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Sim, o clima está respondendo à altura todos os ataques à Mãe Terra.

Que possamos despertar e começar a mudança que o Universo espera de nós.

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O rico nordeste e sua cultura preciosa!

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Uma análise breve e uma sugestão muito relevante…nossa Professora Lúcia Helena Galvão sempre atual.

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Um grande avanço na luta pela preservação da vida no planeta…

Tomara que os interesses escusos não se sobreponham a boa vontade dos inventores…

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Novo método detecta o coronavírus diretamente em cotonetes nasais

Pesquisadores da Universidade São Francisco (USF), em colaboração com colegas da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos, e da Universidade Presbiteriana Mackenzie, desenvolveram uma tecnologia que permite detectar em menos de um minuto o Sars-CoV-2 diretamente de swabs (cotonetes) nasais, empregados para coletar amostras de secreções nasofaríngeas para a realização de teste para diagnóstico de Covid-19.

O sistema, desenvolvido por meio de projeto apoiado pela Fapesp, foi descrito em um artigo publicado na revista Analytical Chemistry.

“O novo método permite a análise direta de swabs e a obtenção do resultado em 45 segundos. Dessa forma, possibilita a triagem rápida de pacientes com COVID-19”, diz Andréia de Melo Porcari, professora da USF e uma das coordenadoras do projeto.

Coleta de moléculas biológicas

A tecnologia é derivada de um sistema de detecção e diagnóstico de câncer desenvolvido pela pesquisadora brasileira Lívia Eberlin na Universidade do Texas em Austin, baseado em espectrometria de massa – técnica que permite discriminar substâncias em amostras biológicas de acordo com a massa molecular.

Batizado de MasSpec Pen, o método utiliza um dispositivo feito de plástico, na forma de uma caneta e esterilizável, para coletar moléculas biológicas da superfície de uma amostra de tecido.

A “tinta” da caneta é composta por água, utilizada como solvente para extrair moléculas de uma superfície de amostra de tecido, que são transportadas para um espectrômetro de massa para serem analisadas.

Com base em algoritmos de aprendizado de máquina e modelos estatísticos o sistema é capaz de indicar se a amostra de tecido analisada contém células cancerosas.

Teste desenvolvido por brasileiros e americanos demora menos de um minuto para identificar a presença do Sars-CoV-2

Novo método detecta o coronavírus diretamente em cotonetes nasais

publicado originalmente em Veja saúde

O que fazer se tiver contato com alguém infectado por Covid ou gripe?

Com as festas de fim de ano e a queda de casos e mortes por Covid-19, muita gente baixou a guarda em relação aos cuidados para evitar a contaminação, como manter distanciamento, usar máscaras e lavar bem as mãos.

Só que isso aconteceu bem no momento em que uma variante mais transmissível do Sars-CoV-2, a Ômicron, se disseminava pelo planeta. Sem falar no surto de gripe, doença provocada pelo vírus Influenza.

O que se vê agora é um monte de gente confirmando a infecção por um dos dois vírus ou até pelos dois ao mesmo tempo. Mas e quem teve contato com alguém nessa situação? Como deve agir? Veja, abaixo, o caminho ideal.

1. Faça um teste para confirmar a infecção ou busque atendimento médico

Descobrir se ocorreu a infecção é crucial para saber quais os próximos passos. Se não houver sintomas, o ideal é fazer o teste cinco dias depois do contato com alguém contaminado e, se possível, ficar isolado até lá. Na presença de sintomas, é preciso realizá-lo já a partir do primeiro dia.

Os testes rápidos de antígeno podem, separadamente, identificar o Sars-CoV-2 ou o Influenza – ou até outros vírus causadores de síndromes gripais.

Estão em curso uma pandemia de coronavírus e uma epidemia de Influenza. Encontrou alguém que se descobriu contaminado dias depois? Veja o que fazer

O que fazer se tiver contato com alguém infectado por Covid ou gripe?

publicado originalmente em Veja saúde

Uma superbactéria evoluiu em ouriços antes de existirem os primeiros antibióticos

Uma equipe internacional de cientistas descobriu que uma superbactéria (ou seja, uma bactéria resistente a antibióticos) chamada MRSA se desenvolveu em ouriços há pelo menos 200 anos. Esse é um exemplo de resistência bacteriana que surgiu naturalmente – e não a partir do uso ampliado dos antibióticos – muito antes do biólogo britânico Alexander Fleming descobrir a penicilina em 1928, ou dos medicamentos começarem a ser produzidos em massa na década de 1940.

MRSA é a sigla em inglês para “Staphylococcus aureus resistente à meticilina”. A S. aureus é uma bactéria comumente encontrada na pele de pessoas saudáveis, que pode causar uma infecção ao invadir o organismo a partir de uma ferida aberta, por exemplo – algo preocupante principalmente para quem tem o sistema imune enfraquecido.

Uma cepa da bactéria, chamada mecC-MRSA, foi descoberta em 2011 por pesquisadores da Universidade de Cambridge (na Inglaterra). Desde então, ela foi amplamente encontrada em rebanhos leiteiros no norte da Europa, causando infecções em vacas – mas raramente em humanos. Presumia-se que ela tinha surgido com a grande quantidade de antibióticos que o gado costuma receber.

A MRSA é encontrada em rebanhos leiteiros e humanos no norte da Europa. Mas ela não surgiu devido ao abuso de antibióticos – e sim de uma batalha microscópica por sobrevivência na pele dos ouriços.

Uma superbactéria evoluiu em ouriços antes de existirem os primeiros antibióticos

publicado originalmente em superinteressante

Testes mostram que atual vacina da gripe protege contra H3N2 Darwin

Instituto Butantan, fabricante da vacina contra a gripe utilizada no Programa Nacional de Imunização (PNI) no país, informou que testes de laboratório mostraram que o imunizante é capaz de conferir proteção contra infecção pelo vírus influenza H3N2 Darwin, mesmo sem ter essa cepa específica na sua composição. A variante H3N2 Darwin é responsável pelo surto de gripe que atinge várias partes do país.

