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Chá verde é bom mesmo?

Quais suas propriedades e benefícios?

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Para reinventar as receitas com vegetais

Por Thais Manarini

Até quem não se aventura tanto na cozinha pode sair empolgado e botar a mão na massa depois de conhecer as receitas compiladas pela chef francesa Clémence Roquefort nessa nova edição da Larousse de preparos vegetarianos recém-publicada pela Alaúde (clique aqui para comprar). Tem sopas e saladas fora da caixa, um desfile de quiches, crumbles, tortas e risotos, e direito a sobremesas. E tudo com até seis ingredientes principais e quatro etapas de preparo. Ou seja, falta de imaginação e tempo não será desculpa após percorrer as páginas do livro — até porque as fotos são de dar água na boca. Apesar do título, mesmo quem não é vegetariano vai apreciar as sacadas e receitas, só lembrando que algumas levam ovos e lácteos, ou seja, não são veganas. Definitivamente, uma obra que merece estar na estante… e no balcão da cozinha.

Salada de erva-doce com abacate e laranja

A receita leva 45 minutos e rende quatro porçõesIngredientes 1 bulbo de erva-doce 2 laranjas 1 abacate 1/2 limão-siciliano 1 colher (sopa) de mel Azeite, pimenta e sal

 Modo de preparo

  1. Corte a erva-doce em tiras e coloque-as numa assadeira. Tempere com azeite, sal e pimenta-do-reino a gosto e leve ao forno a 180 ºC por 30 minutos. Depois deixe esfriar.
  2. Pique as laranjas em gomos e o abacate em cubos. Junte-os à erva-doce e bote tudo numa saladeira.
  3. À parte, misture o suco de limão, o mel e o azeite. Aí é só regar a salada com esse molho e servir. Bom apetite!

Ficha técnica

Receitas Vegetarianas Práticas (clique aqui para comprar)Autora: Clémence Roquefort Editora: Alaúde Páginas: 416 

Livro reúne 200 pratos que primam pela criatividade e a praticidade

Para reinventar as receitas com vegetais

publicado em Veja saúde

Vem aí o open health

O conceito de open banking, um sistema em que o usuário dos bancos pode compartilhar seus dados entre as instituições, foi recebido com otimismo quando lançado, um ano atrás. Desde então, seus benefícios ainda não são tão visíveis para os consumidores, até porque se trata de uma mudança demorada no ecossistema. Mas a promessa de vantagens desse modelo tem feito seu raciocínio ser expandido para outros setores, entre eles o de saúde. Em janeiro, o ministro Marcelo Queiroga afirmou que pretende lançar o Open Health, ambiente onde seria possível trocar informações dos pacientes entre convênios, laboratórios, hospitais e outros serviços. “Ao chegar ao hospital com dor de cabeça, a pessoa poderia compartilhar seu histórico de saúde mais fácil, como numa carteira digital”, resume Guilherme Weigert, CEO do Grupo Conexa. “ Se bem implementado, esse sistema pode melhorar o acesso à saúde. Mas há desafios, como garantir a segurança e melhorar a interoperabilidade dos dados”, avalia o especialista. 

+ Artigo de opinião: Open health: novas tecnologias, velhas ideias e muito risco

O que é a interoperabilidade em saúde

Palavra difícil, e que pode virar rotina no ecossistema de cuidados

  • O que é? A interoperabilidade é a capacidade de um sistema trabalhar com outro em harmonia, trocando dados de forma ágil e segura.
  • Tem padrão? Para funcionar, os dados precisam ser compreensíveis e padronizados. Não basta gerar um volume enorme: a língua falada deve ser a mesma.
  • E na prática? Ela permite, por exemplo, que um convênio use estatísticas para melhorar seus serviços e agilizar os atendimentos.
  • Quais os entraves? Hoje, as informações ficam armazenadas em grandes pacotes em diversos bancos de dados. Isso dificulta a análise integrada por programas de inteligência artificial.

Depois do open banking, Ministério da Saúde se movimenta para aplicar lógica semelhante aos dados dos pacientes

Vem aí o open health

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Muito além das vacinas: as promessas do mRNA

Por Bruno Garattoni

“Eu trabalhava todas as noites, escrevendo as propostas. E as respostas sempre vinham: ‘não, não, não’. Cogitei ir para outro lugar, trabalhar com outra coisa. Também pensei: ‘talvez eu não seja inteligente o bastante”, contou a bioquímica húngara Katalin Karikó em uma de suas raras entrevistas, no fim de 2020.

