Um bom dia,com o sorriso carinhoso de Monica Buonfiglio…
Todos temos intuição? Uma conversa descontraída para tirar umas dúvidas.

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
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Olivia tem uma síndrome genética rara
Fogaça fala sobre a filha após tratamento com canabidiol: “planta sagrada”
O jurado do MasterChef Henrique Fogaça publicou em suas redes sociais fotos para celebrar a melhora de sua filha, Olivia, de 14 anos. Nascida com uma síndrome genética rara e ainda não diagnosticada, ela vem apresentando melhoras no quadro após tratamentos com o canabidiol, substância retirada da planta conhecida popularmente como maconha.
“Há 3 anos ela (Olivia) vem usando o óleo medicinal chamado CBD, que é extraído da planta Cannabis Sativa, mais conhecida como ‘maconha’. E digo para vocês que graças a planta ‘sagrada’, ela esta cada dia melhor, com um semblante de paz, de alegria, sorrindo e sentindo os pequenos prazeres da vida”, escreveu na postagem na rede social.
Durante o relato, ele afirmou que Olivia chegou a ter momentos anteriores ao tratamento em que não conseguia falar e precisava se alimentar por sonda. “Vivia por tempo integral em uma cadeira de rodas”.

Cientistas ligados ao Centro de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade e Fármacos (CIBFar) desvendaram detalhes do processo de maturação da principal enzima envolvida na replicação do novo coronavírus, conhecida como 3CL. A descoberta, descrita no Journal of Molecular Biology, facilita a busca de medicamentos capazes de sabotar esse processo logo no início.
“Em um ano e meio de pandemia, já temos, no mínimo, meia dúzia de vacinas em uso clínico, mas nenhum fármaco com comprovada eficácia e segurança. Antiviral é mesmo mais difícil de desenvolver. Porém, ainda que tenhamos bons imunizantes, obter um medicamento para a Covid-19 segue sendo muito importante, caso o vírus escape da vacina”, afirma Glaucius Oliva, coordenador do CIBFar – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da Fapesp sediado no Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP).
Cientistas investigaram como se forma a principal enzima envolvida na multiplicação do Sars-CoV-2 dentro das células
Descoberta facilita busca de remédio contra o coronavírus
publicado originalmente em Veja saúde

Uma dieta rica em alimentos fermentados pode influenciar beneficamente o sistema imunológico, segundo estudo publicado na revista científica Cell. De acordo com os pesquisadores, a ingestão desse tipo de alimento aumenta a diversidade de micro-organismos intestinais e diminui os sinais de inflamação, o que contribui para um bom funcionamento de todo o organismo.
Conduzido na Universidade Stanford, nos Estados, o trabalho contou com a participação de 36 adultos saudáveis. Eles foram divididos em dois grupos: um seguiu uma dieta rica em fermentados, com iogurtes, queijos como o do tipo cottage e bebidas como o kombucha, enquanto o outro foi orientado a consumir alimentos ricos em fibras, a exemplo de frutas, verduras, sementes e grãos integrais.
Em estudo, iogurtes e bebidas como o kombucha ajudaram a multiplicar as bactérias boas da microbiota, repercutindo na imunidade das pessoas
Consumo de alimentos fermentados pode fortalecer o sistema imunológico
publicado originalmente em Veja saúde
Se o presidente do Bozoquistão pudesse,com certeza transformaria o Brasil em uma teocracia…
Mas,como ainda existem pessoas com “miolo” nesta terra de ninguém, pouco a pouco cada um desses fanáticos vai encontrando seu destino…
FORAAAAA BOLSONARO 🤡

