A Lei das Espécies Ameaçadas (ESA, sigla em inglês), foi aprovada no Congresso americano em 1973. Como o nome sugere, ela foi criada para proteger e recuperar espécies ameaçadas de extinção e também os ecossistemas em que elas vivem. Desde que entrou em vigor, 54 espécies dos EUA recuperaram suas populações e foram tiradas da lista de ameaçadas de extinção.
Outras 23 espécies devem deixar a lista em breve, mas não pelos mesmos motivos. Nesta quarta-feira (29), o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA, um dos órgãos responsáveis pela aplicação da ESA, recomendou que 11 pássaros, oito mexilhões de água doce, dois peixes, um morcego e uma planta sejam considerados extintos, já que não são vistos pelo menos desde a década de 1980.
Alguns pesquisadores receberam a notícia com preocupação. Isso porque, com a retirada no nome da lista, as autoridades deixam de procurar pela espécie. Ou seja: caso ainda haja alguns exemplares desses seres vivos por aí, eles dificilmente serão encontrados. E aí, qualquer esperança de salvá-los desaparece
O pica-pau-bico-de-marfim, que serviu de inspiração para o famoso pássaro dos desenhos de Walter Lantz, não é observado na natureza desde 1944.
Os índices esperados para alcançar a imunidade coletiva ou de rebanho em relação ao coronavírus mudaram desde o início da pandemia. Bom lembrar que a obtenção desse status, em que a maioria da população está protegida contra o vírus, depende da quantidade de pessoas vacinadas contra ele e da queda na sua taxa de transmissão, segundo o epidemiologista Guilherme Werneck, professor do Instituto de Medicina Social Hesio Cordeiro, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
“Supõe-se que a partir de um determinado patamar de imunização, é possível interromper a circulação de um vírus. Mas, com a covid-19, é diferente”, diz Werneck.
Casos de reinfecção, o surgimento de variantes e a possibilidade de transmitir a doença mesmo após a vacinação são variáveis que bagunçaram a conta e deixaram os especialistas incertos sobre qual seria o tal patamar de imunização necessário para frear o coronavírus. Mas eles estão esperançosos em relação à queda das mortes e ao controle da doença. Desde que não haja um relaxamento total, é claro.
Novas cepas e possibilidade de transmissão do vírus por vacinados são fatores que dificultam a resposta. Mas há uma certeza: dá para controlar o coronavírus
A pandemia de covid-19 tornou mais evidente a necessidade dos chamados sistemas de sentinela, que monitoram agentes patológicos a fim de evitar surtos ou mesmo prever futuras epidemias. Além de vírus como o Sars-CoV-2, porém, é fundamental monitorar também fungos e bactérias que ainda não possuem tratamentos eficazes e podem se espalhar. Esse foi o tema da 4ª Conferência Fapesp 60 anos, “Desafios à Saúde Global”.
“É muito importante termos sistemas de sentinela que permitam que uma pandemia, no início do seu surgimento, seja rapidamente detectada e combatida. Mas tudo isso requer uma interação, uma cooperação, que nem sempre são naturais”, destacou Luiz Eugênio Mello, diretor científico da Fapesp, durante a abertura do evento.
Cientistas alertam para os desafios de diagnosticar e combater agentes patológicos com o potencial de causar surtos de doenças infecciosas
Quando eu me encontrava preso na cela de uma cadeia Foi que eu vi pela primeira vez as tais fotografias Em que apareces inteira, porém lá não estavas nua E sim coberta de nuvens
Terra Terra
Por mais distante o errante navegante Quem jamais te esqueceria
Ninguém supõe a morena dentro da estrela azulada Na vertigem do cinema, mando um abraço pra ti Pequenina como se eu fosse o saudoso poeta E fosses a Paraíba
Terra Terra
Por mais distante o errante navegante Quem jamais te esqueceria
Eu estou apaixonado por uma menina terra Signo de elemento terra, do mar se diz: terra à vista Terra para o pé, firmeza, terra para a mão, carícia Outros astros lhe são guia
Terra Terra
Por mais distante o errante navegante Quem jamais te esqueceria
Eu sou um leão de fogo, sem ti, me consumiria A mim mesmo eternamente e de nada valeria Acontecer de eu ser gente, e gente é outra alegria Diferente das estrelas
Terra Terra
Por mais distante o errante navegante Quem jamais te esqueceria
De onde nem tempo e nem espaço, que a força mande coragem Pra gente te dar carinho durante toda a viagem Que realizas no nada, através do qual carregas O nome da tua carne
Terra Terra
Por mais distante o errante navegante Quem jamais te esqueceria
Terra Terra
Por mais distante o errante navegante Quem jamais te esqueceria
Terra Terra
Por mais distante o errante navegante Quem jamais te esqueceria
Nas sacadas dos sobrados, das cenas do salvador Há lembranças de donzelas do tempo do imperador Tudo, tudo na Bahia faz a gente querer bem A Bahia tem um jeito
Terra Terra
Por mais distante o errante navegante Quem jamais te esqueceria