O professor Pedro Luiz Côrtes explica que os principais impactos da prática ilegal do garimpo aparecem ambiental e socialmente No fim de maio, territórios indígenas munduruku registraram ataques de garimpeiros ilegais. A casa de uma liderança indígena foi incendiada no município de Jacareacanga, no Pará. Os ataques acabam fazendo parte de um contexto de expansão… Ataques […]
O fotógrafo Sebastião Salgado foi agraciado, nesta quinta-feira (27), com o título de doutor honoris causa em Harvard. A universidade, uma das mais importantes do mundo, reconheceu as contribuições dele no campo das artes.
“Sebastião Salgado é um ilustre fotógrafo conhecido por projetos ambiciosos, que documentam a situação difícil de pessoas que vivem em meio a adversidades e que contam histórias destinadas a chamar a atenção para os desafios urgentes da sociedade.
A universidade reconheceu as contribuições do brasileiro no campo das artes; o anúncio ocorreu nesta quinta (27).
Vou te contar, Os olhos já não podem ver Coisas que só o coração pode entender. Fundamental é mesmo o amor, É impossível ser feliz sozinho.
O resto é mar, É tudo que eu não sei contar. São coisas lindas Que eu tenho pra te dar. Vem de mansinho a brisa e me diz: É impossível ser feliz sozinho.
Da primeira vez era a cidade, Da segunda, o cais e a eternidade.
Agora eu já sei Da onda que se ergueu no mar, E das estrelas que esquecemos de contar. O amor se deixa surpreender, Enquanto a noite vem nos envolver.
Vou te contar, Os olhos já não podem ver Coisas que só o coração pode entender. Fundamental é mesmo o amor, É impossível ser feliz sozinho.
O resto é mar, É tudo que eu não sei contar. São coisas lindas Que eu tenho pra te dar. Vem de mansinho a brisa e me diz: É impossível ser feliz sozinho.
Da primeira vez era a cidade. Da segunda, o cais e a eternidade.
Agora eu já sei Da onda que se ergueu no mar, E das estrelas que esquecemos de contar. O amor se deixa surpreender, Enquanto a noite vem nos envolver.
Publicado originalmente em Barbara Crane Navarro: Série “transe xamânico” e foto do xamã Yanomami, Amazonas, Venezuela: Barbara Crane Navarro
« Para os mais velhos, o ouro era apenas lascas brilhantes na areia dos leitos dos rios, como a mica. Eles coletaram para fazer uma substância de feitiçaria destinada a cegar as pessoas de quem estavam…