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Em regiões de prevalência da variante delta do novo coronavírus, o intervalo entre doses de vacina de Covid-19 precisa ser mais curto do que doze semanas para que se tenha um controle efetivo da pandemia. É o que sugere modelo matemático desenvolvido pelo Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) a partir de dados preliminares da eficácia da vacina para a variante delta. A ferramenta está descrita em artigo publicado na PNAS na quinta (18).
A tecnologia, criada pelo grupo ModCovid-19 com pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Fundação Getulio Vargas (FGV) e da Universidade de São Paulo (USP) projeta tempo seguro e ideal entre doses para controle da pandemia, a partir de dados de eficácia de vacinas. Ele mostra que vacinas com menos de 50% de eficácia na primeira dose precisam de um intervalo menor de aplicação do que vacinas com taxas de eficácia maiores. Alimentada com estudos prévios sobre eficácia dos imunizantes, a tecnologia indica quando é possível adiar as doses e quando se atinge o máximo possível de proteção.
Em regiões de prevalência da variante delta do novo coronavírus, o intervalo entre doses de vacina de Covid-19 precisa ser mais curto do que doze semanas para que se tenha um controle efetivo da pandemia. É o que sugere modelo matemático desenvolvido pelo Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas […]
Delta exige intervalo mais curto entre doses de vacina, sugere estudo
publicado originalmente em blog do pedlowski

Em 1987 a Torre de Pisa foi declarada Patrimônio Mundial pela Unesco mas em seu projeto inicial não era para ser torta, porém sua fundação foi construída em um local onde o solo era argiloso, o que o tornava impróprio para esse tipo de edificação. Apenas 5 anos mais tarde, a inclinação começou a surgir.
No inicio, seu intuito era de abrigar os sinos da Catedral de Pisa mas com o passar dos anos, se transformou em um dos locais mais visitados da Europa.
O ponto turístico italiano feito em mármore branco e construído em estilo românico começou a ser construído em 1173 e ficou concluído quase 200 anos mais tarde, em 1350, pois sua obra ficou parada durante alguns anos devido às guerras.
Muitas pessoas querem conhecer as cidades famosas do mundo e seus monumentos históricos e turísticos, mas quando conhecemos a história da origem destas obras, a viagem fica ainda mais interessante.
4 monumentos históricos e suas origens
publicado originalmente em psantinati
Um conselho sábio e bem na hora certa,como de costume…
Professora Lúcia Helena Galvão,uma companhia sempre bem vinda!

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Uma revisão recente de 29 pesquisas concluiu que os sintomas de ansiedade e depressão entre crianças e adolescentes dobraram após o início da pandemia de coronavírus. O trabalho, que reuniu dados de 80 879 jovens com 18 anos ou menos de diversos países, foi publicado no respeitado periódico científico JAMA Pediatrics.
Antes da pandemia, levantamentos sugeriam que sintomas depressivos eram comuns a 12,9% desse grupo. Já durante a crise do coronavírus, essa taxa subiu para 25,2%. Os sinais ansiosos por sua vez, aumentaram de 11,6% para 20,5%. E o índice tendia a ser maior conforme o avanço da pandemia.
Uma revisão de pesquisas estimou o impacto da crise do coronavírus na infância e adolescência
Sinais de depressão e ansiedade dobraram em jovens na pandemia, diz estudo
publicado originalmente em Veja saúde

Cremona, no norte da Itália, é uma região conhecida por abrigar as oficinas dos melhores fabricantes de violinos da história – entre eles Guarneri del Gesù e Antonio Stradivari, que, no século 17, produziu instrumentos (violinos, harpas, violões e violoncelos) que se tornaram mundialmente reconhecidos pela excepcional qualidade de som. Para se ter ideia, hoje um Stradivarius – instrumento confeccionado por Stradivari – pode valer milhões de dólares.
Por que os Stradivarius soam tão bem é algo que músicos e cientistas tentam explicar há bastante tempo. Existem algumas teorias, que envolvem desde a madeira utilizada até o clima europeu no período de fabricação dos instrumentos. Mas um novo estudo, publicado por cientistas de Taiwan, confirmou outra coisa: na verdade, os artesãos usavam processos químicos para tratar a madeira dos violinos.
Os violinos fabricados pelo italiano Antonio Stradivari são mundialmente conhecidos pela qualidade de som. Agora, um estudo revelou a razão: ele aplicava um tratamento químico na madeira dos instrumentos.
Estudo confirma teoria sobre o segredo dos violinos Stradivarius
publicado originalmente em superinteressante