Cada dia uma novidade, o ser humano sempre trazendo inovações e progresso.
Na torcida de que uma hora tanta inteligência ajude a dar uma alavancada na evolução de outras áreas também!
BBC NEWS aqui!

imagens do WordPress

Espaço poético, rotineiro e alternativo
Cada dia uma novidade, o ser humano sempre trazendo inovações e progresso.
Na torcida de que uma hora tanta inteligência ajude a dar uma alavancada na evolução de outras áreas também!
BBC NEWS aqui!

imagens do WordPress

Como era de se esperar, o início da vacinação infantil contra a Covid-19 gerou um aumento repentino de interesse (e uma porção de dúvidas) sobre o tema. De acordo com o Google, as buscas relacionadas ao termo “vacina e crianças” dobraram durante a semana de 9 a 15 de janeiro.
Os resultados dão pistas ainda da disposição dos pais para vacinar os filhos, a despeito das campanhas de desinformação em curso. As buscas por “pré-cadastro vacina infantil” cresceram dez vezes desde o anúncio da chegada do primeiro lote.
Além disso, no período, o Brasil se tornou um dos dez países que mais realizou pesquisas sobre doses para crianças em todo o mundo. A seguir, respondemos às cinco perguntas mais digitadas na ferramenta:
Grande parte das prefeituras e governos estaduais disponibilizam sites para o pré-cadastro, como aconteceu com os adultos. Em São Paulo, é o Vacina Já. Basta inserir os dados dos pais ou responsáveis e as informações de contato.
No dia da picada, é necessária a presença de um responsável pela criança e a apresentação do documento de identidade. Também é recomendado levar a carteira de vacinação.
+ Leia também: Tire 7 dúvidas sobre isolamento e testagem por Covid-19
Todas as autoridades de saúde e os grupos de médicos envolvidos no combate à Covid apoiam a vacinação infantil. A Sociedade Brasileira de Pediatria enviou uma nota técnica à Anvisa recomendando a liberação, em conjunto com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a de Infectologia (SBI).
A principal razão é a proteção da própria criança. Os mais novos também podem ter quadros graves e morrer de Covid-19 – lembrando que há risco de a doença causar sequelas –, embora isso não seja tão comum.
Além disso, os mais novos estão, neste momento, entre os mais suscetíveis à super transmissível variante Ômicron, justamente por não estarem imunizados ainda. Quanto maior o número de infectados, maior o risco desses “casos raros” de quadros severos e óbitos acontecerem no público infantil.
Por fim, espera-se que, com mais pessoas vacinadas, seja mais fácil controlar a circulação do vírus.
+ Leia também: Covid: como funcionam as vacinas de RNA usadas nas crianças
Nos estudos, tanto a Comirnaty (Pfizer) quanto a Coronavac demonstraram ser seguras para crianças. Também são eficazes, garantindo uma proteção superior a 90% contra hospitalizações e óbitos. Os efeitos colaterais, em sua maioria, são os já esperados para vacinas, como febre e dor no local da aplicação.
A Coronavac é uma vacina de vírus inativado, uma tecnologia antiga, similar à do imunizante da gripe, onde o vírus é apresentado “morto” ao organismo – portanto, incapaz de causar doença.
A dose da Pfizer é mais moderna, feita com RNA mensageiro, uma molécula sintética, que se degrada rapidamente e é considerada uma revolução na medicina.
Os dados de vida real confirmam o que aconteceu nos ensaios. Mais de 8 milhões de crianças nos Estados Unidos tomaram as vacinas de RNA mensageiro, como as da Pfizer. E, só no Chile, 3 milhões de crianças maiores de três anos receberam a Coronavac. Na China, 150 milhões de meninos e meninas foram vacinados.
Nos Estados Unidos, todos os casos de síndrome inflamatória multissistêmica (MIS-C) ocorridos entre julho e dezembro de 2021 acometeram crianças não vacinadas. Trata-se da pior complicação da Covid-19 nos mais novos.
Por outro lado, nenhum óbito foi relacionado à vacina e houveram poucos casos de miocardite, a reação adversa rara e controlável das doses de RNA. Mais de 30 países no mundo já estão imunizando as crianças.
Com a chegada dos primeiros lotes, as buscas na internet por informações referentes à vacinação dos pequenos dobraram em uma semana
As principais perguntas dos pais sobre as vacinas da Covid para crianças
publicado originalmente em Veja saúde

