores Rodrigo Cámara-Leret e Jordi Bascompte em um recente estudo que faz um alerta: o perigo do desaparecimento de antigos conhecimentos de plantas medicinais a partir da extinção das línguas indígenas.
Novo estudo analisa como idiomas ameaçados concentram saberes exclusivos sobre determinadas plantas. Descobertas reforçam importância da preservação dessas culturas.
A burguesia fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
A burguesia não tem charme nem é discreta Com suas perucas de cabelo de boneca A burguesia quer ser sócia do Country Quer ir a Nova York fazer compras, yeah
Pobre de mim que vim do seio da burguesia Sou rico mas não sou mesquinho Eu também cheiro mal Eu também cheiro mal
A burguesia tá acabando com a Barra Afundam barcos cheios de crianças E dormem tranquilos E dormem tranquilos
Os guardanapos estão sempre limpos As empregadas, uniformizadas São caboclos querendo ser ingleses São caboclos querendo ser ingleses
A burguesia fede, yeah A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
A burguesia não repara na dor Da vendedora de chicletes A burguesia só olha pra si A burguesia só olha pra si A burguesia é a direita, é a guerra
A burguesia fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
As pessoas vão ver que estão sendo roubadas Vai haver uma revolução Ao contrário da de 64 O Brasil é medroso Vamos pegar o dinheiro roubado da burguesia
Vamos pra rua Vamos pra rua Vamos pra rua Vamos pra rua Pra rua Pra rua
Vamos acabar com a burguesia Vamos dinamitar a burguesia Vamos pôr a burguesia na cadeia Numa fazenda de trabalhos forçados Eu sou burguês, mas eu sou artista Estou do lado do povo, do povo
A burguesia fede, fede, fede, fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
Porcos num chiqueiro São mais dignos que um burguês Mas também existe o bom burguês Que vive do seu trabalho honestamente Mas este quer construir um país E não abandoná-lo com uma pasta de dólares
O bom burguês é como o operário É o médico que cobra menos pra quem não tem E se interessa por seu povo Em seres humanos vivendo como bichos Tentando te enforcar na janela do carro No sinal, no sinal No sinal, no sinal, no sinal
A burguesia fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
A burguesia fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
A burguesia fede A burguesia quer ficar rica Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia
A cor azul da banana é natural. Também não é uma planta modificada geneticamente, trata-se da espécie Blue Java. Comum na Ásia, Austrália e no Havaí, aos poucos estão sendo feitos testes no Brasil para o cultivo da planta, já que o plantio é favorável à regiões tropicais.
E as curiosidades não se restringem apenas à cor. A banana azul tem textura bastante semelhante a sorvete e tem o sabor de baunilha. Segundo a Sociedade Internacional da Banana, o primeiro cultivo do vegetal foi registrado na Índia.