Bebê deve ser estimulado a segurar objetos desde o nascimento, diz estudo

Recém-nascidos e bebês de até três meses de idade já devem receber estímulos para manusear objetos e observar adultos desenvolvendo tarefas do dia a dia. Esse incentivo ajuda no desenvolvimento social, motor e cognitivo. É o que sugerem pesquisadores em artigo publicado na revista científica Infant Behavior & Development.

O estudo propõe que, desde o nascimento, os bebês assistam cotidianamente os adultos em suas atividades diárias, como, por exemplo, na manipulação de utensílios domésticos. Além disso, também devem ter contato frequente com objetos para que desenvolvam as habilidades de segurá-los e de estender os braços para alcançá-los.

Nos primeiros meses de vida, eles são capazes de aprender muito mais do que os pais imaginam. Pesquisadora ensina exercícios que ajudam no desenvolvimento

Bebê deve ser estimulado a segurar objetos desde o nascimento, diz estudo

publicado originalmente em Veja saúde

Tem diabetes? Atenção ao que não tem evidência

Metade das pessoas com diabetes já tentou algum tipo de terapia sem eficácia comprovada para a doença. É o que mostra uma revisão publicada no European Journal of Pharmacology em cima de 38 estudos conduzidos pelo mundo.

Para piorar, em 21% dos casos os indivíduos abandonaram o tratamento prescrito, e em 67% das situações o uso da abordagem alternativa não foi informado ao médico. “O achado indica problemas de comunicação entre profissional e paciente, que deveriam ter uma relação de cumplicidade”, diz o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, que já comentou o levantamento em sua coluna no site da VEJA SAÚDE.

Terapias alternativas fazem sucesso nessa turma, aponta estudo. Cuidado!

Tem diabetes? Atenção ao que não tem evidência

publicado originalmente em Veja saúde

Histórias ajudam crianças em UTI

Capitaneado pelo Instituto D’Or em parceria com a Associação Viva e Deixe Viver, um experimento demonstrou o poder da contação de histórias em crianças internadas na UTI de um hospital paulistano.

Os pequenos foram divididos em dois grupos: um ouviu histórias, o outro ficou com brincadeiras de adivinhação. Antes e depois, eram coletadas amostras da saliva para checar os níveis de cortisol e ocitocina, hormônios relacionados ao estresse e ao bem-estar.

“Foram observadas melhoras fisiológicas e emocionais em todos. Mas, nos que ouviam histórias, os efeitos foram duas vezes mais expressivos”, conta Guilherme Brockington, um dos autores. “Incentivamos a contação também em casa. Ela alivia o impacto psicológico da pandemia”, sugere.

Pesquisa inédita confirma os benefícios do atendimento humanizado aos pequenos hospitalizados

Histórias ajudam crianças em UTI

publicado originalmente em Veja saúde

Ney Matogrosso 80 anos: um guia para comemorar a data à altura

Nascido em 1º de agosto de 1941, o sul-matogrossense Ney de Souza Pereira  chega aos 80 anos neste fim de semana, esbanjando fôlego e vitalidade. Enquanto o novo disco completo – esperado para o segundo semestre – não fica pronto e os shows convencionais não voltam a acontecer, dá para celebrar a carreira do cantor sem sair de casa.

+ Aos 80, Ney Matogrosso grava álbum, ganha biografia e está em paz

No domingo (1º) quatro músicas do novo disco, ainda sem nome, serão disponibilizadas nas plataformas de streaming.

O Canal Brasil terá uma programação em homenagem à voz de Sangue Latino, Poema e outras tantas canções que habitam a mente do povo brasileiro. Às 9h45 deste domingo (1º), será exibido o DVD do show Atento aos Sinais, lançado em 2014. No repertório do show dirigido por Felipe Nepomuceno ganham destaque canções da nova geração da MPB.

Canal de TV vai transmitir shows, músicas inéditas chegam ao streaming no domingo (1º) e biografia escrita por Julio Maria está pintando nas livrarias

Ney Matogrosso 80 anos: um guia para comemorar a data à altura

publicado originalmente em Veja

Os detalhes da quarta volta ao mundo da Família Schurmann, que acaba de preparar veleiro no Guarujá

“Como é que é chemistry (química) mesmo em português?”, pergunta Wilhelm, 45, enquanto explicava para a reportagem o funcionamento das baterias que armazenam energia do veleiro da família brasileira famosa por realizar voltas ao mundo em alto-mar. Os Schurmann costumam trocar a língua oficial da embarcação com a mesma frequência com que mudam de endereço: são fluentes em espanhol, inglês e francês e emendam diálogos em palavras estrangeiras com normalidade, o que soa estranho para quem não está acostumado. Vilfredo, 72, e Heloísa, 75, são as âncoras, e Wilhelm, David, 47, e Pierre, 53, os filhos: eles se encontraram no último domingo (25) na sede do Guarujá do Iate Clube de Santos, no litoral paulista, para comemorar o aniversário do caçula e acompanhar os últimos retoques no veleiro, que está em fase final de preparação para a próxima expedição em alto-mar da família.

