Fosfatidilserina: conheça um nutriente importante para a saúde mental

A fosfatidilserina é um nutriente essencial para o funcionamento do cérebro , mas ainda é pouco conhecida. Sua ingestão colabora ativamente para a saúde mental e geral em diversos aspectos, como na melhora da memória, aprendizado e atenção. Presente em alguns peixes, como a sardinha, e em carnes vermelhas, principalmente nos miúdos, esse fosfolipídio teve sua ingestão reduzida em cerca de 48% nas últimas décadas. 1 “Atualmente, a população onívora ingere cerca de 130 miligramas da fosfatidilserina por dia, enquanto os vegetarianos 50 miligramas”, afirma Barbara Peters, Especialista Sênior em Nutrição da IFF para a América Latina. Benefícios da fosfatidilserina O Brasil está entre os países com maior índice de estresse do mundo. Em tempos de pandemia e aumento dos problemas de saúde mental, controlá-lo é essencial para uma boa saúde e qualidade de vida. “Em populações mais vulneráveis a mudanças de humor, a suplementação de 100 miligramas de fosfatidilserina de soja com três cápsulas por dia ajuda a minimizar a sensação de estresse e equilibrar o humor”, 2 conta Barbara Peters. Outro benefício cognitivo da fosfatidilserina de soja está relacionado ao combate ao envelhecimento populacional, mais afetado pela deterioração do sistema cognitivo . “Para idosos com queixas leves de memória, a dosagem de 100 mg/dia de suplementação pode ajudar a manter o funcionamento e flexibilidade mental, memória, recordação e aprendizado”, 3 explica Barbara. Para a cientista, o ideal é que haja o consumo de lipídios para a prevenção desses sintomas – seja por meio de alimentação ou suplementação, com pelo menos 200 mg/dia. “Nossa população tende a se preocupar com vitamina D, ômega 3 e outros nutrientes mais conhecidos, e também importantes , mas se esquece dos fosfolipídios , como a fosfatidilserina, que também são muito importantes para a saúde do cérebro ”, conclui Barbara. Ela ainda menciona que, além dos benefícios cognitivos, um estudo recente 4 também mostrou que 300 mg/dia de suplementação de fosfatidilserina de soja em adultos saudáveis apoia a saúde dermatológica , reduz rugas e melhora os níveis de umidade da pele. Em doses mais altas (600 mg/dia), a fosfatidilserina de soja também pode contribuir para um melhor desempenho nas atividades físicas de adultos saudáveis ativos: “Um ensaio clínico duplo-cego, controlado por placebo, mostrou que a suplementação de fosfatidilserina de soja reduz os níveis de cortisol durante o exercício de intensidade moderada em homens, reduzindo o estresse físico e, consequentemente, a fadiga após o treino, e aumenta significativamente a relação testosterona/cortisol em homens saudáveis”. 5 Como funciona a fosfatidilserina A fosfatidilserina é um tipo de lipídio muito importante para a função cerebral. “Nosso cérebro é formado por 60% de lipídios, então para um bom funcionamento dos neurônios, é preciso uma composição adequada deles. A fosfatidilserina está presente na membrana celular e é essencial para que se tenha uma fluidez, ou seja, para que uma célula consiga se comunicar com a outra”, explica Barbara.  Quando se trata de suplementação, conhecer a pureza e a origem da fosfatidilserina é fundamental: “As alegações de saúde qualificadas são válidas para a fosfatidilserina de soja de alta pureza. Também é importante observar a dosagem específica e a administração diária recomendada para apoiar os benefícios esperados para a saúde”. Para quem é indicada a fosfatidilserina No Brasil, o nutriente é aprovado pela ANVISA para pessoas acima de 19 anos de idade, exceto mulheres grávidas, lactantes e crianças. Hoje, a fosfatidilserina está disponível em farmácias. “Suplementos não são medicamentos, eles não servem para tratar qualquer condição, mas sim prevenir”, ela aponta.  1 Carter, et al. Strength and Conditioning Journal: February 2015, v. 37, iss. 1. p 61-8. 2 Benton D, Donohoe RT, Sillance B, Nabb S. The influence of phosphatidylserine supplementation on mood and heart rate when faced with an acute stressor. Nutr Neurosci. 2001; 4(3):169-78. doi: 10.1080/1028415x.2001.11747360. PMID: 11842886. 3 Richter Y, Herzog Y, Lifshitz Y, Hayun R, Zchut S. The effect of soybean-derived phosphatidylserine on cognitive performance in elderly with subjective memory complaints: a pilot study. Clinical Interventions in Aging. 2013, 8, 557. 4 Choi HD, Han JJ, Yang JH, Lee SH, Kim YS, Chung GH, Hahm DH. Effect of Soy Phosphatidylserine Supplemented Diet on Skin Wrinkle and Moisture in Vivo and Clinical Trial. Journal of the Korean Society Applied Biol Chem. 2013; 56, 227-35. 5 Starks M, Starks S, Kingsley M, Purpura M, Jager R. The effects of phosphatidylserine on endocrine response to moderate intensity exercise. Journal of the International Society of Sports Nutrition. 2008; 5:11. 6 Consulte a autorização de uso por país.

