Um princípio econômico pode explicar a evolução das cores em caudas de lagartos

A teoria da seleção natural, proposta por Charles Darwin, diz que apenas os animais mais aptos sobrevivem. As espécies que hoje habitam a Terra, então, teriam evoluído na medida certa para prosperar.

Porém, não é tão simples olhar para um animal e entender logo de cara por que ele possui (ou não) certas características. Um exemplo são os lagartos com caudas coloridas: ao mesmo tempo que a traseira do bichinho pode ser útil para camuflagem, ela é também um chamariz para predadores.

Em economia, há um princípio que explica essa relação. É o trade-off, que acontece quando se escolhe uma opção em detrimento de outra. Ir a um encontro com o crush é ótimo – mas você talvez precise abdicar daquela reunião com os amigos, marcada para o mesmo dia. Em um jogo de damas, você pode abrir mão de uma peça para conseguir capturar duas na próxima rodada.

Segundo pesquisadores da da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), esse tipo de relação pode ser a chave para entender a cauda dos lagartinhos. Em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e a Universidade de Auburn em Montgomery, nos EUA, eles exploraram a função da cauda colorida nestes répteis, explorando seus custos e benefícios.

Pesquisa brasileira tenta entender por que alguns répteis possuem caudas vermelhas – que trazem, ao mesmo tempo, vantagens e desvantagens ao animal.

Um princípio econômico pode explicar a evolução das cores em caudas de lagartos

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “GREG NEWS | POSITIVIDADE TÓXICA” no YouTube

Mais uma semana em Pindorama…

E mais novidades e notícias que seriam cômicas, se não fossem trágicas.

Este é o Greg News!

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Assista a “★ Semana Despertar Zen Episódio 3” no YouTube

Monja Coen com seus ensinamentos repletos de sabedoria e meiguice…um bálsamo para a alma.

Se amar e aceitar, quem não quer?

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Quais são as regras para o uso de armas de fogo em sets de filmagem?

Na última quinta (21), a diretora de fotografia Halyna Hutchins morreu após um disparo acidental dentro do set do filme Rust, no estado do Novo México, nos EUA. O autor do tiro foi o ator Alec Baldwin, que usava uma arma cenográfica durante a filmagem. O diretor do longa, Joel Souza, também se feriu.

Nascida na Ucrânia, Hutchins se formou em jornalismo e, depois, mudou-se para Los Angeles, onde começou a trabalhar com cinema. A diretora de 42 anos chegou a ser atendida em um hospital na cidade de Albuquerque, mas não sobreviveu.

Rust é um faroeste que se passa no estado do Kansas no final do século 19. Conta a história de um menino de 13 anos que, após a morte dos pais, foge junto ao irmão mais novo e seu avô (Baldwin), um homem sentenciado à morte pelo assassinato acidental de um fazendeiro local.

A morte de Hutchins paralisou a gravação do filme, que ainda não tem data para reiniciar. No momento, a polícia do condado de Santa Fe investiga as circunstâncias do acidente: qual tipo de munição foi utilizada, se houve uma falha no equipamento – ou se algo se alojou no cano.

Balas de mentira, armas de verdade

Antes de tudo, é importante frisar: na maior parte das vezes, as armas cenográficas usadas em sets de filmagens são, na verdade, armas de verdade. O que muda é a munição.

As balas de festim (ou em inglês, “blanks”, que significa “vazio” ou “espaço em branco”) são como balas normais, a não ser por um detalhe decisivo: elas não possuem projétil, a parte da munição que atinge o alvo. É por isso que elas são usadas em filmes, séries de TV e novelas, já que reproduzem o barulho de um disparo real.

A morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins, vítima de um disparo acidental, levantou questões sobre o uso desses equipamentos no cinema. Conheça os principais protocolos de segurança.

