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Hummmm que delícia!

Carne pra quê? Vamos diversificar!

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Tão importante quanto se vacinar é respeitar o prazo entre as doses.

Doutor Drauzio Varella aqui!

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Cientistas mudam tipo sanguíneo de pulmão para simulação de transplante

Em um projeto pioneiro realizado na University Health Network (Canadá), cientistas transformaram pulmões de doadores com tipo sanguíneo A em órgãos de tipo sanguíneo O. Os resultados foram publicados na revista Science Translational Medicine e são considerados um passo importante na criação de órgãos “universais” para transplantes.

Para que um transplante seja bem-sucedido (ou seja, o sistema imune do receptor não rejeite o órgão), é preciso que exista um match genético entre doador e receptor. À procura dessa compatibilidade, os cirurgiões observam o tipo sanguíneo de ambas as partes. 

A classificação mais importante para isso é o sistema ABO, que divide os tipos sanguíneos entre A, B, AB  e O. A diferença entre eles é a presença de proteínas específicas (antígenos A ou B) na superfície dos glóbulos vermelhos e de anticorpos anti-A ou anti-B no plasma sanguíneo.

Quem tem sangue tipo A, por exemplo, carrega o antígeno A e possui anticorpos contra o antígeno B (anti-B). Com quem tem sangue tipo B, é o contrário (a pessoa possui antígenos tipo B e anticorpos anti-A). Já quem tem sangue tipo O não apresenta antígenos A nem B, mas possui anticorpos contra os dois.

Pessoas do tipo sanguíneo O só podem receber sangue O. Em compensação, elas podem doar sangue para todo mundo sem problemas de compatibilidade – seu tipo sanguíneo é o chamado “doador universal”. Isso também vale, claro, para os transplantes. Por isso, alguns cientistas tentam criar órgãos “universais” tipo O.

“Ter órgãos universais significa que podemos eliminar a barreira de correspondência de sangue e priorizar pacientes por urgência médica, salvando mais vidas e desperdiçando menos órgãos”, afirma Marcelo Cypel, autor do novo estudo, em comunicado.

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Em 2018, pesquisadores da Universidade da Columbia Britânica (Canadá) encontraram um par de enzimas intestinais que poderiam remover antígenos A e B dos glóbulos vermelhos, transformando qualquer tipo sanguíneo no tipo O – um passo importante para as tentativas de criação de “órgãos universais”.

Segundo Stephen Withers, responsável pela descoberta, os cientistas estudam o uso de enzimas para modificar o sangue desde 1982. Ele mesmo já tinha desenvolvido enzimas capazes de fazer isso. “No entanto, essas novas enzimas [descobertas em 2018] podem fazer o trabalho 30 vezes melhor.”

Os pesquisadores do novo estudo resolveram testar essas enzimas em pulmões de tipo sanguíneo A – e que não eram considerados adequados para transplantes – em um sistema chamado EVLP (ex vivo lung perfusion).

As enzimas intestinais foram entregues aos pulmões a partir do sistema EVLP em laboratório.

Esse sistema bombeia nutrientes através dos órgãos e permite que sejam aquecidos à temperatura corporal antes de transplantes. No teste, a máquina foi usada para tratar os pulmões com as enzimas modificadoras de tipo sanguíneo.

Pulmões de tipo sanguíneo A foram convertidos em órgãos de tipo sanguíneo O – um passo importante na criação de órgãos “universais” para transplantes.

Cientistas mudam tipo sanguíneo de pulmão para simulação de transplante

publicado originalmente em superinteressante

Equilíbrio…por Mágica Mistura

“Sim, tudo é questão de equilíbrio…a natureza é equilibrada. Nós, como parte integrante do meio ambiente, temos como uma das tarefas nesta existência a busca desta estabilidade. Procurando basear nossos atos no respeito a tudo que nos rodeia, colaboramos com a continuidade da vida na Terra.”

Mágica Mistura

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Assista a “ESSE É O MEU BOLO DE MILHO DE LATINHA MAIS FAMOSO! O MAIS FÁCIL! SEM FARINHA! DIVINO Isamara Amâncio” no YouTube

Bolo de milho…quem não quer?

Claro que não pode faltar o cafezinho…

Isamara Amâncio aqui!

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Teste genético: quando fazer?

Por Diogo Sponchiato

Há alguns anos distantes do dia a dia dos brasileiros, agora os testes genéticos não só estão mais viáveis de se fazer como alguns deles podem ser realizados dentro de casa e enviados ao laboratório pelo correio.

Esses exames, em evolução e expansão, ajudam a prevenir doenças, personalizar tratamentos, entender como o corpo reage a determinados hábitos e desbravar nossas origens.

Porém, com tanta versão e opção no mercado, como saber quais trazem informações confiáveis e úteis à saúde? Nossa equipe apurou quando e com que finalidade vale a pena sondar o DNA e tira as principais dúvidas sobre os testes disponíveis no país.

Os principais tipos de teste genético

O que muda é a forma de extrair o DNA do paciente:

  • Em casa: kits com testes para descobrir a ancestralidade ou a propensão a doenças são enviados à sua residência. Você esfrega um swab (tipo de cotonete longo) dentro da bochecha para recolher o material. Armazena num frasco ou saquinho especial e envia pelo correio para análise.
  • Em laboratório: amostras de saliva ou sangue são coletadas diariamente em centros de exame para a realização de testes genéticos que apuram o risco de uma ou várias patologias. Estudos sugerem que o sangue é o meio mais adequado a um sequenciamento genômico mais completo.
  • Em biópsias: são testes mais específicos (e caros) com o objetivo de conhecer melhor o perfil do tumor do qual foi retirada a amostra. Em alguns tipos de câncer, é possível avaliar se a quimioterapia é o tratamento mais indicado ou se o problema pode ser tratado de outras maneiras.

