“Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso. Amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade.”
Gelo fino em frente às geleiras das ilhas do arquipélago Prince Georg Land no Oceano Ártico. Foto: AFP Por Susanne Aigner para o Neues Deutschland O Ártico está esquentando três vezes mais rápido do que outras regiões. De acordo com cientistas dinamarqueses, neste verão as temperaturas na Groenlândia subiram para mais de 20 graus no início de […]
O fiel escudeiro de quem está no poder,sempre buscando um lugarzinho nos holofotes.
Roberto Jefferson gosta de chamar atenção das formas mais toscas e sem noção, tudo bem…desde que não coloque em risco a nossa estabilidade democrática.E o nosso bom gosto!
No mundo muçulmano, não existe nenhuma cerimônia que possa ser comparada ao Hajj, a gigantesca peregrinação rumo à cidade santa de Meca, na Arábia Saudita. Os fiéis se juntam a procissões com mais de 2 milhões de pessoas, dão sete voltas em torno da Kaaba (o local mais sagrado da fé islâmica) e fazem vigílias. No final das festividades, os homens devem raspar a cabeça ou, ao menos, cortar o cabelo, enquanto as mulheres aparam as pontas.
Quem se deixa guiar apenas pelos estereótipos negativos a respeito da natureza do Islã talvez veja o Hajj como uma fábrica de radicais fundamentalistas, como o povo do Talibã. Só que não. Estudos de psicologia social mostram que o efeito da peregrinação é aumentar a tolerância dos fiéis em relação a muçulmanos de grupos étnicos e religiosos diferentes dos deles.
Estranhou esse dado? Calma, a coisa fica ainda mais complicada. A frequência com que os seguidores dessa fé fazem suas orações em casa tem correlação negativa com seu apoio ao terrorismo islâmico – ou seja, o sujeito que mais reza é o que menos apoia ações armadas em nome da religião. Por outro lado, um maior número de idas a mesquitas ao longo do ano está correlacionado com maior aprovação à violência de cunho religioso.
De fato: disputas religiosas criam e turbinam conflitos armados, como as que vemos no Afeganistão. Mas a fé está longe de ser a principal causa das guerras ao longo da história.
Uma das primeiras expedições ao Polo Sul resultou no episódio mais trágico da exploração antártica. Em 1912, o explorador Robert Falcon Scott e outros quatro homens partiram em direção ao centro do continente, com temperaturas que mesmo no verão batem em -30 ºC. Depois de 33 dias de caminhada, eles chegaram ao polo. Mas todos os cinco morreram no retorno. Os corpos foram encontrados na geleira Ross por uma equipe de resgate.
Cada um carregava mais de 60 quilos de equipamentos e mantimentos nas costas. Durante a viagem de volta, deixaram para trás tudo o que não fosse essencial, para aliviar a carga. Mesmo assim, Scott se recusou a abandonar um conjunto de rochas – inclusive um fóssil com a impressão detalhada de um caule e folhas. Ele não sabia, mas aquela era uma planta do gênero Glossopteris.
Durante a maior parte de sua história, a Antártida abrigou florestas e contou com uma biodiversidade pulsante. Entenda por que o pedaço de terra mais inóspito do planeta é essencial para estudar a evolução da vida na Terra (e possivelmente fora dela).