O que fazer se tiver contato com alguém infectado por Covid ou gripe?

Com as festas de fim de ano e a queda de casos e mortes por Covid-19, muita gente baixou a guarda em relação aos cuidados para evitar a contaminação, como manter distanciamento, usar máscaras e lavar bem as mãos.

Só que isso aconteceu bem no momento em que uma variante mais transmissível do Sars-CoV-2, a Ômicron, se disseminava pelo planeta. Sem falar no surto de gripe, doença provocada pelo vírus Influenza.

O que se vê agora é um monte de gente confirmando a infecção por um dos dois vírus ou até pelos dois ao mesmo tempo. Mas e quem teve contato com alguém nessa situação? Como deve agir? Veja, abaixo, o caminho ideal.

1. Faça um teste para confirmar a infecção ou busque atendimento médico

Descobrir se ocorreu a infecção é crucial para saber quais os próximos passos. Se não houver sintomas, o ideal é fazer o teste cinco dias depois do contato com alguém contaminado e, se possível, ficar isolado até lá. Na presença de sintomas, é preciso realizá-lo já a partir do primeiro dia.

Os testes rápidos de antígeno podem, separadamente, identificar o Sars-CoV-2 ou o Influenza – ou até outros vírus causadores de síndromes gripais.

Estão em curso uma pandemia de coronavírus e uma epidemia de Influenza. Encontrou alguém que se descobriu contaminado dias depois? Veja o que fazer

O que fazer se tiver contato com alguém infectado por Covid ou gripe?

publicado originalmente em Veja saúde

Surto de gripe: ainda vale a pena tomar a vacina?

O Rio de Janeiro vem enfrentando uma epidemia de gripe causada pelo vírus Influenza A – H3N2, o mesmo que está em alta no hemisfério Norte. Mas os casos já começaram a aumentar em outras partes do país, como São Paulo, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.

Segundo o infectologista Eduardo Medeiros, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e diretor científico da Sociedade Paulista de Infectologia (SPI), é possível que essa disseminação siga em uma curva crescente por todo o Brasil.

+ MAIS: Entenda o surto de gripe no Rio de Janeiro

“Com a pandemia de Covid-19outras vacinas foram negligenciadas”, explica. É o caso justamente do imunizante que protege contra o vírus Influenza. Segundo o expert, alguns estados não alcançaram 50% de sua meta vacinal contra a gripe.

E não está tarde para ir atrás dessa picadinha. “Embora a atual cepa que está predominando, a H3N2 Darwin, possa ter apresentado mutações que diminuem a eficácia da vacina atual, quem não se vacinou deve, sim, ser vacinado”, reforça Medeiros.

Segundo médico, quem não se vacinou deve buscar sua dose, independentemente de ter tomado a injeção contra Covid-19 há pouco tempo

Surto de gripe: ainda vale a pena tomar a vacina?

publicado originalmente em Veja saúde

Exigência de passaporte da vacina aumenta imunização na Europa e em Israel

A exigência do passaporte de vacinação contra a Covid-19 para frequentar locais públicos aumentou a adesão à vacina em países desenvolvidos com a cobertura vacinal abaixo da média. É o que mostra um estudo da Universidade Oxford sobre o impacto da introdução do documento em seis países publicado na revista The Lancet Public Health, na noite de segunda-feira, 13.

Dos seis países avaliados, a condição levou a um aumento de imunização na França, Israel, Itália e Suíça, que possuem índices abaixo da média mundial. Já na Alemanha, onde a cobertura vacinal era alta e na Dinamarca, onde o fornecimento da vacina foi escasso, não houve efeito significativo. “Observamos um aumento da vacinação, 20 dias antes da implementação da medida, com um efeito que durou ao menos até 40 dias depois”, disse Melinda Mills, diretora do Leverhulme Center for Demographic Science, da Universidade Oxford e principal autora da pesquisa. “Aumentar à adesão aos imunizantes é crucial para proteger os indivíduos imunizados e romper as cadeias de infecção na comunidade”, acrescentou.

De acordo com os pesquisadores, mesmo as políticas de exigência do comprovante vacinal terem sido implementadas para evitar a disseminação do vírus, colaborou para incentivar a imunização, diminuindo a hesitação de pessoas que se recusam ou demoram para tomar a vacina. O levantamento observou ainda que o aumento na aceitação foi mais pronunciado no público jovem. Quando as restrições foram aplicadas a casas noturnas e eventos na Suíça, por exemplo, o maior crescimento da vacinação ocorreu entre pessoas com menos de 20 anos. “O aumento nas aplicações foi maior para os menores de 30 anos após a adoção da certificação. Restrições de acesso a certos lugares foram associados com a elevação das aplicações entre menores de 20 anos”, afirmou Melinda.

