Medo…por Osho

“Sempre que houver medo, nunca tente escapar dele. Na verdade, siga as indicações do medo. É na direção delas que você precisa se movimentar. O medo é simplesmente um desafio.”

🍀Osho

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Assista a “Conversa sobre HELENA BLAVATSKY -Entrevista com LUIS CARLOS MARQUES, diretor de Nova Acrópole Brasil” no YouTube

Assisti ontem e está fantástico 🙂✨

Uma conversa gostosa e cheia de conteúdo,quem não quer?!

Professora Lúcia Helena Galvão,Luis Carlos Marques e boa companhia…

Nova Acrópole aqui!

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Partir…por Mágica Mistura

Partir não precisa ser

Melancólico ou vazio

Triste ou sombrio

Ir pode resignificar tudo

É muitas vezes também

A opção de um futuro

Tantas formas de mudança

Entre elas a partida …

Nos constroem e nos moldam

Dão sentido à vida

Momentânea,quase sempre

Ainda mais se for na morte

Pois nesta viagem essencial

Em breve nos veremos

Da vida ,ela faz parte

Quando o sentimento é profundo

Verdadeiro,e vem da alma

O partir é difícil,

Toda ausência é sentida…

Mas a certeza do amanhã

A confiança na vida

Deixa tudo bem mais leve

O estar,o ficar,o partir

É a ciranda do Universo

A dança da experiência

A beleza do existir…

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Mágicas Imagens ✨✨

Camboriú SC Brasil

Assista a “ALMOÇO VEGANO BARATO!!! (5 REAIS)” no YouTube

Hummmm que delícia!

Carne pra quê? Vamos diversificar!

Larica Vegana aqui!

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Assista a “Afinal, qual é o prazo entre as doses da vacina contra a covid? | Comentando Comentários” no YouTube

Tão importante quanto se vacinar é respeitar o prazo entre as doses.

Doutor Drauzio Varella aqui!

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Cientistas mudam tipo sanguíneo de pulmão para simulação de transplante

Em um projeto pioneiro realizado na University Health Network (Canadá), cientistas transformaram pulmões de doadores com tipo sanguíneo A em órgãos de tipo sanguíneo O. Os resultados foram publicados na revista Science Translational Medicine e são considerados um passo importante na criação de órgãos “universais” para transplantes.

Para que um transplante seja bem-sucedido (ou seja, o sistema imune do receptor não rejeite o órgão), é preciso que exista um match genético entre doador e receptor. À procura dessa compatibilidade, os cirurgiões observam o tipo sanguíneo de ambas as partes. 

A classificação mais importante para isso é o sistema ABO, que divide os tipos sanguíneos entre A, B, AB  e O. A diferença entre eles é a presença de proteínas específicas (antígenos A ou B) na superfície dos glóbulos vermelhos e de anticorpos anti-A ou anti-B no plasma sanguíneo.

Quem tem sangue tipo A, por exemplo, carrega o antígeno A e possui anticorpos contra o antígeno B (anti-B). Com quem tem sangue tipo B, é o contrário (a pessoa possui antígenos tipo B e anticorpos anti-A). Já quem tem sangue tipo O não apresenta antígenos A nem B, mas possui anticorpos contra os dois.

Pessoas do tipo sanguíneo O só podem receber sangue O. Em compensação, elas podem doar sangue para todo mundo sem problemas de compatibilidade – seu tipo sanguíneo é o chamado “doador universal”. Isso também vale, claro, para os transplantes. Por isso, alguns cientistas tentam criar órgãos “universais” tipo O.

“Ter órgãos universais significa que podemos eliminar a barreira de correspondência de sangue e priorizar pacientes por urgência médica, salvando mais vidas e desperdiçando menos órgãos”, afirma Marcelo Cypel, autor do novo estudo, em comunicado.

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Em 2018, pesquisadores da Universidade da Columbia Britânica (Canadá) encontraram um par de enzimas intestinais que poderiam remover antígenos A e B dos glóbulos vermelhos, transformando qualquer tipo sanguíneo no tipo O – um passo importante para as tentativas de criação de “órgãos universais”.

Segundo Stephen Withers, responsável pela descoberta, os cientistas estudam o uso de enzimas para modificar o sangue desde 1982. Ele mesmo já tinha desenvolvido enzimas capazes de fazer isso. “No entanto, essas novas enzimas [descobertas em 2018] podem fazer o trabalho 30 vezes melhor.”

