Consolidada como a maior marca de refrigerantes do planeta, a Coca cola também é um das maiores,ou maior, poluidora por plástico do mundo.
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Consolidada como a maior marca de refrigerantes do planeta, a Coca cola também é um das maiores,ou maior, poluidora por plástico do mundo.
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Acabou…e começou!
Que a justiça seja feita, que as verdades descortinadas em tantas sessões, por vezes tristes até doer a alma, possam servir ao menos para ajudar a punir tantas barbaridades que ficaram comprovadas na CPI.
No aguardo da justiça…
Meteoro Brasil aqui!
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Cientistas da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, recrutaram 52 adultos com alto risco cardíaco e, enquanto uma parte recebeu 68 gramas de noz-pecã — o equivalente a 470 calorias —, outra não consumiu o alimento. Após dois meses, houve queda de 5% no colesterol total e de 9% no tipo LDL, considerado ruim, entre quem ganhou o petisco.
“São reduções consideráveis para um curto período”, avalia a nutricionista Cristiane Cominetti, da Universidade Federal de Goiás (UFG). Em geral, as oleaginosas são ricas em gorduras boas, fibras e compostos bioativos.
“Mas é preciso cautela antes de extrapolar um estudo para a vida real”, pondera. Afinal, 68 g é bastante coisa e pode impactar o peso lá na frente. “E há outros hábitos essenciais para o melhor controle de doenças cardíacas”, ressalta Cristiane.
LEIA TAMBÉM: Um punhado de oleaginosas por dia evita de diabetes a Alzheimer
A noz chilena é a mais encontrada e parece um cérebro. Tem mais gorduras poli-insaturadas e proteínas do que a parente pecã, que é mais lisinha. A quantidade de gorduras monoinsaturadas é maior do que a fornecida pela chilena.
Em estudo americano, colocar a oleaginosa na rotina baixou as taxas de gordura no sangue
Noz-pecã na mira do colesterol
publicado originalmente em Veja saúde

O Prêmio de Enfermagem Rainha Silvia da Suécia estreia sua edição brasileira com a meta de reconhecer profissionais e estudantes de enfermagem com ideias e soluções transformadoras nos cuidados em saúde.
A vontade de criar uma forma de homenagear e estimular a categoria dos enfermeiros veio depois de a majestade sueca acompanhar a entrega dos profissionais na assistência à sua mãe, que sofreu de Alzheimer. A iniciativa começou na nação escandinava em 2012 e hoje contempla versões também na Finlândia, na Alemanha, na Lituânia, na Polônia e nos Estados Unidos.
A chegada ao Brasil tem um quê especial para a Rainha. Afinal, ela é filha de mãe brasileira e viveu parte da infância no país. A monarca, que também se dedica à causa das crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade pelo mundo, se diz ansiosa para conhecer os projetos nacionais.

Profissionais e estudantes de enfermagem que atuam no estado de São Paulo – a perspectiva é ampliar para as demais regiões na segunda edição do prêmio – podem participar e concorrer à láurea se inscrevendo até o dia 1º de novembro no site oficial da premiação, que é organizada no Brasil pela healthtech Vibe Saúde. e tem a curadoria técnica do médico Jefferson Gomes Fernandes. A vencedora ou vencedor receberá 6 mil euros e a oportunidade de viajar e fazer um curso fora do país.
Iniciativa, que já ocorre em outros países, pretende reconhecer ideias e o trabalho dos profissionais de enfermagem. A criadora do prêmio conta os porquês
Rainha da Suécia promove premiação a enfermeiros do Brasil
publicado originalmente em Veja saúde
É tão absurdo que parece que é mentira…mas não é, quer dizer …o que esse cara falou, é!
Um sujeito que é ” líder” de um país, deixa de estar cumprindo seu dever de tirar a nação do fundo do poço, para ir pra internet mentir na cara dura… é vergonha demais.
Tirar do ar é pouco, tirem “isso” do Planalto!
FORA BOLSONARO 🤡🤬

