“Uma gota de orvalho na luz da manhã, pode nos dizer infinitamente mais que mil palavras vazias…basta ter a delicadeza de parar para olhar.”

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Uma gota de orvalho na luz da manhã, pode nos dizer infinitamente mais que mil palavras vazias…basta ter a delicadeza de parar para olhar.”

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“O otimismo é a fé em ação. Nada se pode levar a efeito sem otimismo.”

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Tavares RS Brasil
Iniciativa maravilhosa, coisas assim nos dão esperança no dia a dia.
Supren aqui!

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De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o tumor de pâncreas apresenta alta taxa de mortalidade porque, além de ter um comportamento agressivo, é de difícil detecção. Assim, muita gente descobre a doença em estágio tardio.
Uma pesquisa apresentada recentemente durante uma conferência do Instituto Nacional de Pesquisa sobre Câncer do Reino Unido, o NCRI Festival, pode mudar um pouco esse panorama. Pelo menos essa é a expectativa dos cientistas da Universidade Oxford, que assinam o trabalho.
“É possível diagnosticar as pessoas quando elas visitam seu médico de família, mas tanto os pacientes quanto os médicos precisam estar cientes dos sintomas associados ao câncer de pâncreas”, disse Weiqi Liao, um dos autores da análise, em comunicado divulgado pelo NCRI.
Usando um banco de dados eletrônico, ele e seus colegas selecionaram 24 236 pacientes diagnosticados com câncer de pâncreas na Inglaterra entre 2000 e 2017. A partir daí, os experts analisaram os sintomas de todo esse pessoal em vários momentos antes de receberem a confirmação do tumor e compararam com queixas de outros indivíduos que não apresentaram a doença.
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De acordo com o comunicado, o amarelamento da pele (também conhecido como icterícia) e um sangramento no estômago ou intestino foram os dois sintomas mais graves ligados ao diagnóstico do adenocarcinoma ductal (o tipo mais comum de câncer pancreático) e também de uma forma mais rara da doença. Fora isso, os cientistas descreveram dois sinais previamente desconhecidos: sede e urina escura.
Apresentados recentemente durante uma conferência, esses sinais podem ajudar médicos e pacientes a desconfiarem da doença mais cedo
Pesquisadores identificam 23 sintomas associados ao câncer de pâncreas
publicado originalmente em Veja saúde
“A palavra de ordem é esperança, pois de expectativa e decepção o dicionário do dia a dia já se fartou.”

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Tavares RS Brasil

Ir ao banheiro acompanhado do celular já virou hábito para algumas pessoas. Mesmo aparentemente inofensiva, a distração aumenta o risco do surgimento das hemorroidas.
Isso porque sentar-se no vaso sanitário e fazer muita força para evacuar provoca uma dilatação dos vasos sanguíneos, o que aumenta o risco de ruptura. Em casos graves, pode gerar uma trombose hemorroidária, ou a formação de coágulos de sangue no ânus.
“Não é aconselhado ficar no banheiro muito tempo fazendo força. Sentar ali e não induzir a força não tem problema, mas provocar um esforço não é bom”, ressalta André Augusto Pinto, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Laparoscópica e Minimamente Invasiva (Sobracil).
Quando a ação se torna repetitiva, os vasos do canal do ânus se dilatam, podendo provocar tanto as hemorroidas externas quanto as internas. As externas ocorrem de forma frequente e com uma concentração maior no ânus ou no final do canal anal, semelhante a varizes. Já as internas estão localizadas acima da região anal (dentro do reto), e geram sintomas de dor e muito sangramento.
Condição pode ser provocada, principalmente, por hábitos do dia a dia; saiba como identificar e tratar a doença
Por que levar o celular para o banheiro aumenta o risco de hemorroidas
publicado originalmente em Veja saúde

Gatos têm orelhas sensíveis com mais de 20 músculos, capazes de se mover em todas as direções. Mas eles não são só bons ouvintes. Pesquisadores da Universidade de Kyoto, no Japão, descobriram que os felinos podem rastrear a presença de humanos usando apenas pistas auditivas.
Isso pode parecer banal, mas indica uma habilidade cognitiva não identificada anteriormente nos bichanos chamada “cognição socioespacial”: a capacidade de visualizar mentalmente onde os outros estão por meio de informações auditivas. Estudos anteriores já indicaram que os gatos mandam bem quando o assunto é processamento cognitivo dos sons. Mas ainda não estava claro se eles eram capazes de produzir esse tipo de mapa mental.
Pela primeira vez, um grupo de pesquisadores identificou que o animal possui uma habilidade chamada cognição socioespacial. Entenda.
Gatos rastreiam nossa presença apenas usando as orelhas, sugere estudo
publicado originalmente em superinteressante
“Cada milésimo de segundo que vencemos na jornada, é um grandioso passo na existência. Esse simples pensamento inunda meu peito de felicidade!”

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