“No final tudo acaba bem. Partindo desta premissa, que tal vivermos com gratidão e alegria o aqui e agora ? Não espere nem mais um minuto para ser feliz!”
“Um mantra de gratidão Um perfume suave no ar Uns momentos de tranquilidade… A alma repleta de luz e calor A intenção mais elevada No agito do seu dia, reserve só para você Um carinho, um sorriso, um momento É disso que o caminho é feito”
A melhor solução para conter o aquecimento global é frear as emissões de CO2. Ponto. Mas esse processo é difícil, leva tempo e não é universal – alguns setores industriais (como a produção de cimento, por exemplo, que gera 8% de todo o dióxido de carbono emitido pela humanidade) simplesmente não conseguem operar sem liberar CO2. Entra em cena uma tecnologia controversa e promissora: a captura e sequestro de carbono (CCS, na sigla em inglês).
Ela consiste em aspirar o CO2 da atmosfera e dar um destino a ele – o gás pode ser convertido num combustível sintético, transformado em material de construção ou enterrado em poços (o que é polêmico, já que o CO2 poderia escapar um dia). Mas o principal problema é que capturar carbono é caro. Existem algumas usinas de CCS espalhadas pelo mundo, mas elas gastam US$ 600 para sugar e processar cada tonelada de CO2 – e a humanidade emite aproximadamente 36,3 gigatons (bilhões de toneladas) desse gás por ano. A conta não fecha.
Entra em cena uma nova tecnologia, que promete reduzir drasticamente o custo da captura de carbono: um vagão aspirador de CO2, que pode ser instalado nos trens já existentes e vai sugando o gás carbônico da atmosfera conforme se movimenta.
Nova tecnologia aproveita o movimento desses veículos para aspirar o gás – e permite que cada trem anule o carbono gerado por 700 carros. Veja como funciona.
Vou te contar, Os olhos já não podem ver Coisas que só o coração pode entender. Fundamental é mesmo o amor, É impossível ser feliz sozinho.
O resto é mar, É tudo que eu não sei contar. São coisas lindas Que eu tenho pra te dar. Vem de mansinho a brisa e me diz: É impossível ser feliz sozinho.
Da primeira vez era a cidade, Da segunda, o cais e a eternidade.
Agora eu já sei Da onda que se ergueu no mar, E das estrelas que esquecemos de contar. O amor se deixa surpreender, Enquanto a noite vem nos envolver.
Vou te contar, Os olhos já não podem ver Coisas que só o coração pode entender. Fundamental é mesmo o amor, É impossível ser feliz sozinho.
O resto é mar, É tudo que eu não sei contar. São coisas lindas Que eu tenho pra te dar. Vem de mansinho a brisa e me diz: É impossível ser feliz sozinho.
Da primeira vez era a cidade. Da segunda, o cais e a eternidade.
Agora eu já sei Da onda que se ergueu no mar, E das estrelas que esquecemos de contar. O amor se deixa surpreender, Enquanto a noite vem nos envolver.
“De tanto nos distrairmos pelo caminho, acabamos por nos acostumar a viver como autômatos. Seres que não sentem, só querem…que esqueceram a terra, a água, o vento, o fogo que mantém o espírito. Porém, basta um respirar profundo, um raio de sol da manhã, as estrelas no céu profundo e, se permitirmos, nossa essência primordial aflora, livre e ávida por ser feliz.”