Com ingestão diária em quantidades ideais, o lipídio tem efeitos cognitivos positivos para uma ampla faixa etária

Fosfatidilserina: conheça um nutriente importante para a saúde mental

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Mudanças…pelo Dalai Lama

“Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior. Estas atitudes se refletirão em mudanças positivas no seu ambiente familiar. Deste ponto em diante, as mudanças se expandirão em proporções cada vez maiores. Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto.”

🌷Dalai Lama

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Tontura ao levantar não é normal

Levantar-se e a vista escurecer é algo que pode acontecer em qualquer idade. A hipotensão postural — uma queda abrupta na pressão pelo movimento — está ligada a diversos fatores, como uso de medicamentos e desidratação. Mas, quando corriqueira, essa reação poderia sinalizar ameaças à cognição. É o que alerta um estudo do Instituto Karolinska, na Suécia, com 2 500 idosos acompanhados por 12 anos. O grupo com mais hipotensão postural no início da investigação foi o mesmo que apresentou mais declínio cognitivo. “Sabemos que esse sintoma pode antecipar quadros como Parkinson e AVC, mas ainda é incerta a relação com o risco de demência”, comenta o geriatra Rubens de Fraga Júnior, da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Se estiver sofrendo com esse tipo de tontura, converse com o médico. +Leia também: Velhos, sim; Doentes, não! A nova cara e os desafios da velhice

Como diminuir o risco

Certos comportamentos ajudam a prevenir as vertigens+ Beber água Com a idade, podemos sentir menos sede, mas, para evitar desidratação e tonturas, o ideal é tomar de dez a 12 copos por dia. + Levantar da cama com calma O recomendado é abrir os olhos, sentar, colocar uma perna de cada vez para fora da cama e se erguer sem pressa. + Evitar banhos quentes e refeições pesadas Ambos podem repercutir na circulação, favorecendo a hipotensão. + Não se exercitar depois de comer É necessário esperar ao menos duas horas após a refeição para praticar uma atividade física. A pressão agradece! + Deixar a cabeceira da cama elevada Ao subir coisa de 15 cm, dá pra diminuir o risco de refluxo, problemas circulatórios e vontade de urinar à noite. [abril-whatsapp][/abril-whatsapp]

E os remédios?

Diversas classes de medicamentos podem alterar a pressão. E não é por menos que os geriatras prezam tirar a pressão do idoso em posição sentada, deitada e em pé, mesmo na ausência de episódios de hipotensão. Anti-hipertensivos, descongestionantes nasais e drogas para tratar insônia e doenças nervosas são algumas capazes de provocar oscilações na pressão e tonturas decorrentes disso. Daí a importância de alinhar o tratamento com o médico.

Hipotensão postural frequente pode indicar danos ao cérebro. Entenda:

Tontura ao levantar não é normal

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Saúde e bem estar?! Temos também.

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Aspirina pode fazer mal ao coração?

