Incluir ervas e temperos na alimentação ajuda a reduzir a pressão arterial

Usar ervas e especiarias na hora de cozinhar traz novos sabores e aromas aos pratos e ainda ajuda a reduzir a pressão arterial. A conclusão vem de um estudo americano publicado no The American Journal of Clinical Nutrition.

O fato não é completamente novo. Médicos e nutricionistas já indicavam o uso de temperos naturais a pessoas com hipertensão pelo simples fato de eles servirem como ótimos substitutos para o sal. É que o consumo excessivo de sódio (mineral abundante no sal de cozinha) é um dos comportamentos de risco para a pressão alta, uma grande vilã para a saúde do coração.

“Nesse estudo, a novidade é que a simples inclusão de 6,5 gramas de temperos por dia, sem necessariamente reduzir o sódio nem modificar o padrão de consumo de frutas, legumes e verduras, já trouxe resultados positivos”, avalia a nutricionista Camila Cristina Santo, do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp). “Possivelmente, a mudança de outros fatores na alimentação traria ainda mais efeitos”, especula.

É o que concluem pesquisadores americanos. As especiarias ainda conferem mais aroma e sabor aos pratos. Confira sugestões de usos

Incluir ervas e temperos na alimentação ajuda a reduzir a pressão arterial

publicado originalmente em Veja saúde

Árvores tropicais crescem menos em anos mais quentes, mostra estudo

As árvores nas florestas tropicais crescem menos em anos mais quentes, segundo um novo estudo publicado no periódico Journal of Geophysical Research. Isso sugere que, com o aumento de temperatura provocado pelas mudanças climáticas, essas florestas podem passar a absorver menos gás carbônico da atmosfera.

Deborah e David Clark – um casal de pesquisadores da Universidade de Missouri-St Louis, nos Estados Unidos – passaram décadas na Estação Biológica La Selva, um local no nordeste da Costa Rica em que cientistas do mundo todo se dedicam à investigação da floresta tropical.

De 1997 a 2018, eles fizeram medições detalhadas da floresta, avaliando a produção de madeira das árvores, seu crescimento e o acúmulo de folhas, galhos e outros materiais orgânicos no solo.

Pesquisadores analisaram a floresta tropical da Costa Rica por 21 anos e perceberam possível declínio de produtividade – que pode significar menos absorção de CO2 pelas árvores.

Árvores tropicais crescem menos em anos mais quentes, mostra estudo

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Covid: por que variante detectada na África do Sul pode ser ‘pior já existente'” no YouTube

O mundo em alerta… será mesmo que a pandemia vai terminar algum dia?

Os cuidados continuam mesmo com a vacina.

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Por trás do suco em caixinha

Você já reparou como muitas vezes o que é repetido ao longo do tempo acaba sendo considerado verdade absoluta? Ovo aumenta o colesterol, manga com leite faz mal à saúde, o consumo de alimentos gelados provoca dor de garganta e por aí vai. Essas e outras crenças foram levadas a sério durante muito tempo, até que a ciência provou serem apenas mitos.

Outra informação que acabou se tornando um senso comum é a de que todos os sucos em caixinha precisam ter conservantes. Para refletir melhor sobre essa ideia e desconstruir esse conceito, mostramos aqui o caminho para a produção dos sucos, desde a escolha das frutas até a tecnologia por trás das embalagens longa vida, que dispensa a adição de conservantes e mantém o sabor e o valor nutricional do produto por mais tempo, até chegar à sua mesa.

De acordo comCarolina Pimentel, nutricionista especialista em Medicina do Estilo de Vida, é muito importante entender que a caixinha é simplesmente uma embalagem com tecnologia asséptica capaz de garantir a segurança do alimento, tanto em relação aos nutrientes como também aos fatores microbiológicos. “Sempre alerto que é preciso observar o que está dentro da embalagem. Ler o rótulo, priorizar os alimentos que tenham uma lista de ingredientes mais enxuta e, ao mesmo tempo, sejam ricos em fibras, vitaminas e minerais”, aconselha.

Tecnologia, segurança e qualidade permitem que sucos em caixinha façam parte da alimentação diária como uma alternativa nutritiva e sem conservantes

Por trás do suco em caixinha

publicado originalmente em Veja saúde

Vacina nasal para Alzheimer será testada em humanos pela primeira vez

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 50 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem algum tipo de demência, sendo o Alzheimer o problema mais comum. A doença neurodegenerativa, conhecida por causar perda de memória e confusão, não tem cura. Por enquanto, há apenas tratamentos medicamentosos que controlam os sintomas por tempo limitado. 

Não foi por falta de tentativas. Grandes farmacêuticas tentam produzir remédios que interrompam a progressão da doença há décadas, mas nenhuma obteve sucesso. Agora, a história pode começar a mudar.

