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Novo imortal: Gilberto Gil é eleito para a Academia Brasileira de Letras

Gilberto Gil é o mais novo imortal do país: o artista foi eleito para a Academia Brasileira de Letras (ABL) nesta quinta (11). Aos 79 anos, o cantor e compositor passa a ocupar a cadeira número 20, que era do jornalista e advogado Murilo Melo Filho, e tem como patrono o jornalista Joaquim Manuel de Macedo. Concorriam também o poeta Salgado Maranhão e o escritor Ricardo Daunt.

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Gil recebeu 21 votos, e Maranhão, sete. Em suas redes sociais, o artista comemorou a conquista: “Muito feliz em ser eleito para a cadeira 20 da Academia Brasileira de Letras. Obrigado a todos pela torcida e obrigado aos agora colegas de Academia pela escolha”, escreveu.

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Com isso, ele se torna o segundo membro negro da instituição na atualidade — o outro é o escritor Domício Proença Filho, eleito em 2006 e hoje presidente da ABL. A escolha de Gilberto Gil acontece uma semana depois da eleição da atriz Fernanda Montenegro para integrar a instituição.

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Além de ser um dos maiores nomes da música popular brasileira, Gilberto lançou em 1996 o livro Todas as Letras, sua primeira obra, pré-requisito para concorrer a uma vaga na casa. O artista já vinha sendo sondado há tempos pela ABL, e sempre rejeitou os convites. Recentemente, sua mulher, Flora Gil, pediu que ele reconsiderasse. Foi convidado a disputar a cadeira que pertenceu a Alfredo Bosi, morto em abril deste ano, aos 84 anos. Como era amigo professor e crítico literário, preferiu tentar outra vaga.

Aos 79 anos, cantor e compositor chega à instituição uma semana depois de Fernanda Montenegro. Artista já vinha sendo sondado há tempos

Novo imortal: Gilberto Gil é eleito para a Academia Brasileira de Letras

publicado originalmente em Veja

COP26 aprova documento que pede redução de subsídios a combustíveis fósseis

A COP26, conferência da ONU sobre a emergência climática realizada em Glasgow, na Escócia, terminou com a aprovação de um documento que registra alguns avanços históricos no enfrentamento do problema. No entanto, os êxitos ainda estão bem aquém do necessário para garantir que a humanidade escapará dos efeitos mais arriscados do aquecimento global.

Entre outros pontos modestamente positivos, o texto aprovado em Glasgow por representantes diplomáticos de quase 200 países cita de maneira direta a diminuição do uso de carvão mineral (proporcionalmente, o mais poluente dos combustíveis fósseis) e o corte de subsídios para os combustíveis fósseis como um todo. Parece algo básico, mas o fato é que o carvão e os combustíveis fósseis nunca tinham sido citados “pelo nome” em nenhum documento das 25 COPs anteriores.

Após um final dramático, último documento da Conferência de Mudanças Climáticas da ONU também enfatiza o corte gradual do uso do carvão.

COP26 aprova documento que pede redução de subsídios a combustíveis fósseis

publicado originalmente em superinteressante

Médico aposentado descobre nova espécie de dinossauro narigudo

Jeremy Lockwood é um clínico geral aposentado que decidiu se aventurar na paleontologia. O britânico, que faz PhD na Universidade de Portsmouth (Inglaterra), passou cerca de quatro anos desempacotando e catalogando ossos guardados nas coleções do Museu de História Natural de Londres e do Museu da Ilha dos Dinossauros, localizado na Ilha de Wight. Mas foi durante as restrições impostas pela pandemia que ele fez sua maior descoberta: uma espécie inédita de dinossauro. 

Por mais de um século, os cientistas acreditaram que havia apenas dois tipos de dinossauros iguanodontes na Ilha de Wight, o Iguanodon bernissartensis e o Mantellisaurus atherfieldensis, já que apenas estes haviam sido registrados na região. Iguanodonte é um gênero de dinossauro herbívoro e bípede que habitou a Terra há cerca de 126 milhões de anos.

Porém, enquanto estudava pedaços de crânio de um deles, Lockwood percebeu que ele tinha um osso nasal arredondado. Lembrava um “nariz de batata” – uma frente mais achatada com os lados mais abertos.

Como ex-médico e conhecedor da anatomia humana, Lockwood sabia que os ossos do Homo sapiens eram obrigatoriamente todos iguais – e que isso não seria diferente com os dinos. E acontece que o Mantellisaurus, espécie à qual o fóssil havia sido atribuído, possui o osso nasal mais reto.

