Assista a “3 momentos em que a Monja coen fez meditações guiadas | LISTA DA MONJA” no YouTube

A querida amiga de sempre…com suas sábias palavras…

Monja Coen aqui!

imagens do Pinterest

Assista a “MAFALDA, CHARLIE BROWN E UMBERTO ECO #meteoro doc” no YouTube

O que pode haver de comum entre Mafalda, Charlie Brown e Umberto Eco?

Meteoro Brasil aqui!

imagens da internet

Telas destruídas de Klimt são resgatadas com a ajuda da tecnologia

Pouco antes do fim da II Guerra, uma divisão blindada do Exército alemão estava estacionada no Castelo Immendorf, na Áustria. Desde 1942, o local abrigava uma variedade de obras de arte confiscadas pelos nazistas ao longo do conflito. Da coleção, faziam parte telas do pintor austríaco Gustav Klimt (1862-1916), três delas comissionadas pelo governo de seu país no fim do século XIX. Acuados pelo Exército Vermelho que se aproximava, os soldados transformaram o prédio em uma grande armadilha, com bombas incendiárias armadas para disparar quando os soviéticos chegassem. Em 8 de maio de 1945, dia da derrocada de Hitler, o castelo foi tomado por chamas e tudo que estava em seu interior destruído, inclusive, é claro, o trio de exuberantes e ousadas pinturas de Klimt, das quais restaram apenas fotografias em preto e branco feitas em 1900 por Moritz Nähr. Graças a uma aliança entre a história da arte e a tecnologia, foi possível, agora, restaurar as supostas cores originais.

‘MEDICINA’ – O pintor escolheu uma composição assimétrica. Na metade direita, o fluxo da vida. Do outro lado, uma névoa de luz envolve uma mulher. Predominam os nus e, na versão digital, o dourado, o vermelho e o azul –

A origem das chamadas Pinturas das Faculdades remonta a 1894, quando Klimt e o pintor Franz Matsch receberam do Ministério da Educação da Áustria uma encomenda para o salão de festivais da Universidade de Viena. Cinco telas foram planejadas, uma peça central e representações das quatro principais faculdades vienenses — daí o nome dado a elas. Matsch faria a principal e a de Religião, e Klimt ficaria com as representações de Filosofia, Medicina e Jurisprudência. Quatro anos depois, ao exibi-las em exposições independentes de seu grupo artístico reformista, o artista chamou a atenção para suas alegorias exuberantes, coloridas e cheias de simbolismo das disciplinas ensinadas nos cursos superiores. E também atraiu a ira dos setores mais conservadores da sociedade, o que fez o pintor, contrariado com a incompreensão de sua arte, arrecadar junto a mecenas e apoiadores o valor que havia recebido do governo de modo a recomprá-las.

Com a aliança entre a história da arte e novas técnicas, foi possível, agora, restaurar as supostas cores originais das obras

Telas destruídas de Klimt são resgatadas com a ajuda da tecnologia

publicado originalmente em Veja

Assista a “Os aditivos químicos presentes em 4 de cada 5 alimentos vendidos nos mercados do Brasil” no YouTube

Sério e preocupante…

Por mais cascas e menos caixas!!!!

BBC NEWS aqui!

imagens do WordPress

No Turcomenistão, os resultados positivos de Covid-19 são jogados no lixo

Desde o início da pandemia, todos os países reportam seus casos de Covid-19 à Organização Mundial da Saúde (OMS), que reúne os dados diariamente em um mapa interativo. Quanto mais escuro estiver o país, mais casos ele tem. Mas duas manchas amarelas chamam a atenção no mapa: Turcomenistão e Coreia do Norte. Nenhum dos dois reportou qualquer caso à organização internacional.

Com exceção de algumas ilhas do Pacífico (que estão com as fronteiras fechadas desde abril de 2020), esses são os únicos países que dizem não ter registrado nenhum caso de Covid-19 desde o início da pandemia.

Não é coincidência que eles também possuam os regimes totalitários mais fechados do mundo. No ranking mundial que mede a liberdade de imprensa, realizado anualmente pela ONG Repórteres Sem Fronteiras, por exemplo, Coreia do Norte e Turcomenistão aparecem em penúltimo e antepenúltimo lugar, respectivamente. Só perdem para Eritreia, uma ditadura no nordeste africano.

O país é um dos poucos sem casos registrados desde o início da pandemia. Conversamos com um jornalista turcomano para entender a rotina de um dos regimes mais fechados do mundo.

No Turcomenistão, os resultados positivos de Covid-19 são jogados no lixo

publicado originalmente em superinteressante

Como funciona um projetor de cinema digital?