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Em 1804, o território de Gibraltar, localizado ao sul da Península Ibérica, passou por uma epidemia de febre amarela. Ao longo de quatro meses, mais de 2,2 mil pessoas morreram pela doença, que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. As autoridades de saúde tentavam frear o problema, mas essa não era uma tarefa fácil – já que naquela época ninguém sabia explicar como ocorria a transmissão.
Gibraltar era um território estratégico, já que ficava ao lado da única rota que permitia a entrada no Mediterrâneo pelo Oceano Atlântico. Era um Território Britânico Ultramarino, e servia de fortaleza para muitos militares. As pessoas viviam amontoadas dentro dos muros da colônia, dividindo um quarto para dez pessoas, por exemplo.
Além disso, nenhum rio ou nascente atravessava o território – a população precisava coletar a água da chuva em baldes para consumo próprio. Era a receita para o desastre: a água parada combinada ao ambiente quente do verão formam um prato cheio para o Aedes aegypti. As infecções só cessariam com a chegada do inverno.
A epidemia de 1804 não foi a única: também ocorreram surtos em 1810, 1813, 1814 e 1828. Uma pesquisa publicada no periódico científico BMJ Global Health mostra que as autoridades já estavam mais preparadas para o segundo surto. Foi criado um acampamento de quarentena, para onde os infectados eram levados à força até que a situação no território melhorasse. Cerca de 4 mil pessoas passaram por lá.
Moradores de Gibraltar, na Península Ibérica, recebiam “passes de febre” que liberavam a circulação no território. Dois deles estão guardados em um museu nacional.
No século 19, sobreviventes da febre amarela já usavam passaportes de imunidade
publicado originalmente em superinteressante

Banido recentemente dos EUA, Europa e Argentina, inseticida clorpirifós continua na lista dos mais vendidos no Brasil. Não há data para revisão Por Pedro Grigori – Agência Pública/Repórter Brasil
Em agosto deste ano, os Estados Unidos baniram o uso do inseticida clorpirifós depois que estudos apontaram problemas causados por este agrotóxico à saúde humana, entre […]
Brasil continua a vender Clorpirifós, agrotóxico banido nos EUA, e que foi ligado a diminuição do QI de crianças
publicado originalmente em blog do pedlowski
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O presidente Jair Bolsonaro aprovou um projeto de lei que canaliza dinheiro da ciência para outras áreas do governo, frustrando propostas de pesquisa e frustrando esperanças. O presidente brasileiro Jair Bolsonaro, mostrado aqui em uma cerimônia nacional, assinou recentemente um projeto de lei enviando dinheiro destinado à ciência para outros departamentos do governo. Crédito: Evaristo […]
Cientistas brasileiros em estado de choque após cortes orçamentários feitos por Jair Bolsonaro
publicado originalmente em blog do pedlowski

Em 1889, durante a proclamação da República, a escolha do primeiro presidente do Brasil nunca esteve tão perto.
O país deixava de ter um imperador, Dom Pedro II e passaria a ter um governo provisório sob comando do marechal Deodoro da Fonseca. O objetivo era preparar as eleições de 1894.
As mulheres começaram a se empolgar com a ideia de que com um novo regime, a oportunidade de conseguirem o direito do voto seria enorme.

Imagem por TSE
Já que apenas os homens podiam votar naquela época, eles pensaram que o pedido pelo voto feminino era apenas um capricho, não um assunto sério de direitos iguais.
Para que suas vozes fossem ouvidas, as mulheres começaram movimentos e campanhas sufragistas. O assunto era sempre assunto nos jornais.
Vendo o crescimento da popularidade do movimento após o acidente de Epsom Derby, em 1913, quando a sufragista Emily Davison se jogou na frente de um cavalo, durante uma corrida, o governo propôs uma emenda em que mulheres com diplomas que não fossem casadas ou tivessem filhos, poderiam votar mas a ideia foi rejeitada. O principal argumento dos que se opunham era o perigo que isso poderia acarretar.
Em 1889, durante a proclamação da República, a escolha do primeiro presidente do Brasil nunca esteve tão perto.
O voto das mulheres durante a proclamação da República
publicado originalmente em psantinati