O aposentado, que se propôs a medir e fotografar cada amostra estudada, percebeu ainda que o espécime não era apenas narigudo, mas também tinha um sorrisão: 28 dentes, enquanto o Mantellisaurus possuía 23 ou 24.

Estudante de paleontologia, ele percebeu a novidade ao catalogar fósseis atribuídos a uma outra espécie – e que estavam guardados desde 1978.

Médico aposentado descobre nova espécie de dinossauro narigudo

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Como as fontes recontam a história da escrita” no YouTube

Assunto interessante e diferente? Temos!

Uma pouco da história da escrita com uma maneira ágil de explicar.

Átila Iamarindo aqui!

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Assista a “9 limites mantêm equilíbrio da Terra; veja 4 já ultrapassados” no YouTube

O tempo além de estar passando, está se esgotando…seres humanos, como somos tontos!

Os nove limites que equilibram a Terra.

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Professora Lúcia Helena Galvão trazendo conhecimento e luz para nosso dia…

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Poucos repórteres viveram suas matérias como Goulart de Andrade…agora que ele não está mais por aqui é que a gente se dá conta que profissionais assim estão praticamente extintos.

Por mais ” Vem Comigo”! 👏👏👏👏

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Planeta ainda pode esquentar 2,4ºC até o final do século, indica análise

A julgar apenas pelas metas de curto prazo de corte de emissões apresentadas pelos países durante a COP26 (Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas, em Glasgow), o mundo deve enfrentar um aumento médio de 2,4° C na temperatura global até o final do século. Esse aquecimento está bem além daquele requerido para conter mudanças climáticas perigosas – e promete trazer impactos globais devastadores.

O cenário sombrio foi trazido por um novo relatório divulgado nesta terça (9), de autoria da organização Climate Action Tracker (CAT), a mais respeitada coalizão de análise climática do mundo. O trabalho mostra como as propostas concretas trazidas pelos países até o momento estão aquém do necessário para conter a crise climática.

O resultado faz contraste com uma pesquisa realizada pela Universidade de Melbourne, na semana passada. Ela mostrou que, pela primeira vez, as trajetórias de aquecimento global caíam para menos de 2° C em comparação aos níveis pré-industriais, com base nas promessas de cortes de emissões ao longo do século 21 apresentadas pelos países na COP26.

Trata-se de um dos dois “números mágicos”, em termos de objetivos, estipulados no Acordo de Paris. É consenso entre os climatologistas que a contenção até 1,5° C é o ideal, para evitar transformações irreversíveis. Cruzado esse limiar, os 2° C passam a ser a divisa a partir da qual podem-se esperar efeitos catastróficos em decorrência das mudanças do clima.

As ações de curto prazo apresentadas pelos países na COP26 não são suficientes para cumprir o Acordo de Paris. A conclusão do novo estudo contrasta com o que foi divulgado no início da Convenção da ONU.

Planeta ainda pode esquentar 2,4ºC até o final do século, indica análise

publicado originalmente em superinteressante

Rascunho do documento final da COP26 propõe meta anual para reduzir emissões

A COP26, conferência do clima das Nações Unidas que acontece em Glasgow, na Escócia, chega a seus dias decisivos com a divulgação do primeiro rascunho de um documento final, que deve sumarizar os acordos entre os países. A declaração pede uma revisão anual das ações de cada país contra a emergência climática, além do fim gradual do uso do carvão e dos subsídios para combustíveis fósseis.

As medidas seriam um caminho para tentar sanar a lacuna que existe hoje entre os compromissos de longo prazo das nações do mundo – mirando datas como 2030 e 2050 – e o que está sendo efetivamente feito de ano a ano.

A raiz do problema é como manter um aumento da temperatura média do planeta (em relação aos níveis anteriores à Revolução Industrial) em até 2 ºC – e, se possível, impedir que esse aumento ultrapasse 1,5ºC, considerado o limite mais seguro para evitar mudanças perigosas no clima da Terra.

Hoje (10) foi apresentada a primeira versão do documento que sumariza a Convenção de Mudanças Climáticas da ONU. O texto ainda pede o fim gradual dos combustíveis fósseis

Rascunho do documento final da COP26 propõe meta anual para reduzir emissões

publicado originalmente em superinteressante