Assista a “O desafio da Coca-Cola, apontada como maior poluidora por plástico do mundo” no YouTube

Consolidada como a maior marca de refrigerantes do planeta, a Coca cola também é um das maiores,ou maior, poluidora por plástico do mundo.

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Assista a “A ÚLTIMA SESSÃO DA CPI: UM RESUMO” no YouTube

Acabou…e começou!

Que a justiça seja feita, que as verdades descortinadas em tantas sessões, por vezes tristes até doer a alma, possam servir ao menos para ajudar a punir tantas barbaridades que ficaram comprovadas na CPI.

No aguardo da justiça…

Meteoro Brasil aqui!

 

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Noz-pecã na mira do colesterol

Cientistas da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, recrutaram 52 adultos com alto risco cardíaco e, enquanto uma parte recebeu 68 gramas de noz-pecã — o equivalente a 470 calorias —, outra não consumiu o alimento. Após dois meses, houve queda de 5% no colesterol total e de 9% no tipo LDL, considerado ruim, entre quem ganhou o petisco.

“São reduções consideráveis para um curto período”, avalia a nutricionista Cristiane Cominetti, da Universidade Federal de Goiás (UFG). Em geral, as oleaginosas são ricas em gorduras boas, fibras e compostos bioativos.

“Mas é preciso cautela antes de extrapolar um estudo para a vida real”, pondera. Afinal, 68 g é bastante coisa e pode impactar o peso lá na frente. “E há outros hábitos essenciais para o melhor controle de doenças cardíacas”, ressalta Cristiane.

LEIA TAMBÉMUm punhado de oleaginosas por dia evita de diabetes a Alzheimer

Noz-pecã x noz chilena

A noz chilena é a mais encontrada e parece um cérebro. Tem mais gorduras poli-insaturadas e proteínas do que a parente pecã, que é mais lisinha. A quantidade de gorduras monoinsaturadas é maior do que a fornecida pela chilena.

Em estudo americano, colocar a oleaginosa na rotina baixou as taxas de gordura no sangue

Noz-pecã na mira do colesterol

publicado originalmente em Veja saúde

Rainha da Suécia promove premiação a enfermeiros do Brasil

Prêmio de Enfermagem Rainha Silvia da Suécia estreia sua edição brasileira com a meta de reconhecer profissionais e estudantes de enfermagem com ideias e soluções transformadoras nos cuidados em saúde.

A vontade de criar uma forma de homenagear e estimular a categoria dos enfermeiros veio depois de a majestade sueca acompanhar a entrega dos profissionais na assistência à sua mãe, que sofreu de Alzheimer. A iniciativa começou na nação escandinava em 2012 e hoje contempla versões também na Finlândia, na Alemanha, na Lituânia, na Polônia e nos Estados Unidos.

A chegada ao Brasil tem um quê especial para a Rainha. Afinal, ela é filha de mãe brasileira e viveu parte da infância no país. A monarca, que também se dedica à causa das crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade pelo mundo, se diz ansiosa para conhecer os projetos nacionais.

Profissionais e estudantes de enfermagem que atuam no estado de São Paulo – a perspectiva é ampliar para as demais regiões na segunda edição do prêmio – podem participar e concorrer à láurea se inscrevendo até o dia 1º de novembro no site oficial da premiação, que é organizada no Brasil pela healthtech Vibe Saúde. e tem a curadoria técnica do médico Jefferson Gomes Fernandes. A vencedora ou vencedor receberá 6 mil euros e a oportunidade de viajar e fazer um curso fora do país.

Iniciativa, que já ocorre em outros países, pretende reconhecer ideias e o trabalho dos profissionais de enfermagem. A criadora do prêmio conta os porquês

Rainha da Suécia promove premiação a enfermeiros do Brasil

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “QUEM FOI VACINADO 2 VEZES TEM RISCO DE ADIQUIRIR HIV? VERDADE OU MENTIRA DE BOLSONARO?” no YouTube

É tão absurdo que parece que é mentira…mas não é, quer dizer …o que esse cara falou, é!

Um sujeito que é ” líder” de um país, deixa de estar cumprindo seu dever de tirar a nação do fundo do poço, para ir pra internet mentir na cara dura… é vergonha demais.

Tirar do ar é pouco, tirem “isso” do Planalto!