Antropólogo, professor de história, especializado na Antiguidade egípcia e greco-romana, o americano Travis Rupp soma ao currículo um ofício surpreendente – e que deve ser divertido: arqueólogo de cerveja.
Ele não se limita a pesquisar vestígios para descrever receitas e costumes antigos relacionados à bebida. Entre 2016 e 2020, Travis liderou um projeto científico especial na Avery Brewing: ressuscitar cervejas do passado. Com base na documentação sobrevivente, pesquisa de contexto histórico e até estimativas de como seriam as águas em cada tempo e lugar, ele entrou em laboratório para descobrir se o que nossos antepassados bebiam poderia ser chamado de cerveja hoje. E se a coisa era palatável. (Spoiler: era.)
Nesse projeto, chamado “Cervejas da Antiguidade” (o nome em inglês é mais interessante: Ales of Antiquity é um trocadilho com Tales of Antiquity – “Contos da Antiguidade”), ele recriou cervejas vikings, do período Inca no Peru e, indo mais longe, até do Egito Antigo. Mas o projeto que mais deu trabalho nessa série foi o que recuperou, em 2019, um tipo de bebida que se espalhou pelo mundo a partir do fim do século 18 e que, hoje, é praticamente sinônimo de cerveja artesanal: a India Pale Ale (IPA).
Séculos atrás, essa cerveja premium ganhou mais álcool e lúpulo para suportar as navegações da Inglaterra até a Ásia. Conheça a história da India Pale Ale.
A amarga saga da IPA
publicado originalmente em superinteressante

Nosso genoma é formado por sequências de quatro bases nitrogenadas, representadas pelas iniciais A, C, G e T — obra da natureza. Mas estudiosos criaram duas letras a mais em laboratório para maximizar o potencial de produção de proteínas com capacidade terapêutica.
Quem está por trás é a plataforma Synthorin, adquirida pela Sanofi, que utiliza mais duas bases artificiais, X e Y, para confeccionar medicamentos.
A primeira frente de batalha é o câncer. Um dos remédios que é fruto dessa tecnologia já passa por pesquisas de fases 1 e 2 com pacientes oncológicos graves.
“Ele tem se mostrado muito seguro e já temos dados de eficácia, embora não seja o efeito comparado ao de outros tratamentos”, conta Bernardo Soares, diretor médico da Sanofi Genzyme do Brasil.
A estratégia, que poderá ser combinada a outras terapias, avança nos testes com a perspectiva de receber aval regulatório nos próximos anos.
+ Leia também: A revolução genética
A tecnologia pode revolucionar a oncologia. Entenda:
Cientistas ampliam as bases genéticas e conseguem montar remédios inovadores
Novas letras no DNA para combater tumores
publicado originalmente em Veja saúde