Segundo o diretor de produção do Instituto Butantan, Ricardo Oliveira, a vacina atual, trivalente, feita contra os vírus da influenza H1N1, H3N2 e B, protege contra a H3N2 Darwin de forma cruzada.

Ou seja, ela neutraliza essa variante em razão de ter em sua composição a proteção contra a cepa H3N2 original, “parecida” com a Darwin.

“Você tem um grau muito próximo de parentesco com a sua mãe, mas você é diferente dela. As cepas da influenza são parentes, têm mudanças na estrutura viral, nos aminoácidos, mas apresentam partes que são as mesmas”, explicou.

Oliveira ressaltou, no entanto, que a atual vacina proporciona uma proteção menor do que a de um imunizante fabricado especificamente contra a cepa H3N2 Darwin.

Cepa é a responsável por surto de gripe que atinge vários estados

Testes mostram que atual vacina da gripe protege contra H3N2 Darwin

publicado originalmente em Veja saúde

Risco à democracia nos EUA permanece

Este 6 de janeiro marca o primeiro aniversário de um dos episódios mais tristes – e perigosos – da história da democracia moderna. Foi quando uma massa de apoiadores do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, invadiu o Capitólio para tentar impedir que o Congresso americano certificasse a vitória de John Biden nas urnas. A turba de vândalos, com alguma condescendência da polícia, quebrou janelas, móveis, ameaçou violentamente congressistas e até o vice de Trump, Mike Pence. Os invasores se sentiram tão à vontade com a vista grossa dos agentes que deveriam detê-los que até tiraram selfies durante a ação. Isso até que houve conflito. E sete pessoas morreram em consequência do ataque.

Fato inédito na sólida democracia americana, a invasão foi encorajada pelo próprio Trump, que espalhava a mentira de que as eleições para presidente haveriam sido fraudadas, e que ele seria o verdadeiro vencedor. Os invasores, para a surpresa de ninguém, eram todos “trumpistas”.

Como se sabe, o ataque acabou sendo controlado, John Biden assumiu a Presidência, e o mundo civilizado respirou com alívio ao ver fora do Poder Executivo nos EUA um político de extrema-direita, xenófobo, misógino, simpático a grupos racistas, disseminador de fake news e negacionista da Covid (lembra alguém?). 

Jacob Chansley, que chamava atenção durante o ataque por usar um tipo de capacete coberto de pele de animal com chifres, foi sentenciado em novembro do ano passado a 41 meses de prisão. 

Mas, mais do que a cicatriz deixada na história americana, aquele ataque foi um marco de algo maior: um movimento antidemocrático que veio à tona com a eleição de Trump e continua colocando em risco instituições, cidadania, direitos das minorias, respeito ao resultado de eleições… todas as bases de que uma democracia depende para se manter viva. 

A mentalidade autoritária se espalhou pelo país mais poderoso do mundo como um vírus resistente a vacinas. De acordo com o Survey Center on American Life – uma organização sem fins lucrativos, dedicada a entender como as transformações políticas, tecnológicas e culturais estão mudando a vida do povo nos EUA –, 36% dos americanos acham que o tradicional american way of life está desaparecendo e que é válido “ter de usar a força” para salvá-lo. Um modo de pensar muito íntimo ao que tem se tornado o Partido Republicano desde Trump nos EUA. O Washington Post noticiou que 40% dos republicanos acreditam que uma ação violenta contra o próprio governo pode ser justificável. 

A invasão ao Capitólio completa um ano. Saiba como esse ataque fez parte de um movimento antidemocrático que ainda ameaça os americanos – e o Brasil também.

Risco à democracia nos EUA permanece

publicado originalmente em superinteressante

O creme de avelã está no alvo

Recentemente, Jean-Luc Mélenchon, candidato à Presidência da França, fez uma declaração que ganhou as manchetes: ele disse que, se eleito, gostaria de banir um famoso creme de avelã do país. Isso porque, mais do que um reduto de açúcar, o produto é cheio de óleo de palma.

Para a nutricionista Maísa Antunes, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), de fato o ingrediente merece críticas. Em primeiro lugar, o cultivo de palma ocorre às custas de muito desmatamento.

Depois, errar a mão no óleo ameaça nossa saúde. Em experiência com cobaias, Maísa notou que o consumo aumentou o colesterol, os triglicérides e a gordura no corpo de forma geral — com destaque para o fígado. “Para nós, apenas três colheres por dia já fariam mal”, revela a pesquisadora.

+ LEIA TAMBÉM: A verdade sobre os óleos

Você realmente lê o rótulo?

A gordura trans, outra vilã, foi banida e deve sair do mercado até 2023. Mas nem dá tempo de celebrar. “Já tem muito fabricante colocando o óleo de palma no lugar”, conta Maísa.

Ele pode surgir com nomes similares, como gordura de palma ou oleína de palma. Nunca deixe de ler a lista de ingredientes. “Se aparecer ‘gordura vegetal’, pode ser a trans clássica ou outro óleo modificado e prejudicial”, aponta a nutri.

Olho nelas

Algumas categorias em que o óleo de palma marca presença

  • Bolos prontos
  • Sorvetes de massa
  • Cookies
  • Pães integrais
  • Barrinhas de cereais
  • Granolas
  • Bombons
  • Biscoitos (inclusive com apelo fit)

Produto é fonte de óleo de palma, que pode ser prejudicial à saúde e ao ambiente

O creme de avelã está no alvo

publicado originalmente em Veja saúde