O Autonomous Robot Evolution, criado pela Universidade de York (Reino Unido) e mais três instituições europeias, pretende usar software e hardware para reproduzir a seleção natural – e criar um grupo de robôs capazes de evoluir sozinhos.
Eles seriam submetidos a uma série de tarefas, com os mais adaptados “cruzando” entre si para dar origem a novos robôs – que herdariam as características dos “pais”. Os pesquisadores já estão testando o conceito (1) com robôs pequenos e simples (os primeiros protótipos têm aproximadamente 15 cm, duas rodinhas e um motor).
Máquinas poderão se aperfeiçoar sozinhas – e gerar descendentes.
No Mar Vermelho, na costa do Egito, golfinhos-nariz-de-garrafa fazem fila para nadar entre recifes de corais – e se esfregam repetidamente contra eles. O comportamento foi descrito pela primeira vez na última quinta-feira (19) e pode fazer parte da rotina de cuidados com a pele desses mamíferos aquáticos.
A bióloga e mergulhadora Angela Ziltener, da Universidade de Zurique (Suíça), observou esses golfinhos (da espécie Tursiops aduncus) esfregando sua pele contra corais e esponjas há treze anos.
Ela percebeu que os animais esfregavam diferentes partes do corpo nos corais e esponjas, e pareciam escolher sobre quais organismos nadar, pois sempre voltavam para os mesmos.
Comportamento já foi observado entre outros mamíferos aquáticos; muco liberado por alguns corais e esponjas poderia tratar infecções bacterianas.
O produto, que se chama Vuity e está sendo lançado nos EUA, corrige o efeito da presbiopia, ou “vista cansada”: uma perda progressiva na flexibilidade do cristalino (a lente interna do olho) que torna mais difícil enxergar de perto e afeta quase todas as pessoas a partir dos 40 anos de idade.
O colírio começa a agir 15 minutos após a aplicação, e seu efeito dura de seis a dez horas. Ele foi desenvolvido pelo laboratório Allergan, o mesmo do Botox, e contém pilocarpina: uma substância usada há décadas para tratar glaucoma.
A pilocarpina faz com que o músculo da íris se contraia, melhorando o foco da luz sobre o cristalino.
O colírio custa US$ 100, tem de ser aplicado diariamente e não funciona com todo mundo: os dois testes nos quais a FDA (a Anvisa dos EUA) se baseou para liberar o produto demonstraram eficácia em 40% das pessoas.
Recém-lançado nos EUA, produto deve ser aplicado 1 vez ao dia – e corrige a presbiopia, ou “vista cansada”, que afeta a maioria das pessoas a partir dos 40 anos