Este é o resultado obtido por pesquisa inglesa após comparar índices de imunização antes e depois da obrigatoriedade de apresentação do documento

Exigência de passaporte da vacina aumenta imunização na Europa e em Israel

publicado originalmente em Veja

Vacina ou infecção natural: qual protege mais contra a Covid-19?

Com a análise dos dados de mais de sete mil pessoas hospitalizadas pela Covid-19pesquisadores do Centro de Controle e Prevenção de Doenças nos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) sugerem que os indivíduos vacinados têm uma proteção contra a doença grave até cinco vezes maior do que aqueles que passaram apenas pela infecção natural.

Nos pacientes acima dos 65 anos, a vacina se mostrou mais significativa: cerca de 20 vezes mais eficaz contra a hospitalização.

Os imunizantes analisados no estudo foram os das farmacêuticas Pfizer/BioNTech e da Moderna, ambos do tipo RNA mensageiro. Com relação às variantes, o estudo se concentrou em um período anterior e durante a prevalência da Delta. A nova variante Ômicron não foi avaliada.

Indivíduos que tiveram Covid-19, mas não se vacinaram, têm um risco cinco vezes maior de serem hospitalizados em relação a quem foi imunizado, diz estudo

Vacina ou infecção natural: qual protege mais contra a Covid-19?

publicado originalmente em Veja saúde

Vacina nasal para Alzheimer será testada em humanos pela primeira vez

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 50 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem algum tipo de demência, sendo o Alzheimer o problema mais comum. A doença neurodegenerativa, conhecida por causar perda de memória e confusão, não tem cura. Por enquanto, há apenas tratamentos medicamentosos que controlam os sintomas por tempo limitado. 

Não foi por falta de tentativas. Grandes farmacêuticas tentam produzir remédios que interrompam a progressão da doença há décadas, mas nenhuma obteve sucesso. Agora, a história pode começar a mudar.

Howard L. Weiner, professor de neurologia na Escola de Medicina de Harvard e líder em pesquisas sobre o Alzheimer há quase 20 anos, se prepara para iniciar os testes clínicos de uma vacina em formato de spray nasal desenvolvida pelo seu grupo de estudo. O objetivo é prevenir ou retardar a progressão da doença. 

O ensaio clínico acontecerá em um hospital da Universidade Harvard, nos EUA, e deve analisar, principalmente, a segurança e a dose ideal do composto.

Vacina nasal para Alzheimer será testada em humanos pela primeira vez

publicado originalmente em superinteressante

Vacina do HPV reduz pra valer a incidência de câncer de colo de útero

Vacinar crianças e adolescentes contra o HPV é uma estratégia de saúde pública. A recomendação, chancelada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem como missão reduzir a circulação desse vírus que é sexualmente transmissível e causador de diversos tipos de câncer, com destaque para o tumor de colo de útero – o terceiro mais frequente na população feminina, atrás dos de mama e colorretal.

E um estudo publicado recentemente no jornal científico The Lancet mostra a magnitude do benefício. Com base em dados de um monte de mulheres, cientistas da Universidade King’s College, no Reino Unido – onde a campanha começou em 2008 –, investigaram o impacto do imunizante entre vacinadas e não vacinadas.

Eles concluíram que quem recebeu a injeção com 12 ou 13 anos apresentou, na fase adulta, uma redução de 87% no risco de desenvolver o câncer de colo de útero em comparação com quem não havia se vacinado.

“Há países, como a Austrália, que já sentem os efeitos dessa estratégia e esperam erradicar os casos de câncer de colo de útero até 2030”, relata a oncologista Marcela Bonalumi, do CPO Oncoclínicas e do Hospital Pérola Byington, em São Paulo.

Com a imunização de crianças e adolescentes, um dos tumores que mais matam mulheres pode virar coisa do passado

Vacina do HPV reduz pra valer a incidência de câncer de colo de útero

publicado originalmente em Veja saúde

Vacina da Covid-19 em crianças: tudo o que você precisa saber

Recentemente, os Estados Unidos autorizaram o uso da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos. A liberação ocorreu depois da conclusão de um estudo, ainda não publicado, com cerca de 2 200 participantes nessa faixa etária, que apontou uma eficácia de 90% da fórmula, sem efeitos colaterais importantes. 

