Vira e mexe o café é ligado a benfeitorias à saúde – desde que apreciado com moderação. No ano passado, um estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, e do Instituto Norueguês de Saúde Pública, encontrou uma relação entre tomar a bebida e uma maior expectativa da vida – com vantagens para o tipo filtrado. Agora, dados publicados no periódico Jama Internal Medicine sugerem que o café teria um efeito protetor quando o assunto é arritmia cardíaca.
Apesar de algumas limitações, trata-se de uma pesquisa robusta. Os quase 400 mil participantes foram selecionados a partir de um banco de dados genético britânico, o UK Biobank, o que colabora para uma diversidade de pessoas envolvidas.
A bebida sempre gerou desconfiança quando o assunto é o impacto no coração. Mas está cada vez mais claro que o consumo moderado é protetor
Um ano e sete meses após a descoberta do novo coronavírus, na China, o mundo ainda enfrenta novas ondas da pandemia. Um misto de desconhecimento (por se tratar de uma doença nova) com medo e ansiedade fez com que pessoas e profissionais da saúde tomassem medidas que, hoje, provaram-se equivocadas. Para dar esse esse alerta e indicar o que realmente tem respaldo científico em termos de prevenção e tratamento, estudiosos da campanha Choosing Wisely, que promove o uso racional de recursos na área da saúde e a medicina baseada em evidências, publicaram 10 recomendações básicas para conter a Covid-19. O compilado saiu no periódico Nature Medicine.
Recomendações são baseadas em uma análise robusta de evidências científicas. O objetivo do documento é evitar práticas que podem agravar a pandemia
A descoberta vem da Universidade Edith Cowan, na Austrália, onde foi analisada a relação entre ingestão de frutas e presença de diabetes entre 7 675 pessoas. Após cinco anos de acompanhamento, na turma em que o alimento fazia parte do cardápio, houve redução de 36% no risco de a doença dar as caras.
Nesses indivíduos, notou-se uma melhor sensibilidade à insulina, o que se traduz em maior capacidade de as células retirarem o açúcar do sangue e transformá-lo em energia.
O consumo de pelo menos duas porções por dia pode reduzir o risco de desenvolver a doença
Nesta segunda-feira (27), pesquisadores da NASA anunciaram a detecção de vapor d’água na lua Ganimedes, a maior do planeta Júpiter e de todo o Sistema Solar. Em comunicado, a agência espacial explicou que o vapor é proveniente da sublimação do gelo presente na superfície do satélite.
Os dados foram obtidos pelo telescópio espacial Hubble, em atividade desde 1990. Ele capturou as primeiras imagens ultravioleta (UV) de Ganimedes em 1998, as quais revelaram a presença de oxigênio molecular (O2) na atmosfera lunar. Mas os cientistas perceberam que algumas características não correspondiam àquelas esperadas numa atmosfera de O2 puro. Na época, os pesquisadores assumiram que grandes concentrações de oxigênio atômico (O) na atmosfera estavam causando esta divergência.
A oscilação de temperatura no satélite parece estar levando à sublimação do gelo presente em sua superfície. A observação complementa estudos sobre a atmosfera de Ganimedes.
Criança que não come nenhum tipo de fruta ou verdura. Adolescente que não deixa passar verde no prato. Adulto que resiste a toda e qualquer salada. Quem disse que a seletividade alimentar é só coisa da infância? Pelo contrário, esse comportamento pode se perpetuar pela juventude e a fase adulta, trazendo consequências desagradáveis.
Sim, o comedor seletivo pode crescer! É o que atesta o primeiro estudo que se debruça sobre o avanço da seletividade alimentar ao longo da vida. Realizado pela Universidade Stanford, nos Estados Unidos, o trabalho foi de longa duração e coletou dados com os pais de 61 jovens sobre seus hábitos alimentares aos 2, 7, 9 e 11 anos de idade. Tempos depois, os participantes, todos já com 23 anos, se autoavaliaram para fechar a pesquisa.
Esse perfil pode trazer desafios para o desenvolvimento na infância e se estender e afetar a vida adulta. Faça um teste para saber se é o seu caso