Várias espécies de golfinho têm assobios específicos para cada indivíduo – como se fossem um nome. Eles os usam para se identificarem, se comunicarem e manterem vínculos, e são capazes de imitar os assobios de amigos e familiares próximos.
Um novo estudo revelou que a localização e a demografia dos golfinhos têm influência maior nas diferenças desses assobios de assinatura do que a genética.
Os cientistas coletaram 188 horas de gravações de golfinhos nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus) no Mar Mediterrâneo e analisaram as diferenças nos assobios de seis populações diferentes. Assim como temos sotaques, os golfinhos tinham semelhanças em seus apitos de assinatura de acordo com onde viviam. Golfinhos de regiões com algas marinhas tinham assobios mais agudos e mais curtos, se comparados com os de áreas onde o fundo do mar era lamacento, por exemplo.
“A transmissão do som em águas rasas é altamente variável e depende de sedimentos, profundidade e inclinação, mas também de eventos de maré, gradientes de temperatura, entradas de água doce, obstáculos no caminho do som e a interação entre o sedimento e as plantas ou animais que vivem no fundo,” escrevem no artigo.
O tamanho dos grupos também altera os assobios – quanto menores as populações, maiores as mudanças de tom. Os cientistas, então, concluíram que tanto as condições ambientais quanto a demografia influenciam fortemente os apitos próprios; enquanto a variação genética não apresenta o mesmo poder.
Golfinhos usam assobios para se comunicarem uns com os outros, e esses apitos variam entre ambientes e populações – como sotaques do reino animal.
“Para que escrevo? E eu sei? Sei não. Sim, é verdade, às vezes também penso que eu não sou eu, pareço pertencer a uma galáxia longínqua de tão estranho que sou de mim. Sou eu? Espanto-me com o meu encontro.”
“Creio que o silêncio, tanto o exterior quanto o interior, são preciosas ferramentas no caminho do enriquecimento espiritual. Aprender a usufruir desta serenidade mesmo na tribulação do dia a dia, isto é um desafio. Mas o que seria do nosso crescimento sem uma boa provocação?”
O fluconazol é um antifúngico que serve para combater a candidíase e outras doenças provocadas por fungos que pertencem à classe das leveduras. O remédio age contra doenças infecciosas na pele e em diversos órgãos internos – até por isso, pode ser incluído no tratamento de infecções hospitalares. O princípio ativo fluconazol é produzido por diferentes farmacêuticas e tem vários nomes comerciais, como Zoltec, Fluconan, Pronazol e Candizol. Mas já está disponível como genérico – com o nome de fluconazol mesmo. O uso inadequado pode gerar reações adversas como arritmia e mesmo resistência fúngica. Saiba mais:
O que é o fluconazol e para que serve?
O remédio é voltado para infecções causadas por fungos do gênero candida, que pertencem ao grupo das leveduras. A doença mais comum provocada por esses micro-organismos é a candidíasevaginal, mas há outros males relacionados a eles. “São patógenos oportunistas, presentes naturalmente na microbiota do corpo humano e de animais. Eles colonizam a pele e a mucosas dos tratos digestivo, urinário e bucal”, explica Giselle Pratini, farmacêutica do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre. O fluconazol é hoje o antifúngico mais usado no Brasil, porque grande parte dos fungos continua sensível a ele, completa a infectologista Dania Abdel Rahman, coordenadora do setor de Infectologia Clínica e Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Albert Sabin (HAS). “A infecção hospitalar mais frequente é provocada pela candida albicans, e o fluconazol é bastante eficaz contra ela”, reitera. + Leia também:“Super fungo”: o que tirar do primeiro caso de Candida auris no Brasil O remédio age contra uma boa lista da mesma classe de fungos.
Esse antifúngico serve principalmente para tratar a candidíase. Entenda como o fluconazol age e quais as indicações e reações adversas das doses