No terceiro ano de pandemia, estamos no pior estágio mundial em termos de contaminação. Isso acontece, em boa parte, por causa do surgimento de uma variante mais transmissível, a Ômicron. Felizmente, devido ao avanço da vacinação, a explosão de casos não foi acompanhada por uma alta nas taxas de mortes.
Diante dessa situação aparentemente menos grave, muitos países decidiram rever as recomendações de quarentena entre infectados pelo coronavírus. Foi o caso do Brasil.
No dia 10 de janeiro, o Ministério da Saúde atualizou a quantidade de dias de isolamento indicada para pessoas com casos leves e moderados de Covid-19.
Antes, o consenso era de que indivíduos com quadros sintomáticos e assintomáticos deveriam ficar isolados por 10 dias — em casos graves, muitas vezes eram necessários até 20 dias de afastamento. Mas, agora, o isolamento pode chegar somente a 5 dias, dependendo de sintomas e testagem.
+ Leia também: Flurona: quando gripe e Covid atacam ao mesmo tempo
Basicamente, as novas diretrizes recomendam sair do isolamento em:
–> 5 dias: se a pessoa estiver assintomática no quinto dia após a detecção da doença (sem febre ou sintomas respiratórios nas 24 horas anteriores sem o uso de antitérmicos) e fizer um teste (antígeno ou PCR) com resultado negativo;
–> 7 dias: se não houver sintomas após sete dias de isolamento (isto é, febre ou sintomas respiratórios nas 24 horas anteriores sem o uso de antitérmicos) , é possível sair da quarentena sem a necessidade de realizar um teste;
–> 10 dias: se no sétimo dia ainda houver sintomas ou o teste der positivo, tem que prolongar o isolamento para 10 dias. Em caso de melhora (não apresentar febre ou sintomas respiratórios nas 24 horas anteriores sem o uso de antitérmicos), pode sair do isolamento ao final do décimo dia sem teste;
–> Mais de 10 dias: vale para pessoas que, ao final desse prazo, ainda estejam com sintomas. Os especialistas recomendam consultar um médico (pode ser por telemedicina), explicar o caso e pedir orientações.
Em meio à falta de testes e aumento de casos ou suspeita de Covid-19, o tempo de isolamento caiu, gerando confusão. Esclarecemos as principais questões
Tire 7 dúvidas sobre isolamento e testagem por Covid-19
publicado originalmente em Veja saúde

Por Diogo Sponchiato
Não é de hoje que pediatras, psicólogos e outros profissionais defendem mais cuidado e moderação com os meios eletrônicos na infância. Nos últimos tempos, porém, não só rolou uma avalanche de evidências científicas sobre as repercussões negativas desse estilo de vida vidrado nas telas como cresceu a preocupação com o uso cada vez mais precoce e intenso de computadores, smartphones e tablets.
E, claro, a Covid-19 bagunçou tudo: com o isolamento social, os limites de tempo na frente das telinhas e telonas caíram por terra. Falo por experiência própria. Tenho gêmeos de 5 anos e ficamos meses dentro de um apartamento com opções de espaço e atividades restritas.
O desafio era equilibrar uma rotina sem brincadeiras ao ar livre, com aulas online e os nossos próprios trabalhos e afazeres domésticos. Que atirem a primeira pedra os pais que, em condições parecidas, não liberaram horas a mais de TV ou celular.
No fim das contas, quem se deu melhor foram as famílias que conseguiram flexibilizar o acesso à tecnologia sem deixar de lado a interação, o afeto e o mundo fora das telas, retomando as rédeas da situação com a reabertura das escolas e dos espaços de lazer. Mas é inegável que a pandemia atropelou etapas e antecipou tendências.
“Desde a entrada da internet discada no Brasil, estamos acompanhando a evolução do uso da tecnologia pelas pessoas. E o que esperávamos ver daqui a cinco ou dez anos aconteceu da noite para o dia”, observa Andrea Jotta, pesquisadora do Laboratório de Psicologia em Tecnologia, Informação e Comunicação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Tudo (ou quase tudo) migrou para o universo digital. E, para o bem e para o mal, nos tornamos ainda mais dependentes das telas, especialmente a nova geração.
Especialistas alertam para os prejuízos físicos, psíquicos e sociais que celulares, computadores, videogames e afins podem causar. Hora de rever limites
O perigo no uso (e abuso) das telas pelas crianças
publicado originalmente em Veja saúde

