Ao sabor do vento novo me larguei. Com as velas da esperança infladas e com a bagagem de gratidão cheia até transbordar, parti nos oceanos da vida abastecida de toda vontade de me superar.

imagens do WordPress

Espaço poético, rotineiro e alternativo
Ao sabor do vento novo me larguei. Com as velas da esperança infladas e com a bagagem de gratidão cheia até transbordar, parti nos oceanos da vida abastecida de toda vontade de me superar.

imagens do WordPress
“Nas palmas de tuas mãos
leio as linhas da minha vida.
Linhas cruzadas, sinuosas,
interferindo no teu destino.
Não te procurei, não me procurastes –
íamos sozinhos por estradas diferentes.
Indiferentes, cruzamos
Passavas com o fardo da vida…
Corri ao teu encontro.
Sorri. Falamos.
Esse dia foi marcado
com a pedra branca da cabeça de um peixe.
E, desde então, caminhamos
juntos pela vida…”
🌺Cora Coralina

imagens do WordPress

Por Bruno Garattoni
A Terra contém ferro e níquel derretidos, na forma líquida. Conforme esses metais se movem e se misturam, a interação entre eles gera um campo magnético – que envolve todo o planeta e pode ser detectado por pombos, tartarugas, tubarões e algumas espécies de aves migratórias, que o utilizam para se orientar (em 2019, uma experiência feita no Instituto de Tecnologia da Califórnia revelou que o cérebro humano também consegue detectar, em um nível inconsciente, o campo geomagnético (1)).
Ele também se desloca com o tempo: desde o começo do século 20, o polo norte magnético está indo do Canadá para a Sibéria. A novidade é que, além desses fenômenos, também há uma oscilação rápida e misteriosa.
Um estudo publicado por cientistas franceses (2) constatou que, a cada sete anos, aparece uma onda magnética na região da linha do Equador, que se desloca para oeste na velocidade de 1.500 km por ano.
Os pesquisadores descobriram isso analisando registros de satélites (dotados de sensores magnéticos) entre 1999 e 2021. Segundo eles, a onda poderá ajudar a entender a formação do campo geomagnético – e prever melhor suas futuras mudanças.
Fontes (1) Transduction of the Geomagnetic Field as Evidenced from alpha-Band Activity in the Human Brain. J. Kirschvink e outros, 2019. (2) Satellite magnetic data reveal interannual waves in Earth’s core. N Gillet e outros, 2022.
Estudo revela que o geomagnetismo sofre flutuações periódicas – e enigmáticas.
Campo magnético da Terra tem ondas de 7 anos
publicado em superinteressante

Atividades vulcânicas de mais de 2 bilhões de anos podem ter liberado vapor de água – e criado atmosferas temporárias por lá. Entenda.
O gelo dos polos da Lua pode ter vindo de antigos vulcões
publicado em superinteressante
Da janela fixo o verde
A natureza é generosa por aqui
Vida borbulhando em profusão
Pássaros e borboletas dividem espaço
Inspiração e belos vôos
Oxigênio é mato
Literalmente…
Esse ruído da cascata trás a chuva
A sensação dela,pra dentro de casa
E quando olho para fora…
Aparece um beija flor!
Quem mora no mato
Mal pisca um olho
Lá vem uma nuvem, estrela
Sombra,brilho, água,plantas
Chiado,miado, surpresa
Nesta bela vida
E tantas outras…

imagens do WordPress

Tavares RS Brasil
Uma macarronada?! Delicia das delícias 😋
Acompanhe a receita e faça hoje ainda.
Paola Carosella aqui!

imagens do WordPress

Por Bruno Garattoni
O Autonomous Robot Evolution, criado pela Universidade de York (Reino Unido) e mais três instituições europeias, pretende usar software e hardware para reproduzir a seleção natural – e criar um grupo de robôs capazes de evoluir sozinhos.
Eles seriam submetidos a uma série de tarefas, com os mais adaptados “cruzando” entre si para dar origem a novos robôs – que herdariam as características dos “pais”. Os pesquisadores já estão testando o conceito (1) com robôs pequenos e simples (os primeiros protótipos têm aproximadamente 15 cm, duas rodinhas e um motor).
Máquinas poderão se aperfeiçoar sozinhas – e gerar descendentes.
Projeto começa a desenvolver robôs evolutivos
publicado em superinteressante

No Mar Vermelho, na costa do Egito, golfinhos-nariz-de-garrafa fazem fila para nadar entre recifes de corais – e se esfregam repetidamente contra eles. O comportamento foi descrito pela primeira vez na última quinta-feira (19) e pode fazer parte da rotina de cuidados com a pele desses mamíferos aquáticos.
A bióloga e mergulhadora Angela Ziltener, da Universidade de Zurique (Suíça), observou esses golfinhos (da espécie Tursiops aduncus) esfregando sua pele contra corais e esponjas há treze anos.
Ela percebeu que os animais esfregavam diferentes partes do corpo nos corais e esponjas, e pareciam escolher sobre quais organismos nadar, pois sempre voltavam para os mesmos.
Comportamento já foi observado entre outros mamíferos aquáticos; muco liberado por alguns corais e esponjas poderia tratar infecções bacterianas.
Golfinhos se esfregam em corais para cuidar da pele, indica estudo
publicado em superinteressante
Um ano aguardado por muitos.
Espiritualidade e simpatia?
Monica Buonfiglio aqui!

imagens do WordPress