Há pelo menos 30 anos a aspirina é receitada para prevenir infartos e derrames em pessoas com alto risco cardiovascular — isso porque ajuda a evitar as placas que obstruem as artérias. Só que uma nova pesquisa robusta, publicada em periódico da Sociedade Europeia de Cardiologia, relaciona o uso contínuo do remédio a um aumento de 26% no risco de insuficiência cardíaca. Para a cardiologista Salete Nacif, do HCor, em São Paulo, o trabalho levanta a dúvida, mas não é definidor. “Outros estudos, tão grandes quanto esse, não mostram essa associação”, justifica. A médica ressalta, contudo, que o benefício da aspirina é mais certo entre quem já tem um problema cardíaco diagnosticado. “Quando há só um fator de risco, como diabetes ou colesterol alto, parece não fazer diferença tomar ou não o comprimido”, completa. + Leia também:A aspirina NÃO foi inventada pelos nazistas

Para vingar a gestação?

Outro estudo recente, feito com mulheres que tiveram abortos espontâneos, constatou que o uso da aspirina elevou em 10% a taxa de sucesso da gravidez. “Mas, nas mulheres em geral, o benefício não foi notado. Então precisamos de mais dados para entender melhor a relação”, diz a ginecologista Letícia Piccolo, de Vila Velha (ES). “Por ser uma medicação barata e segura, ela poderá representar uma intervenção simples para diminuir o risco de perda gestacional.” [abril-whatsapp][/abril-whatsapp]

Uma longa história…

O princípio ativo da aspirina é utilizado há séculos. Veja mais sobre essa história: 1500 a.C.: O ácido acetilsalicílico, molécula-base da aspirina, vem originalmente da casca do salgueiro. O primeiro relato de uso foi feito em papiro. 75 d.C.: O cirurgião grego Dioscorides, a serviço dos romanos, elabora uma pasta com as cinzas da árvore para tratar calos e as fortes dores da gotaSéculo 18: Após anos e anos de uso empírico, o remédio natural é alvo de um dos primeiros ensaios clínicos da história da medicina. 1826: É descoberta a molécula responsável pelos efeitos terapêuticos. O composto passa a ser depurado em laboratórios. 1900: A aspirina se torna o primeiro medicamento vendido em forma de comprimido no mundo. É chamada de “droga maravilha”. Anos 1980: Surgem os estudos apontando o benefício na prevenção do infarto em pessoas com doenças cardiovasculares.

Levantamento com mais de 45 mil pessoas sugere associação do comprimido com insuficiência cardíaca em alguns casos. Será?

Aspirina pode fazer mal ao coração?

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Assista a “Seja generoso! Prof. Lúcia Helena de Nova Acrópole” no YouTube

Um conselho sábio e bem na hora certa,como de costume…

Professora Lúcia Helena Galvão,uma companhia sempre bem vinda!

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Vacina contra Covid-19 também no zoológico

Ainda que não sejam tão ameaçados pelo vírus Sars-CoV-2 como nós, humanos, alguns animais são suscetíveis à infecção, sobretudo felinos, primatas e mustelídeos (família que engloba furão, texugo, lontra…). Por isso, a farmacêutica Zoetis decidiu criar e estudar um imunizante específico para os bichos. Aprovado para uso experimental nos Estados Unidos, ele começa a ser testado no Brasil no Zoológico Municipal de Curitiba — o grupo que receberá o produto inclui de chimpanzés a tigres. O objetivo é entender até que ponto a fórmula blinda os animais e ajuda a quebrar a cadeia de transmissão viral. Por enquanto, nenhum animal doméstico será vacinado no país.

Estudo vai avaliar imunizante próprio para animais no Zoológico de Curitiba

Vacina contra Covid-19 também no zoológico

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Assista a “Pesquisa da UnB desenvolve inseticida natural contra o Aedes Aegypti” no YouTube

Boas ideias e soluções inovadoras?

Temos!

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Assista a “O QUE É KOMBUCHA E COMO FAZER? A BEBIDA FERMENTADA QUE ESTÁ EM ALTA | Dr. Peter Liu” no YouTube

E daí? Vai um kombucha!?

Delicioso e saudável…vamos conhecer mais.

