Assim como o nome completo, uma das primeiras coisas que decoramos é o nosso tipo sanguíneo. A diferença entre eles, como você vai visualizar abaixo, é a presença de proteínas específicas na superfície dos glóbulos vermelhos, os antígenos, que reconhecem os outros tipos de sangue e promovem uma reação rápida e potencialmente perigosa em contato com eles.
Como se refere à compatibilidade, o sistema ABO é a mais importante das classificações do sangue, mas não a única. “Temos cerca de 30 subtipos, que expressam açúcares ou proteínas diferentes, mas eles não são tão importantes na rotina”, conta o hematologista Philip Bachour, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.
Meros detalhes são o suficiente para tornar um sangue incompatível com outro e exigir testes antes da transfusão
Não é raro que o estresse e a angústia passem dos limites aceitáveis entre casais que lutam para ter um filho, evoluindo para quadros mais sérios como a depressão.
Isso reforça a necessidade de amparo médico e psicológico a pessoas que buscam tratamentos para engravidar.
“O correto entendimento pela equipe de reprodução assistida é fundamental para apoiar os pacientes, pois muitas vezes os transtornos mentais representam uma piora na adesão e na resposta ao longo do tratamento”, diz Eduardo Motta, médico e fundador da Huntington Medicina Reprodutiva.
Como enfrentar
Apoio psicológico é bem-vindo inclusive para conseguir engravidar
Suporte psicoemocional O acompanhamento de um psicólogo durante o tratamento da infertilidade ajuda a lidar com as tensões e aflições que ela é capaz de provocar tanto na mulher como no homem.
Fortalecimento do vínculo Amor, carinho e compreensão são os pilares para o casal superar o que se passa. O estado psicológico pode inclusive reverberar nos hormônios e influenciar as chances de engravidar.
Assistência especializada Estar na mão de uma equipe capacitada e especializada em reprodução assistida é decisivo para obter um tratamento adequado e entender possibilidades e limitações.
Consulta com psiquiatra Quando a depressão aparece, pode ser necessário contar com a visão e o apoio desse profissional, que avaliará a situação e receitará medicamentos apropriados para conter o transtorno.
A ciência crava uma íntima relação entre as duas condições. Como lidar?
Na última segunda-feira (15), astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) tiveram que se proteger de uma grande nuvem de destroços. Eles foram instruídos a fechar escotilhas e se abrigar por duas horas nas duas cápsulas mais protegidas do complexo.
Os destroços surgiram de um teste de dispositivo anti-satélite realizado pela Rússia, que explodiu o Kosmos-1408, satélite russo lançado em 1982 e desativado há muitos anos. O satélite se partiu em milhares de pedaços de tamanhos variados: alguns de poucos metros de largura, e outros de centímetros – sem contar aqueles pequenos demais para serem rastreados.
Os testes com armas anti-satélite geraram detritos espaciais, e fizeram com que os astronautas se abrigassem em cápsulas de proteção
O desmatamento na maior floresta tropical da Terra subiu 22%, para o nível mais alto desde 2006, de acordo com dados oficiais divulgados hoje pelo governo brasileiro. Uma análise preliminar de dados de satélite pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais do Brasil, INPE, mostra que 13.235 quilômetros quadrados (5.110 milhas quadradas) de floresta tropical foram […]
“Dentro de nós habitam um aliado amoroso e um inimigo ferrenho, podemos levar a vida em um infindável duelo de egos, ou nos juntarmos ao Amor e a partir desta escolha transformar nosso mundo e todo seu entorno.”
O processador M1 Max, recentemente apresentado pela Apple, espantou pelo tamanho: tem 57 bilhões de transistores, ou seja, é dez vezes maior do que uma CPU comum (porque também tem uma GPU, “placa de vídeo”, dentro).
Mas o chip WSE2 (Wafer-Scale Engine 2), da empresa americana Cerebras, é ainda mais gigantesco: tem 2,6 trilhões de circuitos, distribuídos por 850 mil núcleos de processamento. Compare isso com as CPUs comuns, de 4, 8 ou 16 núcleos.
O Cerebras é 50 vezes maior do que qualquer outro processador – e promete um salto inédito de performance. Veja por quê.
Nem a miscigenação entre os povos indígena, negro e branco nem a divisão geopolítica por regiões dão conta de explicar a complexidade da cozinha do Brasil. Esse é um dos argumentos de partida de Carlos Alberto Dória, um dos nossos maiores especialistas em sociologia da alimentação, no ensaio Formação da Culinária Brasileira, que dá título ao livro reeditado pela Fósforo.
A obra traz uma coletânea de sete textos que, em comum, buscam destrinchar nosso passado no fogão e à mesa e apontar ingredientes para uma nova e autêntica culinária nacional.
Dória bota no caldeirão do debate desde autores clássicos que escreveram sobre o tema, como Gilberto Freyre e Câmara Cascudo, até os chefs que revitalizaram a gastronomia contemporânea, como o espanhol Ferran Adrià.
Também problematiza conceitos de comida regional que respeitam mais o turismo do que a história, esboça modelos esquemáticos de divisão e compreensão das nossas cozinhas e reflete sobre o que deveria nortear a renovação e o reconhecimento global da culinária brasileira.
Estudioso revê ideias cultivadas há décadas e propõe caminhos para entender nossas raízes culinárias