Os pesquisadores do novo estudo resolveram testar essas enzimas em pulmões de tipo sanguíneo A – e que não eram considerados adequados para transplantes – em um sistema chamado EVLP (ex vivo lung perfusion).

As enzimas intestinais foram entregues aos pulmões a partir do sistema EVLP em laboratório.

Esse sistema bombeia nutrientes através dos órgãos e permite que sejam aquecidos à temperatura corporal antes de transplantes. No teste, a máquina foi usada para tratar os pulmões com as enzimas modificadoras de tipo sanguíneo.

Pulmões de tipo sanguíneo A foram convertidos em órgãos de tipo sanguíneo O – um passo importante na criação de órgãos “universais” para transplantes.

Cientistas mudam tipo sanguíneo de pulmão para simulação de transplante

publicado originalmente em superinteressante

Equilíbrio…por Mágica Mistura

“Sim, tudo é questão de equilíbrio…a natureza é equilibrada. Nós, como parte integrante do meio ambiente, temos como uma das tarefas nesta existência a busca desta estabilidade. Procurando basear nossos atos no respeito a tudo que nos rodeia, colaboramos com a continuidade da vida na Terra.”

Mágica Mistura

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Assista a “ESSE É O MEU BOLO DE MILHO DE LATINHA MAIS FAMOSO! O MAIS FÁCIL! SEM FARINHA! DIVINO Isamara Amâncio” no YouTube

Bolo de milho…quem não quer?

Claro que não pode faltar o cafezinho…

Isamara Amâncio aqui!

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Teste genético: quando fazer?

Por Diogo Sponchiato

Há alguns anos distantes do dia a dia dos brasileiros, agora os testes genéticos não só estão mais viáveis de se fazer como alguns deles podem ser realizados dentro de casa e enviados ao laboratório pelo correio.

Esses exames, em evolução e expansão, ajudam a prevenir doenças, personalizar tratamentos, entender como o corpo reage a determinados hábitos e desbravar nossas origens.

Porém, com tanta versão e opção no mercado, como saber quais trazem informações confiáveis e úteis à saúde? Nossa equipe apurou quando e com que finalidade vale a pena sondar o DNA e tira as principais dúvidas sobre os testes disponíveis no país.

Os principais tipos de teste genético

O que muda é a forma de extrair o DNA do paciente:

  • Em casa: kits com testes para descobrir a ancestralidade ou a propensão a doenças são enviados à sua residência. Você esfrega um swab (tipo de cotonete longo) dentro da bochecha para recolher o material. Armazena num frasco ou saquinho especial e envia pelo correio para análise.
  • Em laboratório: amostras de saliva ou sangue são coletadas diariamente em centros de exame para a realização de testes genéticos que apuram o risco de uma ou várias patologias. Estudos sugerem que o sangue é o meio mais adequado a um sequenciamento genômico mais completo.
  • Em biópsias: são testes mais específicos (e caros) com o objetivo de conhecer melhor o perfil do tumor do qual foi retirada a amostra. Em alguns tipos de câncer, é possível avaliar se a quimioterapia é o tratamento mais indicado ou se o problema pode ser tratado de outras maneiras.

+ Leia também: Quando fazer teste para sair do isolamento por Covid-19?

Para prever e prevenir doenças sérias

A sopa de letrinhas do nosso DNA reúne pistas importantes sobre problemas de saúde que provavelmente vamos desenvolver no futuro. Às vezes a história da família deixa a situação evidente: alterações genéticas ligadas a enfermidades atravessam gerações e os membros do clã são claramente afetados por elas.

Mas há casos em que os genes — ou mutações neles — indicam maior propensão a doenças das quais nem desconfiamos. Ilustram esses dois contextos os famosos genes BRCA1 e BRAC2, marcadores de alto risco para câncer de mama, ovário e próstata, o CDH1, associado a tumores de estômago, e aqueles que fazem parte do grupo HLA, por trás de disfunções imunológicas.

Foi graças a um teste genético que delatou uma mutação nos genes BRCA que a atriz americana Angelina Jolie descobriu a predisposição ao câncer de mama e decidiu se submeter a uma mastectomia preventiva.

Esse tipo de exame que apura trechos específicos do DNA é recomendado sobretudo quando há histórico familiar de uma doença. Mas é preciso esclarecer que nem toda culpa recai sobre os genes: fatores ambientais e comportamentais (como o tabagismo) aumentam as chances de desencadear o problema.

Os exames de DNA estão cada vez mais acessíveis e podem ser feitos até em casa. Mas em que situações eles realmente trazem dados importantes à saúde?

Teste genético: quando fazer?

publicado em Veja saúde