10 modalidades curiosas que foram extintas das Olimpíadas

Com a bagunça no calendário olímpico e a interrupção dos treinos, a esperança do Brasil para a Olimpíada de 2021 está nos esportes estreantes. Segundo uma previsão da empresa de análise de dados Gracenote, o Brasil deve arrematar 20 medalhas este ano – dessas, oito virão do skate, do surfe e do caratê, que aparecerão pela primeira vez nas Olimpíadas em 2021. Além dessas modalidades caras aos brasileiros, o beisebol, softbol e escalada também irão estrear nesta edição dos jogos.

Skate, surfe e escalada vão estrear nas Olimpíadas de Tóquio. Mas o que dizer de cabo-de-guerra, nado submarino, tiro-ao-pombo ou corrida de lancha?

10 modalidades curiosas que foram extintas das Olimpíadas

publicado originalmente em superinteressante

Observar adultos em tarefas cotidianas pode estimular o desenvolvimento de bebês, sugere estudo

Desde o início da vida, bebês podem desenvolver incríveis habilidades e, a partir da observação e da imitação, são capazes de realizar ações complexas que envolvem diferentes comportamentos motores. É o que defende um recente estudo brasileiro, publicado na revista científica Infant Behavior and Development.

Segundo os autores, bebês com até três meses de idade deveriam ser estimulados a manipular objetos e observar os adultos realizando tarefas cotidianas – mexer na máquina de lavar ou organizar a pilha de roupas no quarto, por exemplo. Isso porque, ao observá-los, os recém-nascidos perceberiam mais facilmente como os movimentos corporais estão ligados com o ambiente ao redor. 

Uma nova pesquisa brasileira defende que bebês de até três meses de idade podem aprender ao presenciarem simples afazeres domésticos – e sugere algumas atividades para colocar isso em prática.

Observar adultos em tarefas cotidianas pode estimular o desenvolvimento de bebês, sugere estudo

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Registros fecais apontam que maias foram afetados por mudanças climáticas

A civilização maia ocupou diversos territórios na América Central antes de seu declínio e extinção com a chegada dos espanhóis. Hoje ela é objeto de estudo de arqueólogos que tentam entender, entre outros aspectos, como era a dinâmica demográfica de muitos locais.

Acredita-se que declínios populacionais e grandes migrações ocasionalmente aconteceram em algumas regiões maias em períodos de seca. Mas pesquisadores mostraram em um estudo recente que períodos muito úmidos também podem ter tido um papel importante nessa questão.

Arqueólogos examinaram moléculas orgânicas encontradas em resquícios de fezes no fundo de um lago do sítio arqueológico de Itzan, na atual Guatemala. A pesquisa sugere que tanto as secas quanto períodos muito úmidos causaram declínio populacional.

Registros fecais apontam que maias foram afetados por mudanças climáticas

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Fogo em alto mar: o que explica os incêndios do México e Azerbaijão

Imagens de incêndios em alto mar viralizaram nos últimos dias. Mas fique tranquilo: elas não denunciam o fim dos tempos. Um foi causado pela ação humana. O outro, por um fenômeno natural.

Fogo em alto mar: o que explica os incêndios do México e Azerbaijão

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Investigar, mas não punir: até onde vão os poderes da CPI da Covid?

A CPI da Covid, instalada em abril deste ano, já substituiu o Big Brother como reality show favorito do Twitter – e, numa nota mais séria, como fonte de desespero para todos os brasileiros que já podiam estar com uma vacina da Pfizer no braço não fossem 101 emails solenemente ignorados.

Para quem pegou o bonde do noticiário andando, ficam no ar algumas perguntas: por que o Poder Legislativo está realizando uma investigação? Os parlamentares têm algum poder para punir ou isso é exclusividade do Judiciário? Quais são os objetivos de uma – eis o significado da sigla – Comissão Parlamentar de Inquérito? Ela pode ter consequências práticas?

Entenda por que o Legislativo, às vezes, conduz uma investigação – e o que os parlamentares podem fazer antes de passar a bola para o Ministério Público.

Investigar, mas não punir: até onde vão os poderes da CPI da Covid?

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Os dinossauros estavam em declínio antes de sua extinção, aponta estudo

Há 66 milhões de anos, um asteroide causou uma extinção em massa na Terra. Ele caiu na Península de Yucatán, no México, e seu impacto desencadeou uma devastação ambiental levantando uma grande nuvem de poeira e bloqueando parte da luz solar. O evento resultou na extinção de cerca de 70% das espécies presentes na Terra, incluindo os dinossauros não-aviários – restaram apenas aqueles que deram origem às aves modernas.

Há milhões de anos um asteroide causou uma extinção em massa que desapareceu com quase todos os dinossauros. Mas cientistas defendem que esse teria sido apenas o golpe final.

Os dinossauros estavam em declínio antes de sua extinção, aponta estudo

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Gatos podem ter ficado mais afetuosos durante a pandemia, sugere estudo

A pandemia e o isolamento social influenciam – e muito – nossa saúde mental. Mas você já parou para pensar como os animais de estimação são afetados por esse contexto?

Um novo estudo, liderado por cientistas das Universidades de York e de Lincoln (ambas do Reino Unido), investigou mudanças no bem estar e no comportamento dos bichinhos a partir de relatos de seus respectivos donos. O estudo analisou associações entre essas mudanças e as alterações ocorridas na rotina diária e na saúde mental das pessoas com o lockdown.

Pesquisadores do Reino Unido entrevistaram mais de 5 mil pessoas para investigar o impacto do isolamento nos animais de estimação. Os cães apresentaram as piores mudanças no comportamento.

Gatos podem ter ficado mais afetuosos durante a pandemia, sugere estudo

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Genoma da lagosta pode revelar segredos da longevidade do animal

Geralmente, o envelhecimento é visto como um processo acompanhado de um enfraquecimento e aumento da incidência de doenças. Mas nem sempre é assim – nem mesmo entre invertebrados marinhos. Um grande exemplo é a Homarus americanus, ou lagosta americana. As lagostas apresentam uma surpreendente longevidade. Elas podem viver até 100 anos na natureza e passam a vida crescendo, sem perder força nem fertilidade com o passar do tempo.

Equipe de cientistas produziu o sequenciamento do genoma da lagosta americana mais completo até hoje – e ele pode revelar como o crustáceo, que vive até 100 anos, raramente sofre com o câncer.

Genoma da lagosta pode revelar segredos da longevidade do animal

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