Publicado originalmente em Barbara Crane Navarro: Yanomami caçador e esposa com pintura facial Achiote, Amazonas, Venezuela – reformulado para evitar censura
«Os garimpeiros cavam em todos os lugares como porcos selvagens. Os rios da floresta logo serão nada mais do que remansos lamacentos cheios de lama, óleo de motor e lixo. Eles também lavam o…
Existem poucos monumentos no mundo tão estudados quanto Stonehenge. Construído há cerca de 4,5 mil anos, o conjunto de pedras na Grã-Bretanha é um dos principais monumentos arquitetônicos da pré-história e concentra um grande esforço por parte de cientistas que estudam para entender o significado e a origem da estrutura. Mesmo assim, ainda há o que se descobrir sobre a construção. A mais nova descoberta é sobre a composição dos blocos de rocha que formam o monumento.
Pesquisadores fizeram uma análise geoquímica de um fragmento de rocha do Stonehenge que esteve perdido por muito tempo, mas reapareceu em 2019. As descobertas foram publicadas em um estudo na revista Plos One.
A história começa em 1958, quando aconteceu o monumento inglês estava sendo restaurado. Uma das pedras estava rachada e precisava de reforço. Ela foi perfurada para que os restauradores pudessem colocar uma haste de metal em seu núcleo.
Uma parte do núcleo da rocha havia sido furtado em 1958. O fragmento foi devolvido em 2019, o que permitiu uma análise mais detalhada do monumento.
O DNA está por toda parte. Os seres vivos deixam um rastro de células à medida que interagem com o ambiente – a partir de pêlos, pedacinhos de pele, fezes ou muco, por exemplo. A esse material genético que se espalha por aí, os cientistas dão o nome de DNA ambiental.
Até agora, a maioria das pesquisas se concentrava na coleta e no estudo do DNA ambiental em meio aquático. Mas recentemente duas equipes de cientistas encontraram uma maneira de detectar esses vestígios invisíveis de material genético no ar, liberado por animais terrestres – e acredita-se que isso pode ser uma poderosa ferramenta para identificar animais em diversos ecossistemas.
Testes na Inglaterra e na Dinamarca validaram a técnica, que detecta fragmentos do chamado “DNA ambiental” – e pode ser útil para identificar e estudar animais em vários ecossistemas
O ator Tarcísio Meiramorreu aos 85 anos nesta quinta-feira (12). Ele e a esposa Glória Menezes estavam internados no Hospital Albert Einstein com Covid-19.
Enquanto Glória tinha sintomas mais leves, Tarcísio precisou ser intubado. A atriz segue hospitalizada na capital paulista, segundo informações de VEJA. O casal foi hospitalizado no dia 6 de agosto, após serem diagnosticados com a doença. Tarcísio chegou a ser intubado e realizou hemodiálise contínua, mas não resistiu.
O ator nasceu na cidade de São Paulo em 5 de outubro de 1935. Tarcísio Magalhães Sobrinho era o nome de registro do artista, que adotou o sobrenome Meira, da mãe, para os palcos. Ele começou no teatro nos anos 50 e atuou com Glória Menezes pela primeira fez em 1961, em um programa de teleteatro da extinta TV Tupi. Eles se casaram em 1962.
Ele e Glória Menezes estavam internados no Hospital Albert Einstein
“E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, você? Você que é sem nome, que zomba dos outros, Você que faz versos, que ama, protesta? e agora, José?
Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode, a noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio, não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu e tudo mofou, e agora, José?
E agora, José? Sua doce palavra, seu instante de febre, sua gula e jejum, sua biblioteca, sua lavra de ouro, seu terno de vidro, sua incoerência, seu ódio, – e agora?
Com a chave na mão quer abrir a porta, não existe porta; quer morrer no mar, mas o mar secou; quer ir para Minas, Minas não há mais! José, e agora?
Se você gritasse, se você gemesse, se você tocasse, a valsa vienense, se você dormisse, se você cansasse, se você morresse… Mas você não morre, você é duro, José!
Sozinho no escuro qual bicho-do-mato, sem teogonia, sem parede nua para se encostar, sem cavalo preto que fuja do galope, você marcha, José! José, para onde?”
O ator Paulo José Gómez de Souza, 84, faleceu nesta quarta-feira (11) no Rio de Janeiro. Ele estava hospitalizado há 20 dias e morreu em decorrência de uma pneumonia. Artista também convivia com o Mal de Parkinson há mais de 20 anos.
“Um dos maiores nomes da nossa dramaturgia, como ator e diretor, e também dono de uma voz marcante, Paulo José é daqueles artistas de quem o público sempre se sentiu próximo. Nas últimas décadas, entrou em nossas casas por meio de uma infinidade de personagens que ficam, assim como ele, para a história”, publicou, em nota, a TV Globo em homenagem ao artista.