Howard L. Weiner, professor de neurologia na Escola de Medicina de Harvard e líder em pesquisas sobre o Alzheimer há quase 20 anos, se prepara para iniciar os testes clínicos de uma vacina em formato de spray nasal desenvolvida pelo seu grupo de estudo. O objetivo é prevenir ou retardar a progressão da doença. 

O ensaio clínico acontecerá em um hospital da Universidade Harvard, nos EUA, e deve analisar, principalmente, a segurança e a dose ideal do composto.

Vacina nasal para Alzheimer será testada em humanos pela primeira vez

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “AS DOENÇAS NA ESPIRITUALIDADE | PARTE 02” no YouTube

Todo sofrimento no corpo, inicia no espírito.

Explicações para refletirmos sobre nossas emoções.

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Afinal, como se proteger da micose de unha?

Seja no inverno ou no verão, a micose é algo que preocupa a todos. Porém, a chegada da estação mais quente do ano traz também as condições ideais para o desenvolvimento dos fungos, tornando as infecções ainda mais frequentes. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, micose é uma infecção causada por fungos e que pode atingir a pele, as unhas e os cabelos.

A onicomicose (micose de unha) é um dos tipos mais frequentes. Nela, os fungos se alimentam da queratina, proteína que forma a maior parte das unhas. As dos pés são as mais afetadas, já que enfrentam ambientes úmidos, escuros e quentes mais facilmente do que as das mãos. Se não tratada, a unha se descola do leito e se torna mais espessa – também pode haver mudança em sua coloração e forma¹. Os fungos de uma unha infectada podem também se espalhar para meias e sapatos, infectando assim outras unhas e até a pele.

O verão está chegando e, com ele, as condições para o aparecimento de fungos nas unhas – causando a temida micose, que tem tratamento, mas possui prevenção

Afinal, como se proteger da micose de unha?

publicado originalmente em Veja saúde

Quase 50% dos brasileiros não doam sangue por medo ou falta de informação

Apenas 19% dos brasileiros doam sangue regularmente. Esse é um dos dados colhidos em um levantamento feito pela farmacêutica Abbott no início deste ano.

Os números servem de reflexão para o Dia Nacional do Doador de Sangue, comemorado hoje, que visa mobilizar mais pessoas nessa causa. Medo do processo ou simplesmente falta de informação são os principais impeditivos para que 48% dos brasileiros não tenham o costume de visitar hemocentros.

A pesquisa ouviu 1 052 homens e mulheres entre 16 e 54 anos de todas as regiões do Brasil.

Sem sangue, pacientes graves em hospitais e pessoas com doenças crônicas correm risco de morte.  “Não há substituto para o sangue. Na falta de estoque adequado, pacientes oncológicos têm seu tratamento adiado e cirurgias eletivas são canceladas ou adiadas para priorizarmos o atendimento de urgência, entre outras consequências”, afirma a médica Carlei Heckert Godinho, responsável pelo Hemocentro da Santa Casa de São Paulo.

O pior de tudo é que, segundo Carlei, é comum ver os bancos esvaziados. Se a situação já é naturalmente crítica, a pandemia piorou o cenário. De acordo com a pesquisa da Abbott, apenas 21% daqueles que doam afirmam ter mantido o hábito no período.

Comum no Brasil, falta de sangue nos bancos coloca a vida de muita gente em risco. Entenda como a doação funciona e o que acontece com o material coletado

Quase 50% dos brasileiros não doam sangue por medo ou falta de informação

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Doença mão-pé-boca: o que é, diagnóstico, sintomas e tratamento

síndrome mão-pé-boca é causada pelo vírus Coxsackie, que ataca o aparelho digestivo. Ela é altamente contagiosa. Sua principal característica é a formação de pequenas bolhas na pele desses três locais do corpo – daí o nome da doença.

Pode acometer adultos, mas é mais frequente em crianças, principalmente nos menores de 5 anos. Os sintomas duram cerca de uma semana.

“A transmissão pode ocorrer dias antes do início da manifestação da doença até semanas após a infecção. O vírus transita por via respiratória ou pelas fezes da pessoa infectada”, explica Maíra Mastrocola de Campos Leite, pediatra e alergologista e imunologista pediátrica das clínicas Espaço Médico Descomplicado e Eludicar.

Vale lembrar que a falta de higiene das mãos pode contaminar superfícies, facilitando a transmissão também pelo contato com certos objetos.

Causada por um vírus, ela provoca pequenas bolhas pelo corpo e é mais frequente em crianças, principalmente as menores de 5 anos

Doença mão-pé-boca: o que é, diagnóstico, sintomas e tratamento

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Assista a “OS DEGRAUS PARA A SABEDORIA: A VOZ DO SILÊNCIO! Prof. Ana Cristina Machado da Nova Acrópole” no YouTube

A imortal Helena Blavatsky revista em sua obra pela Professora Ana Cristina Machado, um legado atemporal que nunca cansamos de revisitar.

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