Vento, ventania, me leve para as bordas do céu Eu vou puxar as barbas de Deus Vento, ventania, me leve para onde nasce a chuva Pra lá de onde o vento faz a curva
Me deixe cavalgar nos seus desatinos Nas revoadas, redemoinhos Vento, ventania, me leve sem destino
Quero juntar-me a você e carregar os balões pro mar Quero enrolar as pipas nos fios Mandar meus beijos pelo ar
Vento, ventania, Me leve pra qualquer lugar Me leve para qualquer canto do mundo Ásia, Europa, América
Vento, ventania, me leve para as bordas do céu Pois vou puxar as barbas de Deus Vento, ventania, me leve para os quatro cantos do mundo Me leve pra qualquer lugar
Me deixe cavalgar nos seus desatinos Nas revoadas, redemoinhos Vento, ventania, me leve sem destino
Quero mover as pás dos moinhos E abrandar o calor do sol Quero emaranhar o cabelo da menina Mandar meus beijos pelo ar
Vento, ventania, Me leve pra qualquer lugar Me leve para qualquer canto do mundo Ásia, Europa, América (eh eh)
Me deixe cavalgar nos seus desatinos Nas revoadas, redemoinhos Vento, ventania, me leve sem destino
Quero juntar-me a você e carregar os balões pro mar Quero enrolar as pipas nos fios Mandar meus beijos pelo ar
Vento, ventania, agora que estou solto na vida Me leve pra qualquer lugar Me leve mas não me faça voltar
Me leve mas não me faça voltar Me leve mas não me faça não Vento, ventania Vento, ventania Oh oh, me leve mas não me faça voltar
Compositores: Alvaro Prieto Lopes / Bruno Leonardo Brugni Nunes / Carlos Augusto Pereira Coelho / Carlos Beni Carvalho De Oliveira / Elsio Da Silva / Miguel Flores Da Cunha
Oh let me sing, oh let me sing, oh let me sing, oh Let me sing, let me sing, let me sing, oh oh Let me sing, oh let me sing, oh let me sing, oh oh Let me sing, oh let me sing, oh let me sing, oh oh
Mama África A minha mãe É mãe solteira E tem que fazer mamadeira Todo dia Além de trabalhar Como empacotadeira Nas Casas Bahia
Mama África A minha mãe É mãe solteira E tem que fazer mamadeira Todo dia Além de trabalhar Como empacotadeira Nas Casas Bahia
Mama África tem Tanto o que fazer Além de cuidar neném Além de fazer denguin’ Filhinho tem que entender Mama África vai e vem Mas não se afasta de você
Mama África A minha mãe É mãe solteira E tem que fazer mamadeira Todo dia Além de trabalhar Como empacotadeira Nas Casas Bahia
Quando Mama sai de casa Seus filhos se olodumzam Rola o maior jazz Mama tem calo nos pés Mama precisa de paz
Mama não quer brincar mais Filhinho dá um tempo É tanto contratempo No ritmo de vida de mama
Mama África A minha mãe É mãe solteira E tem que fazer mamadeira Todo dia Além de trabalhar Como empacotadeira Nas Casas Bahia
Mama África A minha mãe É mãe solteira E tem que fazer mamadeira Todo dia Além de trabalhar Como empacotadeira Nas Casas Bahia
Deve ser legal Ser negão no Senegal Deve ser legal Ser negão no Senegal Deve ser legal Ser negão no Senegal Deve ser legal Ser negão no Senegal
Mama África A minha mãe É mãe solteira E tem que fazer mamadeira Todo dia Além de trabalhar Como empacotadeira Nas Casas Bahia Mama África A minha mãe É mãe solteira E tem que fazer mamadeira Todo dia Além de trabalhar Como empacotadeira Nas Casas Bahia
Mama África A minha mãe Mama África A minha mãe Mama África
Você me disse que eu sou petulante, né? Acho que sou sim, viu? Como a água que desce a cachoeira E não pergunta se pode passar
Você me disse que o meu olho é duro como faca Acho que é sim, viu? Como é duro o tronco da mangueira Onde você precisa encostar
Você me disse que eu destruo sempre A sua mais romântica ilusão E que destruo sempre com minha palavra O que me incomodou
E acho que é sim Como fere e faz barulho um bicho que se machucou, viu? Como fere e faz barulho um bicho que se machucou, viu? Como fere e faz barulho um bicho que se machucou, viu?