Por Bruno Garatonni
O que a notícia dizia:
Cirurgiões que usam máscara N95 durante as operações apresentam uma redução progressiva no nível de oxigenação no sangue e aumento no ritmo cardíaco, o que acaba resultando em maior chance de cometer erros. Essa é a conclusão de um estudo que acompanhou 53 cirurgiões na Turquia.
Qual é a verdade:
O tal estudo (1) também monitorou cirurgiões que não usaram máscara – e eles tiveram a mesma redução de oxigenação e aceleração cardíaca. Ou seja, essas coisas se devem ao estresse natural de uma cirurgia, não à máscara. São alterações pequenas, consideradas normais. E o trabalho (que voltou a circular agora mas foi originalmente publicado em 2008) não traz qualquer menção ao índice de erros cometidos nas cirurgias – sejam com ou sem máscara.
Fonte 1. Preliminary report on surgical mask induced deoxygenation during major surgery. A Beder e outros, 2008.
Manchete que circulou recentemente pelas redes sociais se baseia na interpretação errada de um estudo de 2008. Entenda o caso.
“Médicos que usam máscara cometem mais erros”. Não é bem assim…
publicado originalmente em superinteressante

“Criado-mudo, não. O termo correto é mesa de cabeceira. Criado-mudo é um termo racista e surgiu para chamar escravos que ficavam parados ao lado da cama.” O trecho entre aspas aparece no site da Amazon quando um consumidor pesquisa aquele pequeno móvel quebra-galho, no qual você deixa seus óculos, livro, celular ou copo d’água antes de dormir.
A intenção é ótima. Mas a empresa, infelizmente, acabou dando corda para uma informação falsa. Porque não há racismo na expressão “criado-mudo”. Vamos aos fatos: o nome desse objeto é uma adaptação do termo americano dumbwaiter, um pequeno elevador que transporta comida entre os andares de um imóvel, inventado no século 19 (“dumb” é um termo para “mudo”; “waiter”, “mordomo”). Na Alemanha, que não usou mão de obra escravizada em seu território nos tempos coloniais, também há a expressão “criado-mudo” (stummer diener) – é a palavra deles para “cabide de piso”.
O termo pode até ser de mau gosto, pois equipara pessoas a objetos. Mas não tem relação com a escravidão. Outra desinformação na mesma linha, que chegou a ser publicada em uma cartilha da Defensoria Pública da Bahia, é de que a expressão “nas coxas” também seria racista. Ela remeteria a telhas “feitas de argila, moldadas nas coxas de pessoas escravizadas”.
Não há registro de tal prática, nem no Brasil colonial, nem em lugar algum do planeta. Tampouco ela faria sentido. “A tese é facilmente desmentível por uma fartura de argumentos”, escreveu Sérgio Rodrigues, autor de Viva a Língua Brasileira, na Folha. “O anatômico (só gigantes teriam coxas do tamanho das telhas coloniais brasileiras), o funcional (telhas moldadas assim teriam tamanhos e formas tão variados que inviabilizariam um telhado decente) e o econômico (por que ter produtividade tão baixa se era fácil providenciar moldes de madeira?).”
Não há uma etimologia precisa para a expressão “nas coxas” – talvez daí a livre interpretação surrealista relacionando-a à escravidão. O mais provável, porém, é que seja simplesmente uma expressão para “trabalho malfeito” advinda do fato de que um trabalho bem-feito é realizado numa mesa, e não sobre as pernas.
Inventar significados terríveis para palavras sem relação com racismo só atrapalha a luta por um mundo com menos expressões realmente preconceituosas.
A polêmica do cancelamento de palavras
publicado originalmente em superinteressante