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Leucemia: o que é, causas, sintomas, diagnóstico e tratamento

Por Fabiana Schiavon

O que é a leucemia?

Primeiro, é preciso entender que quem fabrica as nossas células sanguíneas é a medula óssea. E esse tipo de câncer ocorre quando essa produção sai do controle, levando a uma quebra no equilíbrio especificamente dos glóbulos brancos no sangue. Existem diferentes versões de leucemia. Os grupos principais são divididos pela gravidade – crônica ou aguda – e pelos tipos de glóbulos brancos afetados – linfoides ou mieloides –, gerando as seguintes combinações: + Leucemia linfoide crônica (LLC), que costuma acometer gente com mais de 55 anos + Leucemia mieloide crônica (LMC), mais comum em adultos + Leucemia linfoide aguda (LLA), a versão mais prevalente em crianças, mas pode atingir adultos + Leucemia mieloide aguda (LMA), que pode ocorrer em crianças e adultos, mas é mais observada em idosos “A grosso modo, a divisão mais clássica é entre crônica e aguda, mas, hoje, há inúmeros subtipos que servem para guiar o médico rumo o tratamento mais eficaz”, esclarece Breno Gusmão, onco-hematologista e integrante do Comitê Médico da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale). [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] O número de casos novos de leucemia esperados para o Brasil para cada ano do triênio 2020 – 2022 é de 5 920 em homens e de 4 890 em mulheres — valores que correspondem a um risco estimado de 5,67 casos novos a cada 100 mil homens, e 4,56 para cada 100 mil mulheres. A taxa de letalidade da doença é de 40%, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

O que causa a leucemia?

Há uma lista de coisas que podem desencadear esse tipo de câncer, mas não existe uma relação de causa e efeito tão direta como ocorre com o tabagismo e o câncer de pulmão, por exemplo. Por falar em cigarro, vale pontuar que ele tem uma conexão com a leucemia mieloide aguda – inclusive, é o único fator que pode ser evitado. “Estar exposto ou manipular pesticidas, agrotóxicos, derivados do petróleo ou viver em zonas radioativas são causas mais frequentes da doença. Lembrando que esses níveis de toxicidade não chegam ao consumidor comum”, relata Gusmão. A doença não é hereditária, mas há casos de eventos genéticos, que são raros. E, infelizmente, o tratamento de outro tipo de câncer pode acabar prejudicando a produção de células sanguíneas. “A quimioterapia e radioterapia usam compostos químicos capazes de afetar o DNA de algumas células, gerando leucemias. É uma contradição, mas pode ocorrer”, informa o médico.

Quais são os sintomas da leucemia?

Infecções graves recorrentes, anemia, cansaço, palidez, falta de energia, hemorragia na gengiva, sangue na urina e hematomas pelo corpo são possíveis sinais da leucemia. “O sangue é formado por glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas. Como a leucemia é uma doença do sangue, se uma das células não exercer a sua função adequada vai, rapidamente, interferir no trabalho da outra”, relata o médico. Entender esse caminho é importante para não chegar a confusões, como a de achar que a anemia pode evoluir para uma leucemia. Na verdade, é o contrário. Como citamos, a anemia pode ser um indício da leucemia. Principais sintomas

  • Palidez
  • Cansaço
  • Palpitação
  • Aumento de gânglios
  • Infecções persistentes ou recorrentes
  • Hematomas, manchas avermelhadas que não doem e sangramentos inexplicados
  • Aumento do baço e do fígado
  • Anemia
  • Fraqueza
  • Sangramentos nasais e nas gengivas
  • Gânglios inchados (na região do pescoço e nas axilas)
  • Febre
  • Sudorese noturna
  • Dores nos ossos e nas articulações
  • Perda de peso sem motivo aparente

Os sintomas no público infantil são semelhantes, mas, segundo levantamento da Abrale, nesses casos as queixas mais comuns são febre, cansaço excessivo, dor das juntas e hematomas.

No mês de combate a esse tipo de câncer, conheça suas origens e os tipos, além dos sintomas capazes de denunciar a doença

Leucemia: o que é, causas, sintomas, diagnóstico e tratamento

publicado originalmente em Veja saúde