Quais são as regras para o uso de armas de fogo em sets de filmagem?

publicado originalmente em superinteressante

O agro não é pop: concentração da terra e uso de venenos crescem juntos

Censo Agropecuário reforça relação entre os dois fenômenos, e pesquisadores alertam para riscos à segurança alimentar Por Guilherme Zocchio para “O Joio e o Trigo” Concentração de terras e aumento no uso de agrotóxicos andam de mãos dadas. Além de revelar aumento de 20,4% no número de propriedades rurais que usam venenos na última década, os dados […]

O agro não é pop: concentração da terra e uso de venenos crescem juntos

publicado originalmente em blog do pedlowski

Assista a “TRIBUNAL DE HAIA ACUMULA SEIS DENÚNCIAS CONTRA BOLSONARO” no YouTube

Nem só de notas de repúdio vive o Brasil. Também temos denúncias no Tribunal de Haia…

Espero que algo vá para frente, neste pântano de absurdos e covardias.

Meteoro Brasil aqui!

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Toda sabedoria e cultura estão interligadas. Com a mitologia nórdica não é diferente.

Professora Lúcia Helena Galvão em uma aula excelente!

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Assista a “Repórter Eco | 17/10/2021” no YouTube

Um programa que a gente espera a semana inteira?….

Ecologia, resistência, paisagens lindas e gente que faz a diferença.

Repórter Eco por aqui!

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O que são os anticorpos monoclonais aprovados para tratamento da Covid-19

Recentemente, novas opções de medicamentos para o tratamento da Covid-19 foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Muitas fórmulas que receberam o aval da entidade fazem parte do grupo dos anticorpos monoclonais.

Eles são feitos em laboratório e têm a função de mimetizar a ação dos anticorpos produzidos pelo nosso próprio corpo. Além disso, são programados para agir diretamente na proteína do vírus que possibilita a sua reprodução dentro do organismo. Por isso, mostram-se eficazes na hora de impedir que a infecção se agrave.

“Esses medicamentos imitam os anticorpos do tipo neutralizantes”, resume o biólogo Sergio Surugi de Siqueira, professor de Imunologia na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e membro titular da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

Até a durabilidade desses anticorpos fabricados pode ser manipulada. “É possível dotá-los de uma vida biológica mais longa do que a dos nossos anticorpos naturais”, afirma Siqueira.

Eles são indicados para os primeiros dias de infecção, quando são detectados os sintomas iniciais. Ou seja, esse, sim, seria um tratamento precoce vantajoso, à base de remédios com ação benéfica realmente comprovada.

Cresce a lista de remédios dessa classe liberados pela Anvisa. Mas, devido ao alto custo e avanço da vacinação, eles devem ficar restritos a poucos grupos

O que são os anticorpos monoclonais aprovados para tratamento da Covid-19

publicado originalmente em Veja saúde

99,9% dos cientistas concordam que crise climática é causada por humanos, diz pesquisa

O consenso entre cientistas de que a ação humana é a principal responsável pelas mudanças climáticas está cada vez maior. É o que evidencia uma análise de quase 90 mil estudos feita recentemente: 99,9% dos especialistas em clima estão de acordo.

Segundo a pesquisa publicada hoje (19), o grau de certeza científica sobre o impacto humano sobre os gases do efeito estufa agora é semelhante ao nível de certeza sobre a evolução da vida terrestre ou sobre a existência e dinâmica das placas tectônicas.

“É realmente um caso encerrado. Não há ninguém significativo na comunidade científica que duvide que as mudanças climáticas são causadas por humanos”, disse Mark Lynas, autor principal do estudo, ao jornal The Guardian.

O estudo realizado pela Universidade Cornell (Estados Unidos) consiste em um esforço de reunião e revisão de 88.125 pesquisas sobre a crise climática, publicadas entre 2012 e novembro de 2020.

A revisão funcionou assim: os cientistas responsáveis buscaram os estudos por meio de um banco de dados chamado Web of Science. Eles filtraram pesquisas publicadas em língua inglesa no período determinado, a partir de palavras-chave referentes ao aquecimento global.

O consenso científico de que a ação humana é a principal responsável pelo aquecimento global está cada vez maior; de quase 90 mil estudos, apenas 28 são céticos quanto à questão.

99,9% dos cientistas concordam que crise climática é causada por humanos, diz pesquisa

publicado originalmente em superinteressante