FORA BOLSONARO 🤡🤬

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No século 19, sobreviventes da febre amarela já usavam passaportes de imunidade

Em 1804, o território de Gibraltar, localizado ao sul da Península Ibérica, passou por uma epidemia de febre amarela. Ao longo de quatro meses, mais de 2,2 mil pessoas morreram pela doença, que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. As autoridades de saúde tentavam frear o problema, mas essa não era uma tarefa fácil – já que naquela época ninguém sabia explicar como ocorria a transmissão. 

Gibraltar era um território estratégico, já que ficava ao lado da única rota que permitia a entrada no Mediterrâneo pelo Oceano Atlântico. Era um Território Britânico Ultramarino, e servia de fortaleza para muitos militares. As pessoas viviam amontoadas dentro dos muros da colônia, dividindo um quarto para dez pessoas, por exemplo.

Além disso, nenhum rio ou nascente atravessava o território – a população precisava coletar a água da chuva em baldes para consumo próprio. Era a receita para o desastre: a água parada combinada ao ambiente quente do verão formam um prato cheio para o Aedes aegypti. As infecções só cessariam com a chegada do inverno. 

A epidemia de 1804 não foi a única: também ocorreram surtos em 1810, 1813, 1814 e 1828. Uma pesquisa publicada no periódico científico BMJ Global Health mostra que as autoridades já estavam mais preparadas para o segundo surto. Foi criado um acampamento de quarentena, para onde os infectados eram levados à força até que a situação no território melhorasse. Cerca de 4 mil pessoas passaram por lá.

Moradores de Gibraltar, na Península Ibérica, recebiam “passes de febre” que liberavam a circulação no território. Dois deles estão guardados em um museu nacional.

No século 19, sobreviventes da febre amarela já usavam passaportes de imunidade

publicado originalmente em superinteressante

Brasil continua a vender Clorpirifós, agrotóxico banido nos EUA, e que foi ligado a diminuição do QI de crianças

Banido recentemente dos EUA, Europa e Argentina, inseticida clorpirifós continua na lista dos mais vendidos no Brasil. Não há data para revisão Por Pedro Grigori – Agência Pública/Repórter Brasil

  Em agosto deste ano, os Estados Unidos baniram o uso do inseticida clorpirifós depois que estudos apontaram problemas causados por este agrotóxico à saúde humana, entre […]

Brasil continua a vender Clorpirifós, agrotóxico banido nos EUA, e que foi ligado a diminuição do QI de crianças

publicado originalmente em blog do pedlowski

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Cientistas brasileiros em estado de choque após cortes orçamentários feitos por Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro aprovou um projeto de lei que canaliza dinheiro da ciência para outras áreas do governo, frustrando propostas de pesquisa e frustrando esperanças. O presidente brasileiro Jair Bolsonaro, mostrado aqui em uma cerimônia nacional, assinou recentemente um projeto de lei enviando dinheiro destinado à ciência para outros departamentos do governo. Crédito: Evaristo […]

Cientistas brasileiros em estado de choque após cortes orçamentários feitos por Jair Bolsonaro

publicado originalmente em blog do pedlowski

O voto das mulheres durante a proclamação da República

Em 1889, durante a proclamação da República, a escolha do primeiro presidente do Brasil nunca esteve tão perto.

O país deixava de ter um imperador, Dom Pedro II e passaria a ter um governo provisório sob comando do marechal Deodoro da Fonseca. O objetivo era preparar as eleições de 1894.

As mulheres começaram a se empolgar com a ideia de que com um novo regime, a oportunidade de conseguirem o direito do voto seria enorme.

Imagem por TSE

Já que apenas os homens podiam votar naquela época, eles pensaram que o pedido pelo voto feminino era apenas um capricho, não um assunto sério de direitos iguais.

Para que suas vozes fossem ouvidas, as mulheres começaram movimentos e campanhas sufragistas. O assunto era sempre assunto nos jornais.

Vendo o crescimento da popularidade do movimento após o acidente de Epsom Derby, em 1913, quando a sufragista Emily Davison se jogou na frente de um cavalo, durante uma corrida, o governo propôs uma emenda em que mulheres com diplomas que não fossem casadas ou tivessem filhos, poderiam votar mas a ideia foi rejeitada. O principal argumento dos que se opunham era o perigo que isso poderia acarretar.

Em 1889, durante a proclamação da República, a escolha do primeiro presidente do Brasil nunca esteve tão perto.

O voto das mulheres durante a proclamação da República

publicado originalmente em psantinati