Sarna humana: o que é, como identificar e prevenir?

No início de outubro, o estado de Pernambuco registrou um aumento nos casos de coceira e feridas na pele, que geraram a desconfiança de se tratar da escabiose, popularmente conhecida como sarna humana. Uma investigação da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) revelou que o verdadeiro culpado não era o ácaro causador da sarna, mas as asas de uma mariposa.

De acordo com a nota técnica divulgada pela entidade no início de dezembro, a reprodução das mariposas do gênero Hylesia é comum nesta época do ano e podem causar as dermatites vistas no Nordeste do país.

Ao se debaterem contra os focos de luz, os animais liberam “cerdas corporais minúsculas que penetram profundamente na pele humana e causam a intensa dermatite observada”, destacam os especialistas.

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Ainda segundo a entidade, a hipótese de se tratar da escabiosa era “absurda”, visto que a forma de transmissão é diferente, bem como a distribuição e o aspecto das lesões cutâneas eram distintos. “Nenhum ácaro foi achado em muitas amostras de exame direto e exames histopatológicos [análise dos tecidos]”, completa a nota.

Doença é causada por ácaro e tratamento envolve pomadas, sabonetes e reforço nas medidas de higiene

Sarna humana: o que é, como identificar e prevenir?

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “ANSIEDADE: Reflexões filosóficas – Lúcia Helena Galvão” no YouTube

Ansiedade…um dos males do século. A filosofia nos dá uma valiosa luz nestes dias conturbados.

Professora Lúcia Helena Galvão e Nova Acrópole aqui!

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A querida amiga de sempre…com suas sábias palavras…

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Olhar infinito…por Mágica Mistura

“Foi então que ele abriu os olhos. Não os olhos materiais, se bem que estes, ele abriu primeiro…foi a visão da alma, do espírito, esse olhar abrangente e total que finalmente o levou a observar o verdadeiro Universo, esse que todos somos parte e que em sua totalidade infinita nos faz enxergar a nós mesmos…”

Mágica Mistura

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O que pode haver de comum entre Mafalda, Charlie Brown e Umberto Eco?

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Telas destruídas de Klimt são resgatadas com a ajuda da tecnologia

Pouco antes do fim da II Guerra, uma divisão blindada do Exército alemão estava estacionada no Castelo Immendorf, na Áustria. Desde 1942, o local abrigava uma variedade de obras de arte confiscadas pelos nazistas ao longo do conflito. Da coleção, faziam parte telas do pintor austríaco Gustav Klimt (1862-1916), três delas comissionadas pelo governo de seu país no fim do século XIX. Acuados pelo Exército Vermelho que se aproximava, os soldados transformaram o prédio em uma grande armadilha, com bombas incendiárias armadas para disparar quando os soviéticos chegassem. Em 8 de maio de 1945, dia da derrocada de Hitler, o castelo foi tomado por chamas e tudo que estava em seu interior destruído, inclusive, é claro, o trio de exuberantes e ousadas pinturas de Klimt, das quais restaram apenas fotografias em preto e branco feitas em 1900 por Moritz Nähr. Graças a uma aliança entre a história da arte e a tecnologia, foi possível, agora, restaurar as supostas cores originais.

‘MEDICINA’ – O pintor escolheu uma composição assimétrica. Na metade direita, o fluxo da vida. Do outro lado, uma névoa de luz envolve uma mulher. Predominam os nus e, na versão digital, o dourado, o vermelho e o azul –

A origem das chamadas Pinturas das Faculdades remonta a 1894, quando Klimt e o pintor Franz Matsch receberam do Ministério da Educação da Áustria uma encomenda para o salão de festivais da Universidade de Viena. Cinco telas foram planejadas, uma peça central e representações das quatro principais faculdades vienenses — daí o nome dado a elas. Matsch faria a principal e a de Religião, e Klimt ficaria com as representações de Filosofia, Medicina e Jurisprudência. Quatro anos depois, ao exibi-las em exposições independentes de seu grupo artístico reformista, o artista chamou a atenção para suas alegorias exuberantes, coloridas e cheias de simbolismo das disciplinas ensinadas nos cursos superiores. E também atraiu a ira dos setores mais conservadores da sociedade, o que fez o pintor, contrariado com a incompreensão de sua arte, arrecadar junto a mecenas e apoiadores o valor que havia recebido do governo de modo a recomprá-las.

