Comedores seletivos: os difíceis para comer

Criança que não come nenhum tipo de fruta ou verdura. Adolescente que não deixa passar verde no prato. Adulto que resiste a toda e qualquer salada. Quem disse que a seletividade alimentar é só coisa da infância? Pelo contrário, esse comportamento pode se perpetuar pela juventude e a fase adulta, trazendo consequências desagradáveis.

Sim, o comedor seletivo pode crescer! É o que atesta o primeiro estudo que se debruça sobre o avanço da seletividade alimentar ao longo da vida. Realizado pela Universidade Stanford, nos Estados Unidos, o trabalho foi de longa duração e coletou dados com os pais de 61 jovens sobre seus hábitos alimentares aos 2, 7, 9 e 11 anos de idade. Tempos depois, os participantes, todos já com 23 anos, se autoavaliaram para fechar a pesquisa.

Esse perfil pode trazer desafios para o desenvolvimento na infância e se estender e afetar a vida adulta. Faça um teste para saber se é o seu caso

Comedores seletivos: os difíceis para comer

publicado originalmente em Veja saúde

Exames de imagem ajudam a desvendar doenças psiquiátricas

Da anatomia do cérebro ao seu funcionamento: o uso de tomografia e ressonância magnética aliado à cintilografia se populariza no diagnóstico de problemas como depressão e esquizofrenia.

Um dos pioneiros no país no uso da cintilografia de perfusão cerebral por tomografia por emissão de fóton único (Spect), o radiologista Roberto Levi Jales, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), conta a origem da técnica: “Nos anos 1990, dois médicos americanos da Universidade da Califórnia observaram que as imagens do cérebro de pessoas com determinadas patologias seguiam diferentes padrões de cor após a administração de uma substância radioativa na veia: vermelho para transtorno bipolar, azul para esquizofrenia, por exemplo”.

O registro da atividade em certas áreas do cérebro sinaliza diferentes transtornos

Exames de imagem ajudam a desvendar doenças psiquiátricas

publicado originalmente em Veja saúde

Estudo: anticorpos de quem teve Covid-19 não protegem contra variante

Estudo internacional com participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) revela um mecanismo que explica o motivo pelo qual ocorrem as reinfecções de Covid-19. Testes em laboratório mostraram que a variante Gamma, anteriormente conhecida como P.1, originada no Brasil, é capaz de escapar dos anticorpos neutralizantes que são gerados pelo sistema imunológico a partir de uma infecção anterior com outras variantes do coronavírus.

Testes em laboratório mostram que variante Gamma não é neutralizada

Estudo: anticorpos de quem teve Covid-19 não protegem contra variante

publicado originalmente em Veja

Frio pode contribuir para ocorrência de infarto, alertam especialistas

Dias mais frios podem contribuir para a ocorrência de infarto em pacientes que apresentam fatores de risco, como aqueles que têm lesões nas coronárias ou são hipertensos.

A cardiologista Rica Buchler, diretora de reabilitação cardíaca do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo, alerta que o acompanhamento médico e o controle de condições preexistentes podem reduzir os riscos.

Ela explica que, no frio, na tentativa de manter a temperatura do corpo, os vasos sanguíneos se contraem, diminuindo de diâmetro. É a chamada vasoconstrição. “Essa situação pode levar ao infarto e piorar a hipertensão em pacientes com predisposição”, acrescenta.

O ideal é evitar se expor a mudanças muito bruscas de temperatura e estar em dia com o acompanhamento médico

Frio pode contribuir para ocorrência de infarto, alertam especialistas

publicado originalmente em Veja saúde

Uma planta, vários chás

Em 21 de abril de 2021, Elizabeth II completou 95 anos. E o desejo de “vida longa à rainha”, entoado inclusive no hino britânico, tem sido atendido. A despeito do clamor dos súditos, um empurrão da genética e toda uma conjuntura saudável contribuem para que ela detenha o título de monarca com maior tempo de trono do Reino Unido. Mas, coincidência ou não, um ingrediente em particular não falta no cotidiano da soberana: a Camellia sinensis, espécie que é matéria-prima para o legítimo chá. Um ex-cozinheiro do palácio revelou que o desjejum da majestade se dá com uma xícara da bebida, que, claro, também é apreciada no tradicional serviço das 5 da tarde.

Pode ser verde, branco, preto, ou na forma de matchá e kombucha… O fato é que as bebidas feitas com a Camellia sinensis mantêm a popularidade em alta

Uma planta, vários chás

publicado originalmente em Veja

Novos estudos ajudam a entender o impacto do coronavírus no cérebro

Dias depois de a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretar a pandemia pelo novo coronavírus, em março de 2020, um estudo com pacientes na Itália já relatava a perda do olfato e do paladar como um dos sintomas de Covid-19. Em abril do mesmo ano, foi publicado o primeiro estudo sobre o impacto neurológico da doença, com centenas de pessoas.

Desde então, investigações sobre as consequências da Covid-19 no cérebro têm sido realizadas, abordando desde os efeitos observados na fase aguda até as possíveis sequelas neurológicas – relatadas por cerca de 30% dos pacientes que se recuperaram.

Já se sabe que esse é um dos vários órgãos afetados pelo Sars-CoV-2. Agora, pesquisadores estão empenhados em desvendar as repercussões disso

Novos estudos ajudam a entender o impacto do coronavírus no cérebro

publicado originalmente em Veja saúde

Acordo facilitará circulação de pessoas em países de língua portuguesa

Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) aprovou um acordo de mobilidade que promete facilitar a concessão de visto e autorizações de residência e também a circulação de pessoas nos países do grupo. O acordo foi firmado neste sábado (17), ao término da 13ª Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, realizada em Luanda, capital de Angola.

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, chefiou a delegação brasileira no evento. Além de Mourão, integram a comitiva o ministro das Relações Exteriores, Carlos França, o secretário de Assuntos Estratégicos, Flavio Rocha, e o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Augusto Pestana.

Tratado foi firmado em Angola durante conferência do comitê que reúne as nações

Acordo facilitará circulação de pessoas em países de língua portuguesa

publicado originalmente em Veja

Guia reúne dicas para sensibilizar empresas sobre casos de depressão

O trabalho é o lugar em que a gente passa a maior parte do tempo e, ainda bem, tem crescido a preocupação em cuidar da depressão nesse ambiente. Afinal, ignorar os sinais e não buscar o tratamento dessa doença pode causar a piora do quadro – e casos graves aumentam o risco até de suicídio.

Para ter ideia, um em cada cinco brasileiros acaba pedindo pensão por invalidez por causa de transtornos mentais. O impacto disso pesa inclusive no bolso: o Brasil é o segundo país com maior perda financeira ligada à depressão no serviço. São US$ 63,3 bilhões (mais de R$ 37 trilhões), segundo estudo de 2016 da London School of Economics – ficamos atrás apenas dos Estados Unidos. 

A depressão é a principal causa médica de incapacitação. Guia pretende reduzir o preconceito sobre a doença no trabalho e facilitar a busca por ajuda

Guia reúne dicas para sensibilizar empresas sobre casos de depressão

publicado originalmente em Veja saúde