Você me disse que eu sou petulante, né? Acho que sou sim, viu? Como a água que desce a cachoeira E não pergunta se pode passarVocê me disse que o meu olho é duro como faca Acho que é sim, viu? Como é duro o tronco da mangueira Onde você precisa encostar
Você me disse que eu destruo sempre A sua mais romântica ilusão E que destruo sempre com minha palavra O que me incomodou
E acho que é sim Como fere e faz barulho um bicho que se machucou, viu? Como fere e faz barulho um bicho que se machucou, viu? Como fere e faz barulho um bicho que se machucou, viu? Como fere e faz barulho um bicho que se machucou Como fere e faz barulho um bicho que se machucou, viu? Como fere e faz barulho um bicho que se machucou
When in the springtime of the year When the trees are crowned with leaves When the ash and oak, and the birch and yew Are dressed in ribbons fair
When the owls call the breathless moon In the blue veil of the night The shadows of the trees appear Amidst the lantern lights
We’ve been rambling all the night And sometime of this day Now returning back again We bring a garland gay
Who will go down to those shady groves And summon the shadows there? And tie a ribbon on those sheltering arms In the springtime of the year?
The songs of birds seem to fill the wood That when the fiddler plays All their voices can be heard Long past the woodland days
We’ve been rambling all the night And sometime of this day Now returning back again We bring a garland gay
And so they linked their hands and danced Round in circles and in rows And so the journey of the night descends When all the shades are gone
A garland gay we bring you here And at your door we stand It is a sprout well budded out The work of our lord’s hand
We’ve been rambling all the night And sometime of this day Now returning back again We bring a garland gay
✨✨Composição: Loreena McKennitt
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💜A Dança dos Mascarados
Quando à época da primavera Em que as árvores estão coroadas de folhas Os freixos e carvalhos, bétulas e teixos Estão vestidos com belos laços
Quando as corujas chamam à quieta Lua No véu azul da noite As sombras das árvores aparecem Em meio à luz das lanternas
Estivemos caminhando a noite inteira E também por uma parte deste dia Agora, mais uma vez retornando Trazemos uma guirlanda de flores
Quem vai descer até os sombrios bosques E lá invocar as trevas? E amarrar um laço nos braços protetores Nesta primavera?
O cantar dos pássaros parece preencher o bosque Que quando o violinista toca Todas suas vozes podem ser ouvidas Mesmo após o passar dos dias da floresta
Estivemos caminhando a noite inteira E também por uma parte deste dia Agora, mais uma vez retornando Trazemos uma guirlanda de flores
E eles deram as mãos e dançaram Uma ciranda, em círculos e fileiras E cai a jornada da noite Quando todas as cores se vão
Uma guirlanda de flores nós lhe trazemos E em sua porta nós estamos É um broto bem cuidado O trabalho da mão de nosso senhor
Estivemos caminhando a noite inteira E também por uma parte deste dia Agora, mais uma vez retornando Trazemos uma guirlanda de flores
Você precisa saber O que passa aqui dentro Eu vou falar pra você
Você vai entender A força de um pensamento Pra nunca mais esquecer
Pensamento é um momento Que nos leva a emoção Pensamento positivo Que faz bem ao coração
O mal não O mal não O mal não
Sempre que para você chegar Terá que atravessar A fronteira do pensar A fronteira do pensar
E o pensamento é o fundamento Eu ganho o mundo sem sair do lugar Eu fui para o Japão Com a força do pensar Passei pelas ruínas E parei no Canadá
Subi o Himalaia Pra no alto cantar Com a imaginação que faz Você viajar, todo mundo Estou sem lenço e o documento Meu passaporte é visto em todo lugar
Acorda meu Brasil com o lado bom de pensar Detone o pesadelo pois o bom ainda virá
Você precisa saber O que passa aqui dentro Eu vou falar pra você
Você vai entender A força de um pensamento Pra nunca mais esquecer
Custe o tempo que custar Que esse dia virá Não, nunca pense em desistir, não Te aconselho a prosseguir
O tempo voa rapaz Pegue seu sonho rapaz A melhor hora e o momento É você quem faz
Recitem poesias, palavras de um rei Faça por onde que eu te ajudarei Recitem poesias, palavras de um rei Faça por onde que eu te ajudarei Recitem poesias, palavras de um rei Faça por onde que eu te ajudarei Recitem poesias, palavras de um rei Faça por onde que eu te ajudarei
Já não tenho dedos pra contar De quantos barrancos despenquei E quantas pedras me atiraram Ou quantas atirei Tanta farpa, tanta mentira Tanta falta do que dizer Nem sempre é “so easy” se viver
Hoje eu não consigo mais me lembrar De quantas janelas me atirei E quanto rastro de incompreensão Eu já deixei Tantos bons quanto maus motivos Tantas vezes desilusão Quase nunca a vida é um balão
Mas o teu amor me cura De uma loucura qualquer É encostar no seu peito E se isso for algum defeito Por mim tudo bem
Já não tenho dedos pra contar De quantos barrancos despenquei E quantas pedras me atiraram Ou quantas atirei Tanta farpa, tanta mentira Tanta falta do que dizer Nem sempre é “so easy” se viver
Mas o teu amor me cura De uma loucura qualquer É encostar no seu peito E se isso for algum defeito Por mim tudo bem Tudo bem, tudo bem
Mas o teu amor me cura De uma loucura qualquer É encostar no seu peito E se isso for algum defeito Por mim tudo bem Tudo bem, tudo bem