Naquele momento, Karikó estava no topo do mundo: as vacinas de RNA mensageiro (mRNA), que só se tornaram realidade graças ao trabalho dela, começavam a chegar aos braços de centenas de milhões de pessoas. Mas a cientista não havia se esquecido do que passou para chegar até ali. Nem teria como esquecer.

Nascida na Hungria, filha de um açougueiro, Karikó cresceu numa casa de dois cômodos sem geladeira, TV ou água encanada. Ela ia bem na escola, entrou na faculdade e se formou na Universidade de Szeged, no sul do país. Foi trabalhar no Instituto de Bioquímica da cidade até que, em 1985, o governo cortou a verba do laboratório.

Karikó vendeu o carro da família (algo proibido no país, comunista), escondeu o dinheiro dentro de um ursinho de pelúcia e o levou, junto com o marido e a filha, numa viagem até os Estados Unidos – para onde a família emigrou em busca de oportuindades.

Essa nova vida começou bem: ela fez pós-doutorado na Universidade Temple, na Filadélfia, e em 1989 se tornou professora-assistente na Universidade da Pensilvânia. Mas, alguns anos depois, o sonho tinha virado um pesadelo. Ninguém acreditava que os estudos com RNA mensageiro, nos quais Karikó colocava todo o seu esforço, poderiam chegar a algum lugar.

Nada contra a ideia em si, que era ótima. Quando o seu corpo precisa fabricar alguma proteína, ele consulta conjuntos de instruções presentes no DNA: os genes. Aí, num processo chamado transcrição, o organismo fabrica moléculas de RNA mensageiro, que contém cópias de determinados trechos do DNA. Elas vão parar nos ribossomos, dentro das células, que leem aquele código e fazem as proteínas. Pronto.

É como se o seu corpo fosse um computador, e o mRNA fosse o software que roda nele. Esse mecanismo é poderoso e universal: plantas, bactérias e vírus também emp o RNA mensageiro. Se você conseguisse criar e editar mRNA em laboratório, poderia usá-lo para ensinar o corpo humano a fazer quase qualquer proteína – como anticorpos contra vírus, ou moléculas capazes de prevenir e curar doenças. “Você transforma o corpo em produtor de medicamentos”, diz Wesley Fotoran, que é imunologista do Instituto Butantan e pesquisa, em seu pós-doutorado, o uso de mRNA contra malária e câncer.   

O corpo humano rejeitava o mRNA artificial, criado em laboratório. E isso parecia não ter solução.

Um potencial gigantesco. Mas a realidade era diferente. Primeiro, não havia como levar aquele mRNA “artificial” até os ribossomos. Isso exigiu 25 anos de pesquisas, mas acabou dando certo: no começo dos anos 1990, cientistas americanos criaram nanopartículas de gordura para envolver e transportar as moléculas. Elas usam um truque genial, relacionado à acidez das células humanas, para só liberar o mRNA no lugar exato (veja quadro abaixo).

Só que aí apareceu um obstáculo bem maior. Na maioria dos casos, o organismo via aquelas moléculas de mRNA como invasoras – afinal, elas continham se-quências genéticas estranhas, que haviam sido criadas em laboratório e não faziam parte do corpo – e as atacava. Não fabricava as proteínas que você queria ensiná-lo a produzir.

As pesquisas bateram num muro, e não avançavam. A visão predominante na comunidade científica era de que aquilo jamais funcionaria. Karikó tentava e tentava, mas nada dava certo. E o dinheiro foi secando – suas propostas de financiamento para pesquisas começaram a ser sumariamente rejeitadas.

O RNA mensageiro é como se fosse um arquivo executável: contém instruções para que o corpo fabrique determinadas proteínas. Veja como essa tecnologia, que estreou nas vacinas da Covid, se tornou uma aposta para tratar diversas doenças – de colesterol a câncer, de gripe a síndromes genéticas raras.

Muito além das vacinas: as promessas do mRNA

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Qual é a diferença entre epidemia, pandemia e endemia?

EPIDEMIA

O que é? É o aumento repentino de casos de uma doença infecciosa (provocada, em geral, por vírus ou bactérias) em uma região por um período sustentado de tempo — semanas ou meses. O que causa? Pode ser causada por um agente novo, caso do coronavírus, ou por um pico incomum de casos de algo que já existe, como a epidemia de gripe do vírus H3N2 que ocorreu em dezembro e janeiro. Quando começa? Os especialistas analisam a série histórica da doença. Na da gripe, por exemplo, é esperado que os casos subam no outono e no inverno. Se aumentarem demais ou fora de hora, o alerta é ligado. Quando termina? A epidemia acaba quando a situação volta ao patamar de antes. A doença pode desaparecer, se tornar endêmica ou, ainda, viajar para outros países e se tornar uma pandemia. Como lidar com uma epidemia?