A farmacêutica já anunciou que pedirá à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a ampliação do público alvo também no Brasil. Deve ser a primeira de outras. “Temos vacinas em fase final de testes com os mais novos, sendo que algumas já foram usadas com segurança em dezenas de milhões de crianças e adolescentes pelo mundo”, explica o infectologista pediátrico Renato Kfouri, da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm)

Só que, mesmo antes de chegarem aos pequenos, as vacinas já estão sendo vítimas de uma campanha difamatória. Diretores da Anvisa foram ameaçados para negarem a autorização para a Pfizer mesmo antes da formalização do pedido. 

Enquanto isso, sites maliciosos e influenciadores divulgam notícias falsas sobre as vacinas, exagerando ou mesmo inventando mortes e reações adversas graves. O movimento, embora tímido frente à alta adesão dos brasileiros à campanha de imunização, preocupa os especialistas. 

Dose das crianças é menor e milhões já foram vacinadas com segurança no mundo. Pediatras defendem a inclusão delas na campanha de vacinação

Vacina da Covid-19 em crianças: tudo o que você precisa saber

publicado originalmente em Veja saúde

Novas vacinas contra a Covid-19 poderão ser adesivos para a pele

Pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália, estão estudando uma aplicação alternativa para as vacinas contra a Covid-19. Em vez de utilizar injeções, eles pretendem aplicar o imunizante por meio de um adesivo para a pele. Além de a aplicação ser indolor, esse novo tipo de vacina pode ser armazenado em temperatura ambiente, não necessita de auxílio profissional para a aplicação e ainda é capaz de desencadear uma maior resposta imunológica. 

O adesivo, menor do que uma unha, possui 5 mil microagulhas de plástico com vacina na ponta. Neste caso, é usado o imunizante HexaPro, que está sendo desenvolvido por pesquisadores da Universidade do Texas, nos EUA. Ele ainda está em fase de testes clínicos, mas já se mostrou resistente a altas temperaturas e também possui um menor custo de produção quando comparado às vacinas já disponíveis no mercado. 

Por enquanto, as vacinas adesivas foram testadas apenas em camundongos. Os roedores que receberam duas doses do imunizante apresentaram uma alta produção de anticorpos, mas aqueles que receberam apenas uma também ficaram protegidos (não adoeceram quando expostos ao coronavírus). O estudo completo foi publicado na revista Science Advances.

A camada superior da pele possui uma rede de células imunes especializadas que formam uma barreira contra bactérias e vírus. Elas são responsáveis por enviar sinais sobre patógenos invasores para o resto do corpo. Por conta disso, os pesquisadores acreditam que a vacina adesiva tende a resultar em uma resposta imunológica maior com o uso de dosagens menores.

Novo método de aplicação do imunizante já foi testado em ratos – e gerou uma resposta imunológica tão potente quanto as vacinas tradicionais, que usam injeção.

Novas vacinas contra a Covid-19 poderão ser adesivos para a pele

publicado originalmente em superinteressante

“Vax”, abreviação de “vacina”, é eleita a Palavra do Ano de 2021

A pandemia não impactou apenas a saúde global, mas também a forma como nos comunicamos. Algumas palavras entraram para o nosso vocabulário, enquanto outras, já conhecidas (quarentena, distanciamento, lockdown), ganharam ainda mais força. 

Prova disso é que a empresa responsável pelo Dicionário de Oxford de língua inglesa, a Oxford Languages, que elegeu a palavra “vax” (abreviação para “vacina”) como a palavra do ano de 2021. 

A conclusão veio após uma análise de mais de 14,5 bilhões de palavras coletadas de notícias redigidas em língua inglesa no mundo todo. Uma equipe de lexicógrafos (profissionais dedicados à elaboração de dicionários) ficou encarregada da tarefa. De acordo com o relatório divulgado pela Oxford Languages, a busca por “vax” na internet aumentou 72 vezes em comparação ao ano passado.

De acordo com o relatório divulgado pela Oxford Languages, a oferta de imunizantes contra a Covid-19 fez a busca pelo termo aumentar 72 vezes em comparação a 2020.

“Vax”, abreviação de “vacina”, é eleita a Palavra do Ano de 2021

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “A ÚLTIMA SESSÃO DA CPI: UM RESUMO” no YouTube

Acabou…e começou!

Que a justiça seja feita, que as verdades descortinadas em tantas sessões, por vezes tristes até doer a alma, possam servir ao menos para ajudar a punir tantas barbaridades que ficaram comprovadas na CPI.

No aguardo da justiça…

Meteoro Brasil aqui!

 

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