Com a aliança entre a história da arte e novas técnicas, foi possível, agora, restaurar as supostas cores originais das obras

Telas destruídas de Klimt são resgatadas com a ajuda da tecnologia

publicado originalmente em Veja

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Sério e preocupante…

Por mais cascas e menos caixas!!!!

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No Turcomenistão, os resultados positivos de Covid-19 são jogados no lixo

Desde o início da pandemia, todos os países reportam seus casos de Covid-19 à Organização Mundial da Saúde (OMS), que reúne os dados diariamente em um mapa interativo. Quanto mais escuro estiver o país, mais casos ele tem. Mas duas manchas amarelas chamam a atenção no mapa: Turcomenistão e Coreia do Norte. Nenhum dos dois reportou qualquer caso à organização internacional.

Com exceção de algumas ilhas do Pacífico (que estão com as fronteiras fechadas desde abril de 2020), esses são os únicos países que dizem não ter registrado nenhum caso de Covid-19 desde o início da pandemia.

Não é coincidência que eles também possuam os regimes totalitários mais fechados do mundo. No ranking mundial que mede a liberdade de imprensa, realizado anualmente pela ONG Repórteres Sem Fronteiras, por exemplo, Coreia do Norte e Turcomenistão aparecem em penúltimo e antepenúltimo lugar, respectivamente. Só perdem para Eritreia, uma ditadura no nordeste africano.

O país é um dos poucos sem casos registrados desde o início da pandemia. Conversamos com um jornalista turcomano para entender a rotina de um dos regimes mais fechados do mundo.

No Turcomenistão, os resultados positivos de Covid-19 são jogados no lixo

publicado originalmente em superinteressante

Como funciona um projetor de cinema digital?

Arco-íris completo

Emitida por uma lâmpada xênon ou um laser fósforo (nos aparelhos mais modernos), a luz é condensada por uma lente específica. Aí, atravessa um filtro com, no mínimo, as cores verde, vermelho e azul, que lhe permite reproduzir até 16,7 milhões de tons. Nos projetores top de linha, a tecnologia BrilliantColor adiciona as cores amarela, ciano e magenta. A vantagem do laser é que ele corrige o contraste nas cenas mais escuras. No xênon, o preto fica meio “desbotado”, puxando para cinza e azul.

Liga-Desliga

A luz então segue para uma lente de modelagem e para o Digital Micromirror Device (DMD). Trata-se de um semicondutor com mais de 2 milhões de espelhos microscópicos que podem ser movimentados entre as posições “on” e “off”, milhares de vezes por segundo. Cada espelho criará um pixel (a menor unidade de luz que compõe uma imagem) na telona.

Espelho mágico

Arquivos digitais são compostos de bits, que, por sua vez, são compostos de 1 e 0 na linguagem binária usada pelos computadores. Cada bit determinará a posição de um espelho: 1 é “ligado” e 0 é “desligado”. Quanto mais estiverem ligados, mais claro será o tom do pixel. Se a posição “off” for mais frequente, o pixel será mais escuro.

Gente grande

Por fim, a refração do DMD vai, então, em direção à última lente: a de projeção. Ela serve para dar uma resolução ainda maior à imagem. Isso permite que o filme seja reproduzido naquele tamanho gigantesco da telona do cinema, mas sem perder qualidade na nitidez

O arquivo do filme é transformado em luz, que passa por um filtro que lhe permite reproduzir até 16,7 milhões de tons.

Como funciona um projetor de cinema digital?

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “Limites do corpo e da mente e Libertação | Monja Coen | Palestra #15 | Zen Budismo” no YouTube

Um sábado mais iluminado para todos nós.

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