Texto Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro
Fotos Dulla
Design Natalia Sayuri Lara
Todo mundo esquece coisas, certo? Não tem nada de anormal. Mas o tempo vai passando, e você percebe que está esquecendo um pouco mais. Datas, compromissos, a água fervendo no fogão. É ruim, mas não alarmante. Até que leva o primeiro susto: está na rua e esquece o endereço de casa. Depois lembra. Seu celular some e reaparece dentro da geladeira – sem que você faça a menor ideia de como foi parar ali. Você começa a trocar algumas palavras. Um dia olha para o seu cachorro e pensa: qual é mesmo o nome dele? Preocupada, sua família leva você ao médico, que receita um ou dois remédios. Não faz muita diferença.
Um dia, quando vai tomar banho, você não consegue se lembrar de onde fica o banheiro. Meu Deus. Acaba achando o banheiro e se tranquiliza um pouco… mas qual era mesmo a sequência de movimentos das mãos para abrir a água e ensaboar o corpo? Ensaboar? O que você está fazendo ali? Seu cônjuge bate na porta. Você abre – e leva um susto ao ver um rosto desconhecido. Quem é aquela pessoa? Que casa é essa? Quem é você?

–
[capitular title=”O”]undefined[/capitular]O Alzheimer é uma doença apavorante. Apavorante e surpreendentemente comum: corresponde a 70% de todos os casos de demência e afeta 38 milhões de pessoas no mundo (1,2 milhão no Brasil). Nos EUA, um em cada nove indivíduos acima de 65 anos tem Alzheimer (a partir dos 85 anos, um em cada três), e ele é a terceira maior causa de morte entre idosos.
Por isso o 7 de junho de 2021 foi tão marcante. Naquele dia a FDA, a agência que regula os medicamentos nos Estados Unidos, autorizou o lançamento do aducanumab, primeiro remédio contra a doença a ser lançado desde 2003. E tinha mais: aquela droga, desenvolvida pelo laboratório americano Biogen, era a primeira a tratar a causa, e não apenas os sintomas do Alzheimer. Uma revolução.
O aducanumab (que é vendido nos EUA com o nome comercial Aduhelm) é um anticorpo monoclonal, ou seja, que foi projetado em laboratório e é produzido a partir de uma única célula, clonada infinitamente – daí o termo “monoclonal”. Trata-se de uma célula de ovário de hamster (conhecida pela sigla CHO), já usada em vários outros anticorpos artificiais. No caso do aducanumab, ela foi modificada geneticamente para produzir anticorpos contra a beta-amiloide: uma proteína cujo excesso no cérebro forma placas que atrapalham a comunicação entre os neurônios, causando os problemas cognitivos típicos do Alzheimer.
Agora existe um remédio que elimina as placas amiloides, apontadas como a causa da doença. Mas há um problema: na prática, ele não funciona. Entenda por que foi liberado mesmo assim – e como essa polêmica pode colocar em xeque o que a ciência achava que sabia sobre o Alzheimer.
O enigma do Alzheimer
publicado originalmente em superinteressante

O sistema se chama Project Starline e é experimental, sem previsão de lançamento. Recentemente o Google publicou um artigo científico (1) revelando como ele funciona. A máquina usa luz infravermelha e 14 câmeras para captar vários ângulos do rosto ao mesmo tempo. Essa informação é processada e usada para gerar um modelo 3D da face da pessoa – que depois é exibido para o outro usuário, que também está usando um Starline.

–
Ou seja, é um sistema de videoconferência extremamente sofisticado. A tela tem 65 polegadas, resolução 8K e uma tecnologia chamada light field display, que a torna capaz de exibir várias imagens ao mesmo tempo (é uma versão muito mais avançada da técnica usada na tela do console Nintendo 3DS). Conforme você se mexe na frente da tela, vê ângulos ligeiramente diferentes do rosto da outra pessoa – e é isso que dá a sensação de holograma.

–
O sistema usa dois computadores potentes, com quatro placas de vídeo cada um, e requer uma conexão à internet de 100 Mbps. O Google construiu algumas unidades do Starline, que já está sendo usado em três escritórios da empresa nos EUA.
***
Fonte 1. Project Starline: A high-fidelity telepresence system. J Lawrence e outros, 2021.
Starline usa luz infravermelha, 14 câmeras e uma tela especial – e permite conversar com outras pessoas como se elas estivessem na sua frente.
A tela holográfica do Google
publicado originalmente em superinteressante