  1. Vigilância: é preciso manter uma rede forte de monitoramento de casos e óbitos.
  2. Preparação: o sistema de saúde deve se adequar com mais leitos, equipamentos e pessoal.
  3. Restrições: pode ser necessário fechar escolas ou cancelar grandes eventos por um tempo.

Epidemias famosas (Brasil)Gripe – 2021/2022 Meningite – anos 1970 Febre amarela – 1850

PANDEMIA

O que é? A pandemia nada mais é do que epidemias da mesma doença acontecendo em vários países de diferentes continentes e de maneira simultânea. No caso da Covid-19, praticamente todos foram atingidos. Quando começa? Geralmente, o estado de pandemia é decretado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que centraliza os dados. Só que isso é mais um alerta do que uma lei em si — não obriga um país a nada. Nessa situação, o patógeno está se disseminando rapidamente. O principal indicador, portanto, são as novas infecções. É preciso tomar ações para quebrar a cadeia de transmissão. Quando termina? A pandemia acaba também por decreto da OMS, quando ela entende que o número de casos voltou ao patamar histórico (em doenças preexistentes) ou se estabilizou em um nível mais “aceitável”. Como lidar com uma pandemia?

  1. Agilidade na vacinação: Imunizantes distribuídos com rapidez fazem a diferença para reduzir casos.
  2. Barreiras sanitárias: Diminuição de voos, testagem em aeroportos, redução de circulação…
  3. Testagem em massa: os exames são cruciais para entender o comportamento do vírus.

Pandemias famosas

 Gripe – 2009 Gripe – 1918

Leia também: HIV: a pandemia sem fim

ENDEMIA

O que é? Uma doença endêmica é aquela que circula o ano todo em um país, com volume esperado de casos e óbitos. Não é um quadro necessariamente “tranquilo”, mas indica certo controle do agente infeccioso. Quando começa? É possível que existam pequenas variações sazonais, como ocorre com a gripe no inverno ou a dengue na estação das chuvas. Isso é esperado e também calculado pelos especialistas. Quando termina? O estado de endemia não é fixo. A doença pode ser erradicada ou dar início a uma nova epidemia, caso surja uma variante ou um fator que favoreça a disseminação do vírus ou bactéria em questão. E endêmico não quer dizer menos importante. É preciso manter ações de cuidado e de preferência reduzir ainda mais os casos. Doenças endêmicas matam milhares de pessoas ao ano no país. Como lidar com uma endemia?

  1. Dar prioridade: governos devem tentar reduzir ainda mais os episódios até zerá-los.
  2. Sensibilização geral: orientar a população e combater vetores fazem parte do plano.
  3. Vigilância contínua: testagem e notificação de casos devem ser mantidas para antever surtos.

Endemias famosas no Brasil

DengueTuberculoseDoença de Chagas 

A Covid-19 se tornará endêmica?

A endemia é o caminho natural de quase todos os vírus respiratórios que já entraram em contato com a humanidade (com exceção dos que sumiram). Mas ainda não estamos tão perto disso quanto gostaríamos. Veja: o parâmetro clássico é uma doença que manejamos bem e cujo volume de casos prevemos com precisão, sem sobrecargas no sistema de saúde. É verdade que, com as vacinas, controlamos melhor a Covid, mas basta ver a bagunça provocada pela Ômicron (e o fato de não sabermos se ou quando virá a próxima variante) para sacar que há muitas dúvidas no ar. 

+ Leia também: Covid-19 e dengue em alta no mesmo lugar: atenção redobrada

E o que é um surto?

É uma situação que lembra a epidemia, mas em escala menor. O termo representa o aumento súbito de casos de uma doença, mas em um local muito específico, como um bairro, cidade ou mesmo escola. Um caso famoso é o surto de toxoplasmose, doença transmitida por alimentos e água contaminados, que aconteceu na capital paulista em 2019. 

+ Leia também: Risco de surto: sarampo é altamente transmissível e não tem tratamento

Temos outra pandemia acontecendo?

Além da Covid-19, alguns epidemiologistas sustentam que o mundo ainda vive outra pandemia, a de HIV. Isso porque, 40 anos depois, o vírus segue disseminado em todo o mundo, sem que haja uma vacina contra ele. Mais de 37 milhões de pessoas morreram desde os anos 1980. A OMS chama de “epidemia global”.