Arco-íris completo

Emitida por uma lâmpada xênon ou um laser fósforo (nos aparelhos mais modernos), a luz é condensada por uma lente específica. Aí, atravessa um filtro com, no mínimo, as cores verde, vermelho e azul, que lhe permite reproduzir até 16,7 milhões de tons. Nos projetores top de linha, a tecnologia BrilliantColor adiciona as cores amarela, ciano e magenta. A vantagem do laser é que ele corrige o contraste nas cenas mais escuras. No xênon, o preto fica meio “desbotado”, puxando para cinza e azul.

Liga-Desliga

A luz então segue para uma lente de modelagem e para o Digital Micromirror Device (DMD). Trata-se de um semicondutor com mais de 2 milhões de espelhos microscópicos que podem ser movimentados entre as posições “on” e “off”, milhares de vezes por segundo. Cada espelho criará um pixel (a menor unidade de luz que compõe uma imagem) na telona.

Espelho mágico

Arquivos digitais são compostos de bits, que, por sua vez, são compostos de 1 e 0 na linguagem binária usada pelos computadores. Cada bit determinará a posição de um espelho: 1 é “ligado” e 0 é “desligado”. Quanto mais estiverem ligados, mais claro será o tom do pixel. Se a posição “off” for mais frequente, o pixel será mais escuro.

Gente grande

Por fim, a refração do DMD vai, então, em direção à última lente: a de projeção. Ela serve para dar uma resolução ainda maior à imagem. Isso permite que o filme seja reproduzido naquele tamanho gigantesco da telona do cinema, mas sem perder qualidade na nitidez

O arquivo do filme é transformado em luz, que passa por um filtro que lhe permite reproduzir até 16,7 milhões de tons.

Como funciona um projetor de cinema digital?

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Limites do corpo e da mente e Libertação | Monja Coen | Palestra #15 | Zen Budismo” no YouTube

Um sábado mais iluminado para todos nós.

Monja Coen aqui!

imagens do Pinterest

Múmias com “línguas” de ouro são encontradas em tumbas de 2,5 mil anos no Egito

Em escavação no sítio arqueológico Oxyrhynchus, no Egito, arqueólogos espanhóis encontraram tumbas de 2,5 mil anos contendo restos mortais de duas pessoas com “línguas” de ouro. A descoberta, feita na província de Minya, foi anunciada pelo Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito no último domingo (5).

No lugar das línguas das múmias, estavam artefatos feitos de folhas de ouro no formato no órgão. Esses amuletos eram utilizados por embalsamadores no Antigo Egito porque permitiam, segundo as crenças locais, que o falecido falasse com Osíris, deus do submundo, após a morte.

Segundo Esther Pons Mellado, pesquisadora da Universidade de Barcelona e uma das diretoras da missão arqueológica, objetos assim só foram encontrados anteriormente em escavações em Alexandria, também no Egito. (Você pode ler sobre essa descoberta nesta matéria da Super.)

As descobertas também são raras por outro motivo: é comum que arqueólogos se deparem com tumbas que já foram abertas por saqueadores. Mas esse não era o caso da tumba encontrada agora.

Artefato permitiria que o falecido se comunicasse com o deus Osíris no submundo. Escavação no sítio arqueológico Oxyrhynchus também encontrou uma tumba nunca aberta anteriormente.

Múmias com “línguas” de ouro são encontradas em tumbas de 2,5 mil anos no Egito

publicado originalmente em superinteressante

Nesta estrada da Estônia, usar cinto de segurança é proibido

A Estônia é um pequeno país báltico próximo à Finlândia e que faz fronteira com a Rússia. Tem 45 mil quilômetros quadrados (o tamanho do estado do Espírito Santo) e 1,3 milhão de habitantes (menos que Porto Alegre).

Ex-república soviética, a Estônia é considerada uma das sociedades mais avançadas digitalmente no mundo. Faz anos que toda a burocracia governamental, por exemplo, é feita pela internet. Não à toa, é de lá que saíram empresas como Skype, a fintech Wise e o app de mobilidade Bolt.

Mas esse não é o assunto deste texto. Dê uma olhada no mapa abaixo:

Com 25 km de extensão, ela é a maior estrada de gelo da Europa. Não, você não leu errado. Saiba como é dirigir sobre o mar congelado.

Nesta estrada da Estônia, usar cinto de segurança é proibido

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “UM MUNDO SEM PARASITAS” no YouTube

Mundo sem parasitas… sonho de consumo!

Têm certeza disso?

Meteoro Brasil aqui!

imagens do Pinterest