“Qualquer coisa que encoraje o crescimento de laços emocionais tem que servir contra as guerras.”
🌻Sigmund Freud

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Qualquer coisa que encoraje o crescimento de laços emocionais tem que servir contra as guerras.”
🌻Sigmund Freud

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Começando o dia com conhecimento e crescimento pessoal.
Professora Lúcia Helena Galvão aqui!

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Logo após o atentado, o comentarista político George Will deixou registrado no The Wall Street Journal: “A história voltou de férias”. Era uma referência a O Fim da História e o Último Homem, best-seller do sociólogo americano Francis Fukuyama. Que basicamente dizia: com o fim do comunismo na Europa, a história com H maiúsculo tinha acabado. A democracia liberal vencera, para sempre. E não haveria mais grandes disputas ideológicas, filosóficas ou religiosas. Na breve paz entre o fim da União Soviética, no Natal de 1991, e o 11 de Setembro, falar nesse fim da história não soava risível.
Definitivamente, a catástrofe que levou 2.997 vidas marcou uma nova era geopolítica. Uma era em que agentes não estatais – começando pela Al-Qaeda de Bin Laden – se tornaram inimigos mais importantes do que Estados com exércitos regulares. Começava a era da Guerra ao Terror. A era do terror.
Sem o ataque às Torres Gêmeas, não haveria clima para a eleição do Trump em 2016. E sem a ascenção da direita americana, talvez o Bolsonaro não fosse presidente do Brasil.
E se o 11 de Setembro não tivesse acontecido?
publicado originalmente em superinteressante



Tavares RS Brasil
Uma semana recheada de situações bizarras? Temos!
Bravatas mil, ameaças apocalípticas, um pseudo caminhoneiro na lista da Interpol ,e um presidente que atiça o gado por semanas a fio, para depois dar para trás.
O super mito amarelou…para surpresa de ZERO pessoas com cérebro.
O Jota com seu bom humor de sempre em uma análise inteligente!

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Experimente pisar na bruma
Ande aonde ninguém foi
Veja o que ninguém viu,
Solte-se com a fé que só você tem
Num mirabolante e fantástico salto
Um desses de perder o fôlego…
Então voe como um pássaro
Soberano, livre e belo
Sentindo o poder do Cosmos
Que pulsa e habita em ti
Vença o bom combate com teu ego
Sinta o desejo da tua alma
Aquilo que é mais precioso pra ti
… e dê-se esse presente..
Porque ninguém vai pisar por você
Nenhum outro andará por ti
E com teus olhos, só tu vês
Sintonize o que de mais profundo
Em teu íntimo reside e vive
E dali extraia tudo
Todo bem,sabedoria e verdade
Tudo que precisas para ser livre …

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“Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que uma flor nasceu.
É feia. Mas é flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio.”
🌻Carlos Drummond de Andrade

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Em meio a manifestações dos povos originários pelos seus direitos , talvez fiquem algumas dúvidas sobre o que estes irmãos já passaram e continuam passando.
Meteoro Brasil dá uma aula de história , são fatos e fotos reais que nos dão uma dimensão da crueldade com que foram dizimados nossos antepassados ,sim, nossos antepassados…pois quem não têm sangue indígena ( como eu ) com certeza é humano ,e faz parte da mesma saga.
Que nos sirva de alerta e lição… ninguém nunca deveria ter de abrir mão de sua cultura, crenças e terras na base do facão, arma de fogo e todo tipo de barbaridade.
Sem mais …

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Tire um tempo e já preparar essa delícia!
Isamara Amâncio aqui 💝

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Na natureza, os patos almiscarados (Biziura lobata) aprendem a emitir assobios agudos com as aves mais velhas do bando. Ripper, um integrante da espécie criado em cativeiro na Austrália, teve um método de ensino diferente. Sem veteranos para ensiná-lo os barulhos característicos da espécie, ele acabou reproduzindo os sons que escutava no ambiente ao seu redor – o que envolvia desde xingamentos utilizados pelos humanos até a bateção de portas do aviário.
O comportamento de Ripper foi notado pela primeira vez há mais de 30 anos, mas ainda não havia sido descrito em revistas científicas. Agora, um pesquisador da Universidade de Leiden, nos Países Baixos, resolveu mudar esse cenário. O etólogo Carel Ten Cate resgatou áudios antigos e redigiu um artigo sobre a aprendizagem vocal de patos almiscarados, que foi publicado no jornal Philosophical Transactions of the Royal Society B.
Estudo recém-publicado descreve comportamento do animal, que não é comum na espécie; vocalizações estão relacionadas à criação em cativeiro
Pato australiano aprende a pronunciar insulto – como se fosse um papagaio
publicado originalmente em superinteressante