Entenda os termos que ganharam as manchetes e saiba em que pé estamos com o coronavírus. Ele até vai virar endêmico, mas ainda não dá para cravar quando

Qual é a diferença entre epidemia, pandemia e endemia?

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Vai um suco de jabuticaba para domar a glicose?

Por Thais Manarini

Um time da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) recrutou 16 voluntários e, para metade deles, ofereceu 250 mililitros de suco de jabuticaba antes de uma refeição com carboidratos. O restante tomou uma bebida que parecia o suco, mas não era. Segundo o engenheiro de alimentos Mário Maróstica, os resultados em gente como a gente corroboram achados que o grupo de pesquisa já via em animais. “Entre as pessoas que tomaram o suco, houve uma melhora no status antioxidante e na modulação de uma substância chamada GLP-1, que interfere no controle da glicemia”, revela. Na prática, o primeiro efeito turbina a proteção contra doenças, enquanto o segundo está ligado a uma maior liberação da insulina, hormônio que garante o aproveitamento do açúcar no sangue. “Para nossa surpresa, isso ocorreu em indivíduos saudáveis”, diz o professor, que ficou empolgado com os potenciais benefícios para o público com diabetes+ Leia também: Jabuticaba: conheça os benefícios da nossa joia nacional

Riqueza na casca

Compostos fenólicos e fibras merecem os louros. Como aproveitar:

  • No copo Ok, o invólucro da fruta é resistente à beça. Logo, o jeito mais prático de consumi-lo é de fato no suco, batendo a jabuticaba no liquidificador.
  • Como farinha Basta assar a casca por algumas horas e, na sequência, triturar no liquidificador. Use em pães, biscoitos, bolos, salada de frutas e vitaminas.

A receita da pesquisa

De acordo com o professor Maróstica, o suco ofertado aos voluntários foi preparado no laboratório da Unicamp a partir de um processo de alta pressão. “Trata-se de uma tecnologia diferente, que preserva os compostos bioativos da jabuticaba”, conta. Por isso, ele frisa que a equipe não avaliou receitas caseiras — e não existe equipamento doméstico que simule o processo do estudo. “De qualquer forma, consumir a fruta fresca é uma boa alternativa, sempre junto a uma dieta saudável como um todo”, orienta. 

Em experiência brasileira, estratégia ainda ofereceu proteção antioxidante

Vai um suco de jabuticaba para domar a glicose?

Assista a “Enya – Dreams Are More Precious” no YouTube

✨Dreams are more precious…

Venha ver, lá em cima
Come see, high above

Venha ver, alto nos céus
Come see, high in the heavens

Uma nova estrela brilhando
A new star shining bright

Da escuridão, vem uma luz
Out of the darkness, comes a light

Vem cá, sinos da meia-noite
Come here, midnight chimes

Vem cá, sinos que tocam
Come here, bells that are ringing

E de alguma costa distante
And from some distant shore

Sons de uma viagem, eco em
Sounds of a journey, echo on

Esta é a noite
This is the night

Eles dizem
They say

Todo mundo quer um sonho
Everyone wants a dream

Esta é a noite
This is the night

Eles dizem
They say

Nada é o que parece
Nothing is as it seems

Venha dormir feche os olhos
Come sleep, close your eyes

Venha dormir, me dê sua tristeza
Come sleep, give me your sorrow

E eu fico de olho por você
And I keep watch for you

Até o amanhecer, rompendo
Until the dawn is, breaking through

Até que a manhã te acorde
Until the morning wakens you

Da, Da, Da …
Da, Da, Da…

Venha sonhar durante a noite
Come dream, through the night

Venha sonhar e então amanhã
Come dream, and then tomorrow

Eles vão ver quem, o que vai saber
They’ll see who, what will know

Sonhos são mais preciosos que ouro
Dreams are more precious than gold

Sonhos são mais preciosos que ouro
Dreams are more precious than gold

Sonhos são mais preciosos que ouro
Dreams are more precious than gold

✨✨Fonte: Musixmatch

Compositores: Roma Ryan / Eithne Ni Bhraonain / Nicky Ryan

Letra de Dreams Are More Precious © Emi Music Publishing Ltd

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Vacina da gripe 2022: campanha nacional começa em 4 de abril

