Convoco aos que têm nervos de aço e estômago forte à assistirem um compilado tragicômico dos piores vídeos da semana com os Galãs Feios…umas boas risadas nunca fizeram mal a ninguém 🤣🤣🤣
O método canguru já é um velho conhecido de pais e mães: desde 2000, a técnica que se baseia no contato pele a pele entre progenitores e bebês é uma política nacional de atenção humanizada ao recém-nascido no Brasil.
Agora, um estudo publicado no prestigiado The New England Journal of Medicine legitima seu potencial: analisando mais de 3 mil bebês prematuros, os médicos constataram que o grupo de crianças que receberam atenção imediata com o método canguru teve uma mortalidade mais baixa nos primeiros 28 dias do que os pequenos submetidos a cuidados convencionais.
“Essa estratégia reduz todas as complicações inerentes à prematuridade. Por isso o risco de morte é menor”, diz a neonatologista Marynéa Vale, do Centro de Referência Nacional do Método Canguru da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).
Pesquisa comprova efeito em bebês prematuros ou com baixo peso ao nascer
A brasileira Techbalance criou uma nova forma de estimar com precisão a propensão a quedas de um idoso. “A ideia é medir e tratar o problema antes para não lidar com as consequências depois”, resume Fabiana Almeida, CEO da empresa.
Funciona assim: um celular com o aplicativo criado pela healthtech é preso na cintura da pessoa e, conforme os movimentos dela, seus sensores detectam como andam o equilíbrio postural e a capacidade de se mexer com segurança. As informações geram um relatório que mostra o nível de risco de queda, onde estão os problemas e como podem ser resolvidos.
Inovação calcula risco de tombos e já é usada por plano de saúde
Sinceramente se fosse só a vida íntima e privada desta pessoa,pouco me importaria. 🤢🤢🤢 Acontece que lá vem novamente rachadinhas, milicianos,desvio de dinheiro público e afins…
Mas, sendo quem é,e pregando o que prega é no mínimo curiosa (?) mais esta história escabrosa que veio à tona essa semana.
O novo imunizante, ainda em fases iniciais de estudo, foi apresentado na segunda-feira (30/8) durante o Ciclo ILP-FAPESP de Ciência e Inovação. O evento, uma parceria entre a FAPESP e o Instituto do Legislativo Paulista (ILP), está disponível na íntegra no YouTube .
“Uma das vantagens da imunização nasal é que ela gera uma imunidade local no nariz, na orofaringe [parte da garganta logo atrás da boca] e nos pulmões. É exatamente o ‘território’ ideal para impedir a consolidação de uma infecção pelo Sars-CoV-2. Vacinas injetáveis são muito boas para induzir imunidade sistêmica e também nos pulmões, mas não são especialmente boas para gerar uma resposta protetora na região nasal e orofaringe”, explicou Edécio Cunha Neto, professor da Faculdade de Medicina (FMUSP) e pesquisador do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor).
Experts brasileiros se uniram para criar imunizante em forma de spray nasal de fácil aplicação, com baixo custo e proteção duradoura contra variantes