“A vida é um incêndio: nela dançamos, salamandras mágicas Que importa restarem cinzas se a chama foi bela e alta? Em meio aos toros que desabam, cantemos a canção das chamas!
Cantemos a canção da vida, na própria luz consumida…”
Muito se discute sobre o contágio de animais com o coronavírus desde o início da pandemia. E todas as pesquisas apontam para danos baixíssimos aos bichos.
“O vírus não consegue se replicar e se desenvolver como nos humanos”, explica o virologista Paulo Eduardo Brandão, da Universidade de São Paulo (USP).
Mas um novo estudo, conduzido pela Universidade de Utrecht, na Holanda, revela que a contaminação dos pets é mais alta do que se pensava. Após testar cães e gatos de 196 lares com pessoas infectadas, os cientistas encontraram animais com anticorpos ou o vírus ativo em 20% das casas.
E quem passa são os donos. A boa notícia é que eles não adoecem
Sabe aquela história de que vai ficando mais difícil emagrecer, ou não engordar, conforme envelhecemos – porque o metabolismo vai desacelerando? Não é bem verdade. Um estudo de grandes proporções, que mediu o gasto calórico de 6.400 pessoas em 29 países (1), constatou que a taxa metabólica basal (quantidade de energia que o corpo gasta para sobreviver, mantendo a respiração e o funcionamento dos órgãos) se mantém estável entre os 20 e os 60 anos de idade – e só a partir daí ela começa a diminuir (cerca de 1% ao ano).
O estudo mostrou que isso também vale para o gasto calórico total, que é a soma da taxa basal com a energia que a pessoa consome realizando as tarefas do dia a dia. Para fazer essa medição, os cientistas usaram um método chamado “água duplamente marcada”: a pessoa bebe um copo de água contendo certos isótopos do hidrogênio e do oxigênio (H2 e O18).
Corpo continua queimando o mesmo número de calorias, revela estudo.
Parte dessa droga é excretada na urina humana – e as estações de tratamento de esgoto não são equipadas para retirar a substância, que acaba indo parar em rios e córregos. Cientistas da República Tcheca fizeram uma experiência (1): dividiram um grupo de 120 trutas em dois tanques e colocaram metanfetamina num deles (na mesma concentração encontrada em rios do país).
Dois meses depois, os peixes expostos à droga foram retirados e colocados em outro tanque – onde só havia metanfetamina em um dos compartimentos. Eles imediatamente nadaram em direção à droga, demonstrando vício – e então, sob efeito da substância, ficaram letárgicos.
Fonte 1. Methamphetamine pollution elicits addiction in wild fish. T Randál e outros, 2021.
Depois de ser usada por humanos, substância vai parar em rios – onde continua agindo
O animal mais antártico que existe não surgiu na Antártica. Os fósseis mais antigos de pinguins datam de 60 milhões de anos, e foram encontrados na Nova Zelândia. Naquela época, a ilha estava grudada no continente gelado – um resquício do supercontinente Pangeia. Ao longo dos milhões de anos seguintes, o pedaço de terra que forma a Nova Zelândia foi “subindo” no mapa, como consequência do movimento das placas tectônicas.
Por isso, não é surpresa encontrar fósseis de pinguins no país insular. A descoberta mais recente é a espécie Kairuku waewaeroa, descrita hoje (16) no periódico Journal of Vertebrate Paleontology. O fóssil foi encontrado em 2006 durante uma expedição escolar ao Kawhia Harbour, uma enseada na ilha do norte do país. As crianças escavaram restos fósseis do torso, pernas e asas do animal. Trata-se do fóssil mais completo de um pinguim gigante já descoberto.
O fóssil, escavado em 2006, só foi descrito recentemente por pesquisadores. O Kairuku waewaeroa chegava a medir 1,4 metros de altura.
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