Por Thais Manarini

No dia 4 de abril, o Ministério da Saúde inicia a campanha nacional de vacinação contra a gripe. A meta é imunizar cerca de 76,5 milhões de pessoas até o dia 3 de junho, data prevista para encerramento da ação. Em nota, o ministério alerta para a importância da vacinação dos grupos prioritários para evitar surtos da doença, que pode sobrecarregar os serviços de saúde e até levar à morte. Segundo a pasta, 80 milhões de doses da vacina Influenza trivalente, produzidas pelo Instituto Butantan, estarão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). O imunizante é eficaz contra as cepas H1N1, H3N2 (incluindo o subtipo Darwin, que provocou alta de casos recentemente) e tipo B. No caso das crianças de 6 meses a menores de 5 anos que já receberam ao menos uma dose da vacina Influenza ao longo da vida, deve-se considerar o esquema vacinal com apenas uma dose em 2022. Para as crianças que serão vacinadas pela primeira vez, a orientação é agendar a segunda aplicação da vacina contra gripe para 30 dias após a primeira dose. [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] A campanha nacional ocorrerá em duas etapas. Na primeira, entre os dias 4 de abril e 2 de maio, serão vacinados idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde. A segunda fase, que vai de 3 de maio a 3 de junho, tem como público-alvo:

  • Crianças de 6 meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias;
  • Gestantes e puérperas;
  • Povos indígenas;
  • Professores;
  • Pessoas com comorbidades;
  • Pessoas com deficiência permanente;
  • Membros de forças de segurança e salvamento e das Forças Armadas;
  • Caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;
  • Trabalhadores portuários;
  • Funcionários do sistema prisional;
  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medida socioeducativa e pessoas privadas de liberdade.

Ação ocorrerá em duas etapas e a previsão é que vá até o dia 3 de junho. Saiba quem faz parte do público-alvo da campanha

Vacina da gripe 2022: campanha nacional começa em 4 de abril

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ESTAR BEM

POR QUE SINTO DOR DE CABEÇA ASSIM QUE ACORDO? Os motivos variam de hábitos comuns, como falta de cafeína ou estresse, até questões mais sérias, como enxaquecas Muitas vezes tenho dores de cabeça pela manhã. Elas melhoram quando me levanto e tomo café, mas não consigo descobrir como evitá-las. Tentei vários travesseiros e posições para […]

ESTAR BEM

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Restrições provocadas pela pandemia evitaram 720 mil casos de dengue, diz estudo

Por Maria Clara Rossini

2020 foi marcado por lockdowns e quarentenas. Além de frear o avanço da covid-19, a restrição de circulação de pessoas também evitou centenas de milhares de casos de dengue na América do Sul e no sudeste asiático. A conclusão é de um estudo do London School of Hygiene and Tropical Medicine, publicado no periódico Lancet este mês.

Mesmo com possíveis subnotificações decorrentes da pandemia, o modelo matemático estimou que 720 mil casos de dengue foram evitados no primeiro ano da pandemia. A pesquisa registrou uma diminuição de casos a partir de abril de 2020, quando as medidas de restrição passaram a ser aplicadas na maioria dos países. Em 2019, mais de cinco milhões de pessoas foram infectadas com dengue ao redor do mundo.

O epidemiologista Oliver Brady, um dos autores do estudo, disse ao The New York Times que ficou surpreso com o resultado. Ele esperava que o número de casos fosse aumentar, já que boa parte dos recursos de saúde foram destinados ao combate à pandemia de covid-19. Mas o que aconteceu foi o contrário.

A explicação é que o fechamento de estabelecimentos, principalmente escolas, evitou que boa parte da população entrasse em contato com o mosquito. Boa parte dos programas de prevenção – que aplicam medidas como eliminar focos de água parada e borrifar inseticida – ocorrem nas residências, onde acredita-se que a transmissão acontece. “Mas se esse fosse o caso, […] as ordens de ficar em casa aumentariam o risco – mas não vemos isso em muitos países”, diz Brady.

O estudo sugere que boa parte das transmissões ocorre em lugares públicos, como escolas e locais de trabalho. Essa informação pode ajudar a direcionar melhor os esforços de controle da doença. 

Além disso, mesmo que alguém fosse contaminado pela doença, a pessoa ficaria em casa e evitaria ser picada por outro mosquito Aedes aegypti. Sem picar uma pessoa infectada, o mosquito não carrega o vírus e não infecta outra vítima.

Quarentena evitou a circulação e o contato de pessoas com o mosquito Aedes aegypti. O estudo ajuda a pensar em estratégias mais eficazes no combate à doença

Restrições provocadas pela pandemia evitaram 720 mil casos de dengue, diz estudo

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