A qualidade do sono afeta a eficácia da vacina contra o coronavírus?

O pleno funcionamento do sistema imunológico depende de vários fatores, sendo o sono um dos mais importantes. É durante esse período de descanso que as defesas do nosso organismo são aperfeiçoadas. Mas será que pregar os olhos também influencia na eficácia das vacinas – incluindo a que protege contra o coronavírus?

De acordo com a biomédica Daniela Santoro Rosa, pesquisadora do Instituto do Sono, em São Paulo, nos últimos anos diversos estudos têm mostrado que existe uma interação importante entre o repouso e o sistema imune.

Já se sabe que dormir bem é essencial
para o bom funcionamento da imunidade. Mas será que esse hábito tem impacto na ação da vacina da Covid-19?

A qualidade do sono afeta a eficácia da vacina contra o coronavírus?

publicado originalmente em Veja saúde

Governo Bolsonaro pediu propina em doses de vacina, diz jornal

O jornal Folha de S.Paulo publicou uma reportagem na noite desta terça-feira (29) em que um representante de uma vendedora de vacinas contra a Covid-19 afirma que recebeu pedido de propina ao oferecer doses para o Ministério da Saúde do governo de Jair Bolsonaro (sem partido).

De acordo com o jornal, Luiz Paulo Dominguetti Pereira, representante da Davati Medical Supply, afirma que teve uma reunião com o diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, em um shopping de Brasília, no dia 25 de fevereiro. O jornal tentou contato com Roberto e não obteve sucesso.

Representante de vendedora de vacinas relata que caso ocorreu em negociação de doses da AstraZeneca

Governo Bolsonaro pediu propina em doses de vacina, diz jornal

publicado originalmente em Veja

Governo Bolsonaro suspende contrato da vacina Covaxin

Ministério da Saúde divulgou na tarde desta terça-feira (29) que decidiu suspender temporariamente o contrato para a aquisição de doses da vacina Covaxin, imunizante da farmacêutica indiana Bharat Biotech. O acerto é alvo de apuração na Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI) da Covid-19, no Senado Federal e por parte do Ministério Público Federal.

Acerto previa aquisição de 20 milhões de doses; Ministério da Saúde diz que decisão ocorreu para “análise aprofundada”

Governo Bolsonaro suspende contrato da vacina Covaxin

publicado originalmente em Veja

Cogumelos podem ser aliados na prevenção do câncer

Ao avaliarem 17 estudos sobre câncer publicados entre 1966 e 2020, envolvendo mais de 19 500 pacientes, cientistas da Universidade Penn State, nos Estados Unidos, chegaram a um resultado animador para os fãs de cogumelos. Quem ingeria 18 gramas desses fungos comestíveis por dia — coisa de 1/8 a 1/4 de xícara — tinha um risco 45% menor de enfrentar um tumor em relação aos que não cultivavam o hábito.

Eles carregam um componente poderoso contra tumores

Cogumelos podem ser aliados na prevenção do câncer

publicado originalmente em Veja

Coração artificial: resultados promissores contra insuficiência cardíaca

Um coração artificial ainda em testes iniciais poderia conferir mais autonomia para pessoas com casos graves de insuficiência cardíaca. O dispositivo possui um mecanismo de autorregulação que se adapta ao dia a dia do paciente e exigiria menos ajustes e idas a centros médicos ao longo do tempo.

Equipamento aumentaria a independência e a qualidade de vida de pacientes com estágio avançado desse problema no coração, segundo estudo

Coração artificial: resultados promissores contra insuficiência cardíaca

publicado originalmente em Veja saúde

Orgulho LGBT+: filmes, séries e exposições para discutir o tema em casa

O dia do orgulho LGBTQIA+ é comemorado nesta segunda (28). A data marca os 51 anos da revolta de Stonewall, bar em Nova York que se tornou um símbolo da luta de gays e travestis contra investidas violentas da polícia local.

De Ru Paul’s Drag Race a exposição virtual de artistas trans, diversos conteúdos exaltam a produção LGBTQIA+

Orgulho LGBT+: filmes, séries e exposições para discutir o tema em casa

publicado originalmente em Veja

“A síndrome de Down não nos impede de nada”

“Em 2015, em um evento de inclusão do projeto Cromossomo 21, no Rio de Janeiro, conheci o Vinicius por intermédio de um amigo em comum. Tinha gente de todo canto. Eu vim de Miami e ele, do Rio Grande do Sul.

Vinicius diz que foi amor à primeira vista, que meus olhos o conquistaram. Na época, eu namorava outro menino, americano, também com síndrome de Down.

Tathi é influenciadora digital e Vinicius, escritor e palestrante. Eles vivem a experiência de morar juntos e sozinhos pela primeira vez

“A síndrome de Down não nos impede de nada”

publicado originalmente em Veja

Zoom: a mesa está posta

A toalha felpuda aí em cima aguarda a refeição. Pois os pontinhos que, em conjunto, dão essa aparência delicada ao tecido são as microvilosidades do intestino delgado. Graças a bilhões de estruturas como essas, conseguimos absorver os nutrientes que passam pelo aparelho digestivo. E, de minúsculo grão em minúsculo grão, nos mantemos de pé até a próxima refeição.

O retrato microscópico do tecido que reveste nosso intestino delgado e nos permite absorver os nutrientes das refeições

Zoom: a mesa está posta

publicado originalmente em Veja saúde

Clonazepam (ou Rivotril): o que é, como age e os efeitos colaterais

Conhecido popularmente pelo nome comercial Rivotril, o clonazepam é um medicamento ansiolítico que faz parte do grupo dos benzodiazepínicos. Devido ao efeito sedativo, ele inibe as funções do sistema nervoso central.

“Isso ocorre a partir da potencialização da ação do ácido gama-aminobutírico. Trata-se de um neurotransmissor inibitório, responsável por diminuir a excitação, a agitação, a tensão e o estado de alerta, trazendo relaxamento, sonolência e sensação de calma”, descreve a psiquiatra Gisele Gus Manfro, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Esse ansiolítico é bastante eficaz contra transtornos de ansiedade, mas gera vários efeitos colaterais. Saiba mais sobre o medicamento

Clonazepam (ou Rivotril): o que é, como age e os efeitos colaterais

publicado originalmente em Veja saúde

A última geração dos implantes dentários

A repórter que vos escreve sabe bem a falta que um dente faz. Logo cedo, descobri ser portadora de agenesia dental, o jeito técnico de dizer que nasci destinada a não ter um dos integrantes da arcada dentária. Um implante resolveria a malformação, mas só poderia ser feito depois do 18º aniversário, quando terminasse o crescimento dos ossos da face. Foram anos de próteses móveis, aparelho ortodôntico para abrir espaço ao futuro procedimento e um certo grau de bullying na escola — os colegas iam trocando a dentição de leite e minha janelinha seguia aberta.

Avanços tornaram o procedimento mais rápido, certeiro e acessível. Na onda da personalização, conheça as promessas e os cuidados para reconstruir o sorriso

A última geração dos implantes dentários

publicado originalmente em Veja saúde