+ Leia também: Quando fazer teste para sair do isolamento por Covid-19?

Para prever e prevenir doenças sérias

A sopa de letrinhas do nosso DNA reúne pistas importantes sobre problemas de saúde que provavelmente vamos desenvolver no futuro. Às vezes a história da família deixa a situação evidente: alterações genéticas ligadas a enfermidades atravessam gerações e os membros do clã são claramente afetados por elas.

Mas há casos em que os genes — ou mutações neles — indicam maior propensão a doenças das quais nem desconfiamos. Ilustram esses dois contextos os famosos genes BRCA1 e BRAC2, marcadores de alto risco para câncer de mama, ovário e próstata, o CDH1, associado a tumores de estômago, e aqueles que fazem parte do grupo HLA, por trás de disfunções imunológicas.

Foi graças a um teste genético que delatou uma mutação nos genes BRCA que a atriz americana Angelina Jolie descobriu a predisposição ao câncer de mama e decidiu se submeter a uma mastectomia preventiva.

Esse tipo de exame que apura trechos específicos do DNA é recomendado sobretudo quando há histórico familiar de uma doença. Mas é preciso esclarecer que nem toda culpa recai sobre os genes: fatores ambientais e comportamentais (como o tabagismo) aumentam as chances de desencadear o problema.

Os exames de DNA estão cada vez mais acessíveis e podem ser feitos até em casa. Mas em que situações eles realmente trazem dados importantes à saúde?

Teste genético: quando fazer?

publicado em Veja saúde

Rigidez…por Mágica Mistura

Há algo de antinatural

Um quê de bizarro, é estranho

O Universo … mudança

O existir … surpreendente

Certas pessoas, porém

Insistem em teimar diferente

Carregam problemas alheios

Discutindo coisas sem nexo

Buscando encontrar culpados

Tropeçam rígidos, enclausurados …

…na cela da própria mente

Expanda o teu eu

Evolua, explore, alcance

É no agora que tudo ocorre

A existência és tu , é hoje

É bela, é tênue, é fera

É isso e mais,dia,ano, mês

Só não é egoísmo, fanatismo

Rigidez..

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Assista a “Rita Lee e Zélia Duncan – Pagu” no YouTube

Pagu🌹

Mexo, remexo na inquisição
Só quem já morreu na fogueira
Sabe o que é ser carvão

Eu sou pau pra toda obra
Deus dá asas a minha cobra
Hum hum hum hum
Minha força não é bruta (adoro essa frase)
Não sou freira, nem sou puta

Porque nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Ratatá ratatá ratatá
Taratá taratá

Sou rainha do meu tanque
Sou Pagu indignada no palanque
Hanhan hanhan
Fama de porra louca, tudo bem
Minha mãe é Maria ninguém
Hu huhuhu

Não sou atriz, modelo, dançarina
Meu buraco é mais em cima

Porque nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Nem toda feiticeira é corcunda
Nem toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho que muito homem

Ratatá ratatatá
Ratatá
Taratá taratá

✨✨✨

Fonte: LyricFind

Compositores: Rita Lee Jones Carvalho / Zelia Cristina Goncalves Moreira

Letra de Pagu © Warner Chappell Music, Inc

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21 – Fundação Palmares e o Movimento LGBT

Por Morganna la Belle Qual a relação entre a luta do negro contra o racismo estrutural e a luta do movimento LGBT contra o preconceito e a discriminação? Historicamente, ambos os movimentos tiveram uma mulher como estopim. Estados Unidos Movimento Negro No caso do movimento negro nos Estados Unidos, na época de Martin Luther King […]

21 – Fundação Palmares e o Movimento LGBT

publicado em morgannalabelle

A evolução de Gotham City nas histórias do Batman

Por Rafael Battaglia

Etimologia

No inglês antigo, “Gotham” quer dizer “cidade das cabras” (“goat’s town”). Na Idade Média, o termo passou a significar também “cidade dos tolos”, talvez por associação ao animal. Em 1807, o escritor Washington Irving (A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça) usou a palavra para descrever Nova York; o apelido pegou e é usado até hoje.

Começo discreto

Batman estreou em 1939, mas Gotham só foi batizada em 1940. O roteirista Bill Finger tirou a ideia do anúncio em uma lista telefônica de uma certa “Joalheria Gotham”. No início, a cidade era um arremedo de Nova York, sem traços marcantes. As adaptações em live action dos anos 1940 e 1960, de baixo orçamento, também não ofereciam grandes detalhes.

Mais gótico, por favor

A partir dos anos 1970, as histórias do Batman ficaram mais sombrias– e Gotham tambéma. O ápice rolou em Batman (1989). Tim Burton e o diretor de arte Anton Burst queriam que ela fosse como “se o inferno tivesse emergido pelas ruas”. Eles se inspiraram nos desenhos do arquiteto Hugh Ferriss, especialista na releitura de temas góticos para ambientes urbanos. O filme levou o prêmio de Melhor Direção de Arte no Oscar de 1990.

Com Robert Pattinson, o novo Batman estreia dia 3 de março. Veja como a cidade do morcego já foi representada desde a criação do herói, em 1939.

A evolução de Gotham City nas histórias do Batman

publicado originalmente em superinteressante