Expedição, que ganhará quadro no “Fantástico” e custará 15 milhões de reais, terá o lixo nos oceanos como tema

Os detalhes da quarta volta ao mundo da Família Schurmann, que acaba de preparar veleiro no Guarujá

publicado originalmente em Veja

Idosos que mantém cérebro ativo podem adiar em cinco anos o Alzheimer

Atividades simples e cotidianas como ler, escrever, jogar cartas ou montar quebra-cabeças podem atrasar em cinco anos o princípio da doença de Alzheimer. E o mais surpreendente: os benefícios são visíveis mesmo quando tais hábitos são iniciados aos 80 anos. É o que revelou um estudo publicado na Neurology, periódico da Academia Americana de Neurologia.

Os pesquisadores concluíram que o atraso da demência é resultado de atividades de estimulação cognitiva em idades mais avançadas, e não no início da vida. Isso após acompanhar 1 978 pessoas com idade média de 80 anos e que não apresentavam a doença no início do estudo.

Leitura e jogos estão entre as atividades que podem atrasar as manifestações clínicas da demência

Idosos que mantém cérebro ativo podem adiar em cinco anos o Alzheimer

publicado originalmente em Veja saúde

Hábito de tomar café pode reduzir risco de arritmia, diz estudo

Vira e mexe o café é ligado a benfeitorias à saúde – desde que apreciado com moderação. No ano passado, um estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, e do Instituto Norueguês de Saúde Pública, encontrou uma relação entre tomar a bebida e uma maior expectativa da vida – com vantagens para o tipo filtrado. Agora, dados publicados no periódico Jama Internal Medicine sugerem que o café teria um efeito protetor quando o assunto é arritmia cardíaca.

Apesar de algumas limitações, trata-se de uma pesquisa robusta. Os quase 400 mil participantes foram selecionados a partir de um banco de dados genético britânico, o UK Biobank, o que colabora para uma diversidade de pessoas envolvidas.

A bebida sempre gerou desconfiança quando o assunto é o impacto no coração. Mas está cada vez mais claro que o consumo moderado é protetor

Hábito de tomar café pode reduzir risco de arritmia, diz estudo

publicado originalmente em Veja saúde

As 10 práticas essenciais para combater a pandemia de Covid-19

Um ano e sete meses após a descoberta do novo coronavírus, na China, o mundo ainda enfrenta novas ondas da pandemia. Um misto de desconhecimento (por se tratar de uma doença nova) com medo e ansiedade fez com que pessoas e profissionais da saúde tomassem medidas que, hoje, provaram-se equivocadas. Para dar esse esse alerta e indicar o que realmente tem respaldo científico em termos de prevenção e tratamento, estudiosos da campanha Choosing Wisely, que promove o uso racional de recursos na área da saúde e a medicina baseada em evidências, publicaram 10 recomendações básicas para conter a Covid-19. O compilado saiu no periódico Nature Medicine.

Recomendações são baseadas em uma análise robusta de evidências científicas. O objetivo do documento é evitar práticas que podem agravar a pandemia

As 10 práticas essenciais para combater a pandemia de Covid-19

publicado originalmente em Veja saúde

Frutas contra o diabetes

A descoberta vem da Universidade Edith Cowan, na Austrália, onde foi analisada a relação entre ingestão de frutas e presença de diabetes entre 7 675 pessoas. Após cinco anos de acompanhamento, na turma em que o alimento fazia parte do cardápio, houve redução de 36% no risco de a doença dar as caras.

Nesses indivíduos, notou-se uma melhor sensibilidade à insulina, o que se traduz em maior capacidade de as células retirarem o açúcar do sangue e transformá-lo em energia.

O consumo de pelo menos duas porções por dia pode reduzir o risco de desenvolver a doença

Frutas contra o diabetes

publicado originalmente em Veja saúde

Comedores seletivos: os difíceis para comer

Criança que não come nenhum tipo de fruta ou verdura. Adolescente que não deixa passar verde no prato. Adulto que resiste a toda e qualquer salada. Quem disse que a seletividade alimentar é só coisa da infância? Pelo contrário, esse comportamento pode se perpetuar pela juventude e a fase adulta, trazendo consequências desagradáveis.

Sim, o comedor seletivo pode crescer! É o que atesta o primeiro estudo que se debruça sobre o avanço da seletividade alimentar ao longo da vida. Realizado pela Universidade Stanford, nos Estados Unidos, o trabalho foi de longa duração e coletou dados com os pais de 61 jovens sobre seus hábitos alimentares aos 2, 7, 9 e 11 anos de idade. Tempos depois, os participantes, todos já com 23 anos, se autoavaliaram para fechar a pesquisa.

Esse perfil pode trazer desafios para o desenvolvimento na infância e se estender e afetar a vida adulta. Faça um teste para saber se é o seu caso

Comedores seletivos: os difíceis para comer

publicado originalmente em Veja saúde