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Om Gam Ganapataye Namaha 🌷🌷🌷

Haribol!💗

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Você compra ouro? Você está se enfeitando com ouro? … « A floresta está sangrando, eu posso sentir no meu coração. »

Foto: Ricardo Stuckert «Série Índios Brasileiros» «Os garimpeiros derramam mais mercúrio envenenado na terra do que o peso de ouro que levam embora. Eles são como mortos-vivos, cobertos de lama dourada.» – cacique Raoni Metuktire Foto: Destruição de garimpo na floresta amazônica A mineração de ouro e o uso indiscriminado de mercúrio para encontrar ouro […]

Você compra ouro? Você está se enfeitando com ouro? … « A floresta está sangrando, eu posso sentir no meu coração. »

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Morte por congelamento de Réne Robert nas ruas de Paris mostra os limites da indiferença na sociedade neoliberal

René Robert estava morando em Paris, onde morreu aos 85 anos. Foto: Reprodução

Após sair para dar um passeio pela sua vizinhança em uma seção movimentada de Paris, o renomado fotógrafo suíço Réne Robert sofreu uma tontura e caiu no pavimento, sendo ali deixado por longas nove horas até que morresse por congelamento.  Esse fato agora […]

Morte por congelamento de Réne Robert nas ruas de Paris mostra os limites da indiferença na sociedade neoliberal

publicado originalmente em blog do pedlowski

Mágicas Imagens ✨✨

Tavares RS Brasil

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Que coisa mais lindaaaa!

Conheçam Joshua, um bebê incrível.

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Cosmos…por Mágica Mistura

“Ontem olhei profundamente nos olhos do céu noturno…por um instante pude ver toda a maravilhosa grandeza do Cosmos. Acredite, senti a presença de Deus como nenhum templo jamais me mostrou ou mostrará.”

✨Mágica Mistura

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Mistério…por Clarice Lispector

“Com todo perdão da palavra, eu sou um mistério para mim.”

🌹Clarice Lispector

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Na nova sociedade digital, você nunca está só

Mênfis, no Antigo Egito, foi a maior cidade do planeta por quase 1 000 anos, entre 3100 a.C. e 2200 a.C. Tinha 20 000 habitantes. É menos que o bairro da Sé, no centro de São Paulo, nos dias atuais. Imagine o quanto era difícil proteger a privacidade numa cidade de 5 000 anos atrás.

Não é que a preocupação não existisse. Aristóteles, que viveu no século 4 a.C., defendia que a vida se dividia em duas esferas, a pública, que acontecia na pólis, e a privada, que o filósofo chamava de oikos.

Mas, na prática, as comunidades humanas moravam em vilas. Ali tudo o que acontecia era, de uma forma ou outra, público, especialmente no ambiente familiar, que era muito mais extenso do que hoje em dia.

A preocupação de garantir o direito a proteger a vida de bisbilhoteiros é uma invenção muito mais recente: a primeira proposta de lei com esse objetivo surgiu nos Estados Unidos, na década de 1890. E os juristas Samuel Warren e Louis Brandeis propuseram, de forma pioneira, no artigo “The Right of Privacy”, que todo cidadão tinha o “direito de ser deixado sozinho”.

Na época, a maior cidade do mundo era Londres e tinha 5,5 milhões de habitantes. Em metrópoles desse porte, era possível, pela primeira vez, garantir segredo em pelo menos alguns aspectos da vida. Como apontou o escritor Edgar Allan Poe no conto O Homem na Multidão, publicado na capital da Inglaterra em 1840, numa grande cidade era possível estar no meio da rua, cercado por pessoas, e não conhecer absolutamente ninguém.

A iniciativa foi transformada em diferentes leis, difundidas inicialmente no mundo anglo-saxão, num momento em que a Inglaterra controlava as terras onde viviam 23% da população global, e os Estados Unidos ainda estavam sob a influência dos códigos britânicos. O conceito jurídico de privacidade continuou avançando. As leis europeias desenhadas entre meados dos anos 1960 e início dos 1970 o atualizaram, mergulharam em detalhes e se mostraram visionárias – a lei sobre a divulgação de dados pessoais promulgada na cidade alemã de Hessen é ainda hoje citada como referência para a legislação a respeito da internet.

Mundo fascinante

Acontece que agora, com a nova sociedade digital, voltamos a viver em vilas. O privado e o público estão novamente misturados, quase como uma babilônia digital. “Ao atender um telefone dentro de um teatro, estamos vivendo um momento privado em um ambiente público. Por outro lado, ao publicar um post com uma foto tirada dentro do nosso quarto, estamos vivendo um momento público em um ambiente privado”, avalia o sociólogo e professor Massimo Di Felice, coordenador do Centro Interacional de Pesquisa da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP).

O digital muda tudo, inclusive num sentido inédito na história da nossa espécie, segundo o professor: agora, a sociedade humana não é exclusivamente formada… por seres humanos. Os espaços são ocupados por pessoas e equipamentos, em um nível quase de igualdade. “Agora convivemos com tecnologias ligadas à internet o tempo todo. Estar conectado é uma condição básica da vida. A divisão física entre ambiente público e privado, que costumava ser definida pela arquitetura, não existe mais”, explica. Nesse contexto, o cenário muda, enquanto a noção de privacidade se ajusta de acordo com a cultura, a vivência e a geração.

A tecnologia fundiu os limites entre público e privado. Mas há como aproveitar esse novo mundo e proteger sua privacidade e seus dados sensíveis

Na nova sociedade digital, você nunca está só

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Deserto do Atacama vira ‘cemitério’ de roupas usadas” no YouTube

É simplesmente chocante. Não dá nem pra imaginar o que leva o ser humano a destruir o próprio lar desta maneira.

A Mãe Terra já não aguenta mais.😔

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Cientistas avaliam mutações da Ômicron e refletem sobre efeito das vacinas

Por Thais Manarini

Apesar de a ômicron ter emergido como uma variante de preocupação apenas em novembro de 2021, todas as mutações existentes nela, exceto uma, já haviam sido descritas anteriormente.

Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), apoiados pela FAPESP, atribuem a esse fator a eficácia das vacinas atuais contra a variante, refletida no relativo baixo número de casos graves e mortes, apesar da maior transmissibilidade da nova cepa.

A hipótese foi levantada pelos cientistas numa carta ao editor publicada no Journal of Medical Virology.

“Os dados disponíveis até agora nos fazem crer que as vacinas atuais são de fato eficazes, respeitando as devidas proporções, contra todas as variantes do vírus. E possivelmente serão contra as outras cepas que vierem a surgir”, afirma Ricardo Durães-Carvalho, pesquisador da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp) apoiado pela FAPESP e coordenador do estudo.

Ainda em outubro de 2021, antes de a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhecer a emergência da ômicron, outro estudo liderado pelo pesquisador, publicado na plataforma medRxiv e em processo de revisão por pares, descreveu a ocorrência de uma série de mutações compartilhadas entre diferentes variantes.

Nova variante tem alterações já vistas em outras cepas, o que explicaria a eficácia dos imunizantes contra casos graves e óbitos

Cientistas avaliam mutações da Ômicron e refletem sobre efeito das